ANVISA PROÍBE VENDA DE LOTE DE SUPLEMENTO EM TODO O TERRITÓRIO NACIONAL

Proibição vale para o lote L29 do Suplemento Proteico para Atletas sabor Morango e Banana, marca Protein Optimazer, que apresentou quantidade de carboidratos em mais de 20%

Resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicada nesta segunda-feira (14/4) no Diário Oficial da União proíbe a distribuição e a comercialização, em todo o território nacional, do lote L29 do produto Suplemento Proteico para Atletas sabor Morango e Banana, marca Whey Protein Optimazer – Cyberform, data de validade: 12/08/2015, fabricado por JSE Alimentos Ltda.

 

 

De acordo com o texto, laudo emitido pelo Instituto Adolfo Lutz apresentou resultado insatisfatório para o ensaio de carboidratos por ter sido detectada quantidade superior, em mais de 20%, ao valor declarado no rótulo do produto.

 

Segundo a Anvisa, o laudo também apresentou resultado insatisfatório para o ensaio pesquisa de elementos histológicos, uma vez que foi detectada a presença de fécula de Manihout utilissima (mandioca) na composição do produto. O item não é declarado na lista de ingredientes. A resolução entra em vigor hoje.

 

Fonte: Correio Braziliense

 

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NOVO CURSO DE ODONTOLOGIA DO UDF

Já pensou em trabalhar em uma área que contribui para a saúde, educação e qualidade de vida das pessoas? Segundo o coordenador do curso de Odontologia, Prof. Dr. Emílio Barbosa e Silva, esses são pontos importantes que se deve pensar para ser um bom Cirurgião-Dentista.

 

 

Segundo ele, a matriz curricular do curso possibilitará ao aluno uma formação moderna e alicerçada nos princípios da ciência. “Teremos uma extensa carga horária com práticas clínicas para o aprendizado e treinamento, além de uma formação que irá preparar o futuro cirurgião-dentista para trabalhar tanto no serviço público como no privado, com pleno êxito e confiança”.

 

 

Confira uma seção de perguntas e respostas com o Coordenador, para entender melhor sobre o curso e o mercado de trabalho:

 

 

Quais são as habilidades necessárias para se tornar um bom Cirurgião-Dentista?

O profissional precisa aliar o profundo conhecimento teórico baseado em evidências científicas abordado durante a graduação, com extensa prática clínica baseada no treinamento de suas habilidades, estas que são desenvolvidas ao longo do tempo.

 

 

O que esperar do curso?

O curso de Odontologia do UDF traz uma proposta inovadora, com disciplinas práticas sendo desenvolvidas desde o início e ao longo de todo o curso. Esse diferencial fornecerá ao aluno um treinamento intenso e consistente, levando o aluno a contribuir com a saúde, educação e qualidade de vida da população. O objetivo é formar um profissional capacitado para atuar em diferentes contextos e situações (individuais e sociais), visando à melhoria da qualidade de vida das pessoas. Irá ainda preparar e capacitar o egresso nas melhores práticas de atendimento à população e também ao indivíduo. O curso está de acordo com as diretrizes do MEC e abordará em seu currículo todas as disciplinas necessárias e importantes para a formação de um profissional de qualidade.

 

 

Como está o mercado de trabalho para os profissionais da área?

Novos campos de trabalho abrem-se para inserir profissionais, como a atuação de dentistas nas UTI’s de hospitais, o atendimento a pacientes com necessidades especiais, a Odontologia do Trabalho e a Odontologia Legal, na qual profissionais atuam na área de perícia em Fóruns e Institutos Médicos Legais, além de averiguação in loco de crimes e acidentes. Isto faz com que o cirurgião-dentista frequente ambientes totalmente diferenciados do tradicional consultório. O último levantamento feito pelo Ministério da Saúde mostra a necessidade de se investir mais em políticas públicas efetivas, que incluam os profissionais cirurgiões-dentistas no seu rol de ações como nos programas de Saúde da Família, Brasil Sorridente e nos Centros de Especialidades Odontológicas. No setor privado, a Odontologia possui diversas especialidades que podem ser exercidas, e que a cada dia avançam com novas tecnologias e práticas modernas.

 

 

Conheça o Coordenador

 


Mestre em Odontologia e Doutor em Periodontia, o Prof. Emílio Barbosa, tem experiência em Odontologia com ênfase em Periodontia, Implantodontia, Microbiologia e Saúde Coletiva. Seus principais trabalhos foram voltados às doenças periodontais, microbiologia, cicatrização de feridas, periodontite crônica, diagnóstico.

 

 

Dr. Emílio explica que sempre se encantou pelas áreas de biologia e saúde. Com isto, buscou um curso em que pudesse dar assistência às pessoas e devolver na população um estado de saúde plena e prevenção de doenças. “No momento da escolha de minha profissão, a Odontologia preenchia todos os requisitos e critérios que vislumbrava para o meu futuro. Cirurgião Dentista seria a profissão que exerceria com amor e dedicação”, revela.

 

 

Clique aqui e confira mais detalhes do curso.

 

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PANE MENTAL, EFEITO DE UMA NOITE INSONE

A privação do sono amplia transtornos de humor, como a ansiedade, e prejudica o aprendizado e a tomada de decisões

Se você anda adotando estratégias erradas no dia a dia, convivendo com desempenhos baixos e discutindo sem motivo aparente, preste atenção no seu sono. Novas pesquisas confirmam que uma noite maldormida destrambelha o processamento das emoções, compromete o raciocínio e até debilita a memória.

 

Segundo um estudo do Laboratório de Sono e Neuroimagem da Universidade de Berkeley, nos Estados Unidos, indivíduos que passam pouco tempo na cama por apenas uma noite já ficam mais aflitos do que o normal ao serem obrigados a cumprir uma tarefa desafiadora. Exames de imagem retratam que a privação do sono catapulta o impacto do estresse em áreas do cérebro responsáveis pela atividade emocional, especialmente na amígdala, estrutura relacionada a respostas negativas e a experiências desagradáveis. Para as pessoas naturalmente ansiosas, o quadro pode ser ainda pior.

 

“O equilíbrio dos sentimentos depende da qualidade do sono, e vice-versa. Sem dormir direito, ocorrem alterações de comportamento, já que a produção de neurotransmissores e hormônios fica desregulada”, afirma a neurologista Anna Karla Smith, do Instituto do Sono, em São Paulo.

 

Uma das substâncias que vão às alturas quando não dormimos bem atende pelo nome de cortisol. E esse hormônio é conhecido por patrocinar o nervosismo ou até deflagrar uma crise de ansiedade exacerbada. “Aliás, essa molécula aparece em altos níveis nos pacientes com depressão. Talvez seja uma ligação química entre essa doença e a insônia”, sugere a bióloga Yara Fleury Van Der Molen, do Ambulatório de Neuro-Sono da Universidade Federal de São Paulo.

 

Já entre os neurotransmissores mais afetados pelo pouco tempo sob os cobertores se destaca a serotonina, ligada ao bem-estar. Sem um número adequado de horas dormidas, sua concentração no cérebro cai drasticamente. Aí, surgem mais irritação e até sensações dolorosas.
Não pregar os olhos abala inclusive nossas escolhas durante as refeições. Em um segundo levantamento da Universidade de Berkeley, os pesquisadores pediram a adultos que indicassem alguns alimentos de uma lista de 80 opções. Resultado: os voluntários privados de sono tendiam a preferir as guloseimas menos saudáveis. E tem mais: com o auxílio de exames de imagens, os cientistas verificaram que esses participantes apresentavam falhas no lobo frontal, parte do cérebro responsável pela tomada racional de decisões. Em outras palavras, muito provavelmente as poucas horas sonhando atrapalham o desempenho cognitivo de uma forma geral, que vai muito além da mesa de jantar.

 

De acordo com a neurologista Rosa Hasan, do Departamento de Sono da Academia Brasileira de Neurologia, em quem dorme pouco é possível notar uma maior dificuldade para tomar decisões, manter o raciocínio e até mesmo para manter uma conversação. “Determinadas ações, como dirigir, também ficam bastante comprometidas. Se for necessário fazer alguma escolha rápida, a pessoa terá sérios problemas”, complementa.

 

O curioso é que essas panes ainda implicam uma mente cada vez mais intranquila. “O sujeito tem a concentração diminuída e uma probabilidade acentuada de cometer erros. Quando percebe o equívoco, fica inseguro, e isso aumenta a ansiedade”, arremata Yara.

 

Dormir para aprender

Varar a madrugada com o intuito de estudar, diga-se, é uma espécie de autossabotagem, segundo uma pesquisa divulgada pela Universidade da Califórnia em Los Angeles (Ucla), nos Estados Unidos. O estudo, conduzido pelo psiquiatra Andrew J. Fuligni e sua equipe, analisou as horas de estudo, as de sono e os resultados acadêmicos de 535 estudantes americanos, e descobriu que os alunos que dormiam menos possuíam dificuldade extra na compreensão de conteúdo passado pelo professor, além de receber notas mais baixas em provas.

 

“A fase do sono que fixa o aprendizado no cérebro é a REM, a dos sonhos e dos movimentos oculares”, ressalta o neurologista Shigeo Yonekura, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. “É nela que transformamos as memórias de curto em longo prazo”, completa. Acontece que chegar a esse estágio profundo – e permanecer nele – demanda um bom tempo de cabeça apoiada no travesseiro. “Por isso, privar-se de dormir facilita o esquecimento”, analisa Yonekura.

 

O artigo da Ucla ainda conclui que o sucesso acadêmico depende de uma estratégia de estudos que não culmine em bocejos e mais bocejos no dia seguinte. “Se for realmente necessário, sacrifique horas de outras atividades menos importantes, mas nunca deixe de dormir”, sugerem os autores americanos no texto do trabalho.

 

Claro que não conseguir apagar um ou outro dia é normal. A isso se dá o nome de insônia eventual, aquela que surge quando você está muito preocupado ou até animado. “Mas quem, por falta de sono, dorme duas horas a menos por mais de cinco dias na semana, durante mais de três meses, pode ser classificado como um insone crônico”, adverte o pneumologista e presidente da Associação Brasileira do Sono, Francisco Hora. Se esse for seu caso, vale ir atrás de um especialista.

 

Agora, há também aqueles que simplesmente se recusam a fechar as pálpebras já pesadas porque querem ver uns minutinhos de televisão, ler o final de um capítulo do livro ou decorar fórmulas para o exame final. Esse grupo, que fique claro, não está livre dos efeitos da carência de horas dormidas. Por isso é preciso se livrar dessas armadilhas. “O grande remédio para uma vida longa, com bom humor e excelente cognição é uma ótima noite de sono”, aposta Hora. Você não será o único satisfeito ao recarregar as energias de forma adequada. As pessoas que vivem ao seu lado também agradecerão.

 
A triste face da insônia

Ficar sem vontade de dormir pode ser sinal de depressão. Se essa situação não é contornada, a tristeza profunda dificilmente desaparece. E, mesmo quando ela some, a probabilidade de retornar é grande. Os antidepressivos lidam com a melancolia e provocam sonolência, mas precisam ser acompanhados de terapia para que questões emocionais, possíveis causas de ambos os sintomas, sejam resolvidas.

 

A insônia e o Alzheimer

Pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, revelaram que os problemas para dormir podem ser um dos primeiros sinais da doença de Alzheimer. Os estudos constataram uma redução no tempo de sono de ratos que começaram a desenvolver, no cérebro, placas da chamada proteína beta-amiloide, precursoras do mal.

 

Para turbinar o sono e a mente

A meditação relaxa ao mesmo tempo que garante atenção nos momentos necessários. Por isso, potencializa tanto o desempenho do cérebro no dia como traz a vontade de dormir à noite. Já os exercícios, além de causarem cansaço, o que ajuda a adormecer, estimulam os neurônios. Mas, se praticados perto da hora de dormir, geram insônia.

 

 

Fonte: Abril

 

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AÇÃO NO UDF COMEMORA O DIA MUNDIAL DA ATIVIDADE FÍSICA

Uma ação organizada pela Coordenação do curso de Educação Física do Centro Universitário UDF ressaltou a importância da prática de exercícios físicos para a melhoria da saúde. A proposta foi incentivar a pratica de exercícios através de um objeto muito comum entre os jovens: o vídeo game.

 

No horário do intervalo do período noturno, os alunos presentes na Área de Convivência foram convidados a brincar utilizando um vídeo game com sensor de movimentos. Enquanto brincavam, espantavam o sedentarismo e praticavam atividades físicas. Pelo segundo ano consecutivo, o evento atraiu um número considerável de participantes, fazendo com que deixassem a preguiça de lado e participassem da ação.

 

De acordo com a Coordenadora do curso, professora Juliana Costa, a prática de exercícios físicos, “além de trazer benefícios psicológicos como melhora da autoestima e de fatores estéticos, auxilia na prevenção da depressão e na melhora da memória.”

 

Vale lembrar que a prática de atividades físicas associada à alimentação balanceada é a melhor forma de promoção de hábitos saudáveis.

 

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SAIBA O QUE NÃO COMER QUANDO SE ESTÁ ‘MORRENDO DE FOME’

Além de não saciar a fome, alimentos gordurosos e doces 'dão barriga' e ainda podem provocar doenças como a gastrite

Aquela fome ingrata bate no meio da tarde e você pensa em atacar o primeiro chocolate que vê pela frente. Saiba que esse hábito, além de não saciar a fome e não trazer vitaminas, pode provocar até gastrite. E o motivo é simples.

 

Rúbia Maciel, nutricionista da Natue, explica que o chocolate, quando ingerido de estômago vazio, estimula a produção de ácido clorídrico. “É um ácido já presente no estômago, a fim de digerir os alimentos, mas ele causa uma irritação maior na parede gástrica, podendo evoluir para uma gastrite”, alerta.

 

E não adianta nada. Segundo a nutricionista, o açúcar não mata a fome. Além disso, o corpo não vai precisar usar toda aquela glicose do doce e, para regular esse tanto de açúcar circulante no sangue, aciona a insulina que envia glicose para as células necessárias e guarda o resto para usar em uma próxima vez: a famosa gordurinha.

 

Por isso, quando a fome bater e o estômago estiver totalmente vazio, é mais prudente optar por alimentos ricos em fibras, como as frutas, verduras, legumes, castanhas e alimentos integrais, tal qual o trigo integral, aveia, quinoa, amaranto e outros.

 

Fonte: IG

 

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47% DAS FAMÍLIAS SE RECUSAM A DOAR ÓRGÃO DE PARENTE COM MORTE CEREBRAL

Falta de conhecimento sobre irreversibilidade da morte encefálica é principal causa de recusa de doação de órgãos

Família de Gizele se reúne na festa de natal, dias depois Varlei morreria repentinamente

Não é a falta de estrutura, mas a negativa familiar o principal motivo para que um órgão não seja doado no Brasil. De todas as mortes encefálicas e que, portanto, os órgãos poderiam ser transferidos para pacientes que correm risco de morte, pouco mais da metade se transforma em doação. O número é alto e cresceu de 41%, em 2012, para 47% em 2013, segundo dados da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO).

 

De acordo com o nefrologista José Medina Pestana, a principal justificativa das famílias para não doar órgãos é o fato de nunca terem conversado sobre o desejo de doar. “Por isso, insistimos que isso tem que ser assunto de família”, diz o integrante da ABTO.

 

Quando isso não é um assunto resolvido, cabe a uma equipe do hospital responsável pela captação de órgãos explicar à família que a morte encefálica já é a morte. Quando ela é decretada é porque ocorreu a parada definitiva e irreversível do cérebro e do tronco cerebral, o que provoca em poucos minutos a falência de todo o organismo.

 

No Hospital Bandeirantes, coube a uma integrante desta equipe conversar com a professora de língua portuguesa Gizele Caparroz de Almeida, 50 anos. Na festa de Ano Novo, seu marido, Varlei de Almeida, sentiu uma forte dor de cabeça. Era mais uma vítima de um AVC hemorrágico.

 

Na segunda-feira do dia 6 de janeiro deste ano, menos de uma semana após o AVC, Varlei morreu. “A gente não sabia o que era morte cerebral. A gente nunca tinha falado sobre doação de órgãos. Se tem um mito em família é o mito da morte. Ninguém está preparado para isto. Eu não estava”, lembra Gizele.

 

Gizele conta que a atuação da enfermeira captadora de órgãos foi fundamental não só para que os órgãos fossem doados, mas também para que a família entendesse o que estava acontecendo e trabalhasse o luto. Além de explicar que a morte cerebral é irreversível, a profissional explicou que tinham sido feitos testes neurológicos e clínicos que atestavam a morte.

 

“A enfermeira Tamires fez  muito mais que uma captação de órgãos. Foi um apoio psicológico para todos nós. Explicou o que estava acontecendo, o que era morte cerebral, respondeu nossas perguntas. É uma situação irreversível, mas não sabíamos disso e ainda tínhamos esperança que ele se recuperasse de uma espécie de coma. Principalmente minha filha mais nova ainda tinha muitas esperanças de que o pai sobrevivesse”, lembra Gizele.

 

Após a conversa – em que participaram Gizele, as duas filhas (de 14 e 20 anos), o sogro e a cunhada – o fígado, os rins e a pele de Varlei foram doados. A família não pode doar o coração, pois os remédios durante a internação de cinco dias comprometeu a doação do órgão.

 

“A doação é uma forma de transformar a dor em algo bom. As pessoas podem fazer algo bom de uma situação de extrema tristeza como esta que estou vivendo. Eu sei que é uma visão romântica, mas a doação ajuda a pensar que ele continua”, diz Gizele. “Estávamos casados há 25 anos, no ano passado fomos viajar, trocamos aliança. É uma dor imensa. A morte foi de uma hora para outra. A gente tem – e eu não vou falar tinha – uma família linda. Mas não tem ruptura quando se tem amor”, completa.

 

No início de março, Gizele voltou a dar aula. “Acho que é melhor não parar, né?”. Na primeira semana de aula os alunos fizeram um projeto sobre o acidente de Santa Maria, onde mais de 200 pessoas morreram. “Os meus alunos escreveram crônicas lindas sobre o que aconteceu e um dos temas abordados foi a necessidade de muitos receberem doação de pele. Não tinha banco suficiente no Brasil”, lembra.

 

Fonte: IG

 

 

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HOSPITAL DO GAMA PRECISA DE FRASCOS PARA DOAÇÕES DE LEITE MATERNO

Embalagens devem ser de vidro e com tampa de plástico, como as de café solúvel ou maionese

Com o aumento nas doações de leite humano, que somente em março atingiu 58%, o Núcleo de Leite Humano do Hospital do Gama passou a necessitar de um estoque maior de frascos. Eles devem ser de vidro e com tampa de plástico (tipo café solúvel ou maionese) para armazenar o material coletado.

 

“Em março, realizados mais de 40 cadastros. Hoje, contamos com 141 doadoras e já estamos com os estoques bem reduzidos. No momento precisamos de 250 frascos, que serão divididos para a coleta externa e para a pasteurização do leite”, informou a nutricionista Lílian Duarte.

 

Conforme a nutricionista, em fevereiro, cem crianças que estavam internadas no berçário patológico e na maternidade foram alimentadas com o leite humano pasteurizado.

 

Qualidade garantida


O leite materno coletado passa por um rigoroso processo de controle de qualidade. Durante a análise do produto, é verificada a presença de impurezas e, quando encontradas, o leite é descartado.

 

Quando aprovado, o produto vai para a pasteurização, onde os frascos permanecem na água quente em uma temperatura de 64 graus Celsius por mais de 30 minutos. Depois, os frascos são resfriados e mantidos no freezer em uma temperatura de 18 graus negativos.

 

O tempo de validade do leite pasteurizado e conservado nos potes é de seis meses. Interessadas em doar devem entrar em contato com o Banco de Leite do HRG, pelo telefone 3384-0337.

 

Cuidados


As doadoras devem adotar as seguintes medidas ao coletar o leite:

 

- utilizar frasco de vidro com tampa de plástico para armazenagem.

- colocar vidros e tampas numa panela e cobrí-los com água.

- ferver tudo por 15 minutos.

- deixar vidros e tampas escorrerem sobre um pano limpo até secar. Fechar o vidro sem tocar na parte interna da tampa.

- colocar uma touca ou lenço para cobrir os cabelos.

- colocar uma fralda ou máscara sobre o nariz e a boca.

- lavar as mãos e braços até o cotovelo com sabão e água.

- antes de iniciar a coleta, lavar as mamas apenas com água.

- secar as mãos e as mamas com uma toalha limpa.

- evitar conversar durante a retirada do leite.

- fazer a coleta quando as mamas estiverem muito cheias, antes ou depois das mamadas.

 

 

Fonte: Jornal de Brasília

 

 

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APESAR DE MAIS BARATO, CONVÊNIO COLETIVO OCULTA VÁRIAS ARMADILHAS

Operadoras estimulam pequenos grupos a se formalizarem como pessoas jurídicas para oferecer assistência médica mais barata. Vantagem, no entanto, pode virar dor de cabeça, alertam especialistas

A busca dos consumidores por preços mais acessíveis para ter acesso a planos de saúde privados — diante dos altos valores cobrados pelas operadoras — acaba abrindo as portas para armadilhas. A possibilidade de ter um plano coletivo de pequeno porte, com até três participantes, a preços muito mais baixos do que os que vigoram no mercado, por exemplo, pode se tornar uma grande dor de cabeça. Como os reajustes dos modelos coletivos não são controlados, há o risco de que as correções fujam do controle, especialmente em um convênio pequeno. Mesmo assim, 3 milhões de pessoas estão vinculadas a planos com menos de 30 beneficiários.

 
A maioria das operadoras não têm interesse em oferecer planos individuais — aqueles cujas mensalidades são reguladas pela Agência Nacional de Saúde (ANS). Preferem trabalhar com os coletivos, em que podem estabelecer livremente os reajustes anuais das prestações. O preço mais baixo, no início, é o grande atrativo. Para ser inscrito em um desses planos, o consumidor precisa ter registro no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ), o que não é difícil de obter, ou ser membro de alguma associação que tenha convênio com a operadora. Entre as possibilidades sugeridas aos clientes (geralmente por corretores), existe desde a formação de uma empresa com integrantes da própria família, até a filiação a organizações que existem praticamente só no papel e cobram uma taxa simbólica de adesão.

 

Os especialistas alertam que esse tipo de contrato esconde armadilhas. Se houver poucos beneficiários, não há como diluir o risco. Logo, se no convênio há uma pessoa mais velha, que utiliza recorrentemente os serviços, a mensalidade vai ficar mais cara para todo mundo. “Pode parecer vantajoso inicialmente, mas, no caso dos planos coletivos, a ANS não tem o poder de definir o reajuste, quem o faz é a própria administradora”, comenta a advogada especialista em planos de saúde Geovanna Trad.

 

Fonte: Correio Braziliense

 

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