PESQUISA USA LASER PARA ACABAR COM A VONTADE DE COMER

A descoberta, que ativa alguns neurônios, pode parar o consumo de alimentos imediatamente

Cientistas descobriram um aglomerado de células cerebrais que conseguem frear a vontade de comer em camundongos. E uma boa notícia para quem tem dificuldade de evitar a porção extra: ativar esses neurônios pode parar o consumo de alimentos imediatamente, de acordo com o estudo publicado na revista Nature Neurosciences.

 

Foto: Getty Images

 

Segundos os cientistas do Instituto de Tecnologia da Califórnia, as células nervosas atuam como uma mesa de controle central, combinando e retransmitindo mensagens diferentes no cérebro para ajudar a reduzir a ingestão de alimentos.

 

Usando raios laser eles conseguiram estimular esses neurônios, levando a uma parada completa e imediata no consumo de alimentos. Os pesquisadores acreditam que a descoberta possa contribuir, no futuro, para tratamentos de obesidade e anorexia entre humanos.

 

“Foi incrivelmente surpreendente”, disse à BBC David Anderson, principal autor do estudo. “Foi como se você apertasse um interruptor e impedisse que os animais se alimentassem.”

 

Interruptor
Os pesquisadores utilizaram produtos químicos para imitar diferentes cenários – incluindo sensações de saciedade, mal-estar, náuseas e amargura. Eles descobriram que os neurônios estavam ativos em todas as situações, o que sugere que integram a resposta a diferentes estímulos.

 

As células trabalhavam rapidamente quando os ratinhos tinham consumido uma refeição completa, o que indica que elas também podem desempenhar um papel importante na prevenção de excesso de alimentação.

 

“Estas células representam o primeiro foco bem definido que inibe a alimentação no cérebro”, disse Anderson.

 

“É provável que células similares existam no cérebro humano. Se isto for verdade e se for possível provar que estão envolvidas na inibição do apetite das pessoas, elas poderiam proporcionar tratamento para muitas desordens alimentares.”

 

O próximo passo, segundo os pesquisadores, seria investigar como esse aglomerado de células interage com outros centros nervosos, já conhecidos, envolvidos na ingestão de alimentos.

 

Os neurônios estudados na pesquisa atual estão localizados em uma região do cérebro conhecida como amígdala – uma área que também está associada a emoções como estresse e medo.

 

“Esta é uma contribuição muito importante”, avaliou Mohammad Hajihosseini, da Universidade de East Anglia, Reino Unido, que não participou da pesquisa. “Os pesquisadores partiram de trabalhos anteriores e encontraram outro pedaço do quebra-cabeça no circuito longo e complexo envolvido no controle do apetite no cérebro. Uma das próximas perguntas a responder é se esses neurônios poderiam ser um importante elo entre a alimentação e as emoções.”

 

Fonte: Portal Terra

Categoria: Acontece
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DIETAS MUITO RESTRITIVAS PODEM AUMENTAR CHANCES DE INFECÇÃO

Certas tensões, como fome, podem prolongar a vida, mas prejudicam a função imunológica

Dietas muito restritivas, como a 5:2, em que as pessoas consomem apenas 25% das calorias diárias em dois dias da semana, podem até aumentar a longevidade, mas isso tem um custo: 20% mais chances de ter infecções. Essa é a constatação de uma pesquisa da Universidade de Bath, na Inglaterra. Os dados são do jornal Daily Mail.

 

Foto: Getty Images

 

Especialistas descobriram que os genes das moscas de frutas que são ativados por uma infecção fúngica são muito semelhantes ou idênticos aos genes ativados em pessoas quando restringem sua dieta. Quando expostas à doença causada por fungos, as vidas das moscas foram prolongadas 14%, mas a análise de 30 mil exemplares mostrou que a susceptibilidade a outras infecções aumentou em 20%.

 

“Sabemos que certas tensões, como a fome ou a exposição a patógenos, podem prolongar a vida e aumentar a fertilidade, mas descobrimos que, ironicamente, isso tem um porém em termos de função imunológica”, contou o professor de biologia e bioquímica Nick Priest, que liderou o estudo. “Nossos resultados não são tão surpreendentes. Sabemos há décadas que os ratos esfomeados são mais propensos a sucumbir a infecções graves.”

 

O profissional também afirmou que há benefícios claros em dietas como a 5:2, mas é preciso pensar no longo prazo e em seus efeitos colaterais. “Isso mostra que mesmo a fonte da juventude deve vir com uma etiqueta de aviso”, finalizou.

 

Fonte: Saúde Terra

Categoria: Acontece
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TRATAMENTO A LASER DIMINUI EXCESSO DE SUOR NAS AXILAS

A enfermeira Bernice Thompson desenvolveu hiperidrose após ser mãe e enfrentou por dois anos constrangimentos por conta do suor exagerado

A enfermeira Bernice Thompson de Cardiff desenvolveu hiperidrose após o nascimento de sua filha, há três anos e meio. Desde então, ela passou a sofrer com o excesso de suor e manchas nas roupas que a deixavam constrangida. O uso de diversas marcas de desodorante foi inútil para o problema de Bernice. Após mais de dois anos sem encontrar uma solução, ela descobriu um tratamento a laser que prometia matar as glândulas sudoríparas nas axilas e mostrou bons resultados. As informações são do Daily Mail.

 

Enfermeira passava constrangimentos no trabalho por ficar com a roupa molhada

 

Bernice fez tratamentos com botox, que deu resultado a curto prazo, mas não resolveu o problema. “Eu me sentia completamente envergonhada sobre como as manchas iriam aparecer em meu jaleco. Eu sabia que os pacientes pensariam que eu estava suja e poderiam até sentir o cheiro”, contou.

 

Com o novo procedimento, porém, ela conseguiu trabalhar sem que uma gota de suor fosse vista em seu uniforme. O problema de hiperidrose nas axilas respondeu bem ao laser e ainda ajudou na diminuição de pelos na região, segundo relatou a enfermeira.

 

O procedimento, que custa cerca de R$ 11 mil,  geralmente dura uma hora e um segundo procedimento é normalmente recomendado cerca de três meses depois para criar resultados permanentes.

 

Fonte: Portal Terra

Categoria: Acontece
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QI GONG: UMA PRÁTICA PARA A SAÚDE

Qi Gong (lê-se em português Ti kun) É um termo de origem chinesa que se refere ao trabalho/exercício (Gong) de cultivo da Energia Vital (Qi), para sua melhor circulação no corpo.

 

O Qi Gong não foi criado por um único indivíduo e resulta de milhares de anos de experiências dos chineses no uso da energia para tratar doenças, promover a saúde e a longevidade, melhorar as habilidades de luta, expandir a mente, alcançar diferentes níveis de consciência e desenvolver a espiritualidade. As diversas técnicas de Qi Gong desenvolveram-se separadamente em diversos locais da China, mas em muitos casos se influenciaram mutuamente.

 

O termo Qi Gong é relativamente recente, data do início do século XX, sendo aplicado hoje a múltiplos exercícios para desenvolvimento da força (física, energética, mental e espiritual) ou para fins terapêuticos, mediante a utilização do Qi.

 

Diversos estudos científicos sobre a eficiência das práticas de Qi Gong e seus princípios estão sendo realizados atualmente. Durante os primeiros anos da década de 1970 foram realizadas pesquisas pioneiras sobre o Qi Gong, que comprovaram seus efeitos no corpo humano e a existência do “Qi” através de métodos científicos ocidentais.  Destas se destaca a de Gu Hansen e Lin Houshen, do Instituto de Qi Gong e Medicina Chinesa de Shangai, que comprovaram que o Qi pode ser medido por sensores infravermelhos; seus resultados foram aceitos e debatidos com entusiasmo pela maioria da comunidade científica internacional.

 

O curso de Pós-Graduação em Acupuntura oferecido pelo UDF/Instituto Ta consta em seu currículo a disciplina de Prática de Qi Gong para harmonização interna dos estudantes, futuros terapeutas.

 

A Autora

 

Elizabeth Dias Parente. Graduada em Ciências Sociais e Educação Física. Especialista em Metodologia do Ensino da História e Esporte Escolar. Extensão Universitária em Dança Circular. Formação em Dança Sênior, Lian Gong em 18 Terapias, Qi Gong e  Tai Chi Chuan. Estudo de Ballet Clássico e Contemporâneo por 10 anos. Docente há 25 anos. Experiência de 15 anos como professora do Ensino de 3º grau em IES da rede particular de ensino. Atua como tutora à distância e supervisora de disciplinas em EAD pela UAB/UnB desde 2011.

Categoria: Retrato
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ENTENDA POR QUE DORMIR DEMAIS DEIXA AS PESSOAS COM SONO

Horas extras na cama interrompe rotina do sono e quebra ciclo de repouso, o que causa ainda mais exaustão

Dormiu mais do que o normal na noite passada, mas continua cansado? Pois é, ao contrário do que se imagina, ter horas extras de sono pode não ser a cura para o cansaço. Isso porque o corpo funciona dentro de uma rotina de sono e está adaptado e acostumado com esta consistência. Ficar mais tempo na cama interrompe justamente este ritmo já estabelecido. As informações são do site The Huffington Post.

 

“Quantidade não é qualidade de sono”, alerta especialista

Foto: Getty Images

 

Segundo Michael J. Breus, especialista da Academia Americana da Medicina do Sono, a média de um ciclo de sono é de 90 minutos, o que significa que as pessoas têm aproximadamente cinco etapas dessas durante uma noite de 7,5 horas de repouso. Portanto, quem fica uma hora a mais na cama além do que está acostumado desperta no estágio 3 ou 4 deste ciclo, que representa o sono profundo. Além de ser mais difícil acordar nesta fase, é a interrupção desta etapa completa que deixará a pessoa exausta e desanimada durante todo o dia. “Vale lembrar que quantidade não é qualidade. Você pode dormir muito e ainda ser estar privado de um bom sono”, afirma o especialista.

 

Para ter uma qualidade melhor de sono, o ideal é marcar o horário que precisa levantar da cama de manhã e diminuir 7,5 horas para assim encontrar o tempo certo de ir dormir e poder completar os cinco ciclos completos durante a noite.

 

Fonte: Portal Terra

Categoria: Acontece
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A CIÊNCIA DO EXERCÍCIO: DA PERFORMANCE À SAÚDE

Por: Grupo Ciência para Saúde

 

A Ciência do Exercício é uma disciplina criada há poucas décadas que tenta entender porque e como a prática de exercício afeta nosso corpo e nos faz bem. Ela estuda a anatomia, a fisiologia e o movimento humano, os ossos, os músculos e outros tecidos para também melhorar a performance de um atleta e saber como prevenir lesões. Essa ciência tem se voltado cada vez mais para os campos da saúde, fitness, medicina e reabilitação e ainda procura entender como a nutrição afeta o corpo e o desempenho.

 

Mais recentemente, a Ciência do Exercício também entrou na era do genoma passando a integrar uma abordagem molecular junto à fisiologia do exercício. Desde o Projeto Genoma Humano, que sequenciou o DNA da nossa espécie, tem havido vários avanços nessa área, revolucionando o modo de entender processos biológicos e fisiológicos. Descobrimos regiões de DNA com variações e genes que estão relacionados com a aptidão física. Um exemplo é o gene GDF8 (ou MSTN), que produz a proteína chamada miostatina. A miostatina controla o tamanho dos músculos. Quanto mais miostatina, menos massa muscular e, quanto menos miostatina, mais massa muscular. Se a pessoa não possuir o gene GDF8 ou se o gene for defeituoso e produzir pouca miostatina funcional, o músculo continua crescendo. Esse fenômeno foi observado pela primeira vez no gado belga-azul, também conhecido como super gado. Ele desenvolve de duas a três vezes mais massa muscular que o gado normal. Há relatos de casos semelhantes em cachorros, camundongos e até bebês. Em humanos, esses indivíduos podem possuir até duas vezes mais massa muscular que o normal. Vários fisioculturistas produzem pouca quantidade de miostatina ou nem têm o gene.

 

Outro exemplo de como a genômica e a biologia molecular podem contribuir para entendermos sobre aptidões para certos exercícios é o gene ATCN3. Esse gene produz uma proteína que é expressa em fibras musculares rápidas. O músculo é composto por fibras musculares e há, basicamente, dois tipos dessas fibras: lentas e rápidas. As fibras lentas são resistentes ao cansaço e especializadas para uma atividade contínua, como maratonas. As fibras rápidas são pouco resistentes ao cansaço e contraem rapidamente. São úteis para levantadores de peso e corredores de curta distância, que precisam de uma “explosão de energia”. Cada pessoa expressa os tipos de fibras musculares de forma um pouco diferente: algumas têm mais fibras rápidas, outras têm mais fibras lentas. Quem tem uma variação do gene ATCN3 que é capaz de produzir uma proteína mais ativa, é mais apto para provas de curta distância ou duração.

 

Mas não se enganem, os genes sozinhos não determinam o sucesso de um atleta, até porque o meio ambiente pode alterar a expressão dos genes. Além do treinamento e disciplina, outras influências são importantes, como família, sociedade, atitudes culturais e históricas. O conhecimento molecular sobre o corpo e o exercício pode ser aplicado para desenvolver marcadores medidos com uma única gota de sangue que ajudarão a orientar melhor o treinamento, potencializando a capacidade de cada um. Além da utilização no exercício, é possível que tais conhecimentos sejam aplicados para a população de modo geral, inclusive para tratamento de doenças. O gene GDF8, que regula a massa muscular, por exemplo, representa um ponto de partida importante para desenvolver remédios que bloqueiam a miostatina e que poderão ser usados para tratar distrofia muscular e outras condições que levam à perda de músculo, dificultando a locomoção.

 

A utilização da Ciência do Exercício junto a modernas técnicas de análise molecular se tornou uma abordagem imprescindível para melhor compreendermos como o exercício físico pode atuar na prevenção e no tratamento de inúmeras doenças crônicodegenerativas de grande prevalência e incidência mundial, como a obesidade, o diabetes tipo II e as doenças cardiometabólicas. Pesquisas nessa área são norteadas pelos fortes indícios do papel do exercício físico na manutenção e na preservação da saúde, sendo também considerado um agente não farmacológico no tratamento de inúmeras doenças. Por fim, cabe ressaltar que a utilização do exercício físico como agente terapêutico tem outro ponto extremamente relevante: sua prática rotineira não requer necessariamente algum gasto financeiro, uma situação completamente oposta aos elevados gastos com saúde pública em decorrência do tratamento da obesidade, do diabetes tipo II e da hipertensão.

 

Nesse sentido, a popularização da Ciência do Exercício com pesquisas no campo da Genética e da Biologia Molecular se consolidam cada vez mais, como aconteceu naturalmente com a Fisiologia do Exercício clássica. Atualmente, um dos grandes desafios da área é a popularização destas técnicas modernas, antes apenas restritas às Ciências Biológicas. Assim, se torna mais importante que os profissionais da área da saúde tenham uma boa base fisiológica e estejam atualizados e familiarizados com estas novas ferramentas, levando a um conhecimento mais profundo e prático do papel do exercício para a saúde.

 

Os Autores

 

Grupo Ciência para Saúde é formado pelos pesquisadores e acadêmicos; Clarissa Gomes, Bernardo Petriz e Jeeser Almeida. O grupo tem como objetivo disseminar de forma clara e objetiva a Ciência da Saúde e seus princípios voltados para a prevenção e o tratamento de doenças crônico-degenerativas.

 

Currículo dos autores

 

Clarissa Pedrosa da Costa Gomes: Doutora pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Genômicas e Biotecnologia da Universidade Católica de Brasília. Realizou o estágio doutoral Institute for Systems Biology (Seattle, EUA). Tem experiência na área de Biologia Molecular e Bioquímica, com ênfase em Biotecnologia, atuando principalmente nos seguintes temas: biologia molecular, epigenética e exercício. http://lattes.cnpq.br/9081772163696021

 

Bernardo Petriz: Doutorando pelo Programa de Pós Graduação em Ciências Genômicas e Biotecnologia da Universidade Católica de Brasília, com estágio doutoral no Structural Genomics Consortium na University of Oxford UK (2012-2013). Atuando na área de proteômica, transcriptômica e bioquímica do músculo cardíaco e esquelético, e microbiota intestinal, com ênfase nos efeitos do exercício físico agudo e crônico sobre a obesidade e hipertensão. http://lattes.cnpq.br/3343118797634636

 

Jeeser Alvez de Almeida: Doutor em Educação Física (2014) pela Universidade Católica de Brasília, atualmente realiza estágio pós-doutoral na Universidade de Brasília – UnB. Estuda o campo da fisiologia do exercício clínico nas respostas morfofuncionais frente ao exercício físico. Possui experiência em modelo animal e estudos com populações especiais (Obesidade, Diabetes e Hipertensão).  http://lattes.cnpq.br/2013004154780922

Categoria: Retrato, UDF pra você
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DE PIPOCA A FEIJÃO: VEJA 25 MELHORES COMIDAS PARA EMAGRECER

Comer certo é muito melhor do que ficar se privando; saiba quais os aliados que ajudam os ponteiros a diminuir

Fazer exercícios regularmente é ótimo para ganhar músculos e perder gordura, mas para realmente ver o peso cair, é a alimentação que importa. Isso não significa, claro, privar-se de todo e qualquer alimento - é sobre fazer escolhas acertadas na hora de comer.

 

O site FitSugar reuniu os 25 melhores alimentos que são aliados na hora de perder peso.

 

Canela
Mesmo uma pitada de canela ajuda a regular os níveis de açúcar no sague, curar desejos por comidas gordas e acelerar o metabolismo, então polvilhe um pouco no seu café da manhã ou em um smoothie e curta os benefícios.

 

 

Maçã
Das frutas com bastante pectina, uma fibra solúvel que ajuda a fazer você se sentir satisfeita. Comer uma maçã no lanche te deixa com menos fome na hora das refeições.

 

Chá verde
Tomar uns goles de chá verde ao longo do dia é uma ótima maneira de acelerar o metabolismo e controlar o apetite, ao mesmo tempo que hidrata o corpo.

 

Batata
Sim, ela é cheia de carboidratos, mas não é inimiga. Um estudo de 2008 descobriu que batatas ajudam as pessoas a se sentirem mais satisfeita. Cheias de fibras, mas sem taaantas calorias, elas podem ser parte de sua dieta - mas sem manteiga ou bacon.

 

Sopas
A melhor amiga de quem está tentando comer de maneira saudável. Elas enchem o estômago, são razoavelmente convenientes e tem poucas calorias.

 

Pera
Como as maçãs, as peras têm bastante fibra pectina, que suprime o apetite. Coma uma (com pele!) quando estiver com vontade de sucumbir aos desejos na frente de um doce.

 

Vinagrete
Um vinagrete simples e caseiro é cheio de ingredientes bons, sem deixar de lado o sabor. Você pode acrescentá-lo às saladas ou sobre peixes e frangos. Com pimenta, os benefícios são ainda maiores.

 

Frutas vermelhas
Estudos mostram que um dos antioxidantes encontrados nas frutas vermelhas, a antocianina, pode alterar a atividade dos genes em células de gordura, dificultando o ganho de peso. Mirtilos são especialmente recheados com o benefício (até por isso a coloração azulada).

 

Carnes magras
É uma fonte excelente de proteínas para construir músculos e manter o estômago cheio, mas escolher as mais gordurosas não é a melhor ideia para sua cintura ou sua saúde.

 

Hummus
Faça uma porção e deixe na geladeira para nunca mais recorrer a um lanchinho pouco saudável. Ele pode cobrir vegetais crus, completar saladas ou substituir a maionese nos sanduíches - salvando várias calorias no processo.

 

Chocolate amargo
Quem come um quadradinho de chocolate amargo todos os dias relata ter menos desejos por sobremesa, então faça um estoque de chocolate de alta qualidade para ter mais forças contra os cookies que estão na cozinha.

 

Oleaginosas
Um estudo de 2011 descobriu que pessoas que comiam cerca de 30 gramas de oleaginosas, como nozes e castanhas, por dia também tinha níveis mais altos de serotonina, o hormônio do bem-estar, que, além de combater o stress, também age como supressor de apetite.

 

Mingau de aveia
Pode fazer uma papinha sim. Um estudo recente descobriu que quem substituía os cereais industrializados por mingau de aveia consumia a mesma quantidade de calorias, mas se sentia satisfeito por mais tempo, graças à alta concentração de fibras do mingau.

 

Abacate
Use gordura contra gordura: abacate, especificamente os avocados, são ricos em ácidos de gorduras monosaturadas, que ajudam a diminuir a gordura da barriga.

 

Pipoca
Cheia de antioxidantes e com poucas calorias, a pipoca é um ótimo substituto quando você está com vontade de lanchinhos gordurosos e salgados. Só não vale cobrir com manteiga derretida.

 

Ovos
Vá em frente, coma o ovo inteiro - as gemas são cheias de nutrientes. Além disso, comer ovos no café da manhã (ou a qualquer momento do dia) pode adicionar bastante proteína à refeição. O resultado? Você se sente mais satisfeita, e por mais tempo.

 

Abóbora
É a arma secreta de quem vive em dieta com pouco carboidrato: asse uma abóbora e retire o recheio com uma colher. Com apenas 42 calorias por porção, você tem a sensação de que está comendo algum tipo de macarrão, mas de um jeito muito mais saudável.

 

Pimentas
Capsaicina, o componente das pimentas que dá o ardor, tem propriedades que ajudam a acelerar o metabolismo.

 

Batata doce
São ricas em fibras, que ajudam a manter a sensação de saciedade e a controlar os níveis de açúcar no sangue — o que ajuda a controlar os desejos e a perder peso.

 

Quinoa
Ela é uma supercomida, e com razão — o pseudogrão é uma excelente fonte de proteínas e fibras.

 

Salmão
Peixes como o salmão são fontes incríveis de omega-3, que são ótimos por mil razões, inclusive diminuir a pressão sanguínea e ajudar na saúde do seu coração. Mas o omega-3 também ajuda a reduzir inflamações no corpo, fazendo com que ele se recupere mais rápido depois de uma sessão longa de exercícios. Além disso, o salmão é rico em proteínas.

 

Lentilha
Além de ser rica em proteínas e fibras, a lentilha também é uma ótima fonte de amido resistente, um tipo de carboidrado que pode ajudar a queimar mais gordura e perder peso mais rapidamente.

 

Chia
Fibras, proteínas e omega 3 - sementes de chia tem tudo isso. Além disso, elas crescem quando são misturadas em algum líquido, o que ajuda a trazer a sensação de saciedade com porções menores.

 

Iogurte grego
Estudos mostram que pessoas que comem laticínios em uma dieta de poucas calorias perdem mais peso do que as que não comem. O iogurte grego é uma opção excelente por ser cheio de proteínas e muito versátil.

 

Feijão
Ele dura bastante na despensa e é uma fonte incrível de proteínas, então faça um estoque de feijão para ter refeições saudáveis, com poucas calorias e cheias de memórias da infância.

 

Fonte: Portal Terra

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SEM DOR NAS COSTAS COM EXERCÍCIOS

O tempo em que ela era motivo para ficar em casa, em vez de malhar, já era. Hoje, a ginástica é mais solução do que problema para esse mal moderno – basta escolher a modalidade certa.

Você passa várias horas trabalhando na frentedo computador e gasta um tempão presa no trânsito todo dia. Na academia, faz seu treino de olho no relógio e, quando chega em casa à noite, só quer se jogar no sofá de qualquer jeito para assistir à sua novela. Antes de dormir, aproveita para ler um pouco na cama e não resiste àquela acessada no seu perfil no Facebook – e, confesse, já chegou até a pegar no sono conectada -, com o corpo todo torto. Essa rotina parece a sua? Você não está sozinha – nem nos hábitos nem no risco de sofrer de dor nas costas, já que ela é resultado principalmente da nossa postura errada no dia a dia. De acordo com um estudo da Escola Nacional de Saúde Pública, 36% dos brasileiros se queixam do problema. Dado mais alarmante: a Organização Mundial de Saúde estima que 80% da população global teve, tem ou terá dor nas costas em algum momento da vida. “A mais comum é na região lombar, causada principalmente por sedentarismo, excesso de peso, erros na execução dos exercícios e postura errada no dia a dia, como sentada diante do computador e na posição escolhida para dormir”, esclarece o fisioterapeuta esportivo David Homsi, de São Paulo.

 

Drama feminino
Nós, mulheres, somos vítimas em potencial. Além da anatomia que convida a desequilíbrios posturais – quadris mais largos e joelhos em xis -, há os fatores salto alto, bolsa pesada carregada em um ombro só, exagero de exercícios para o bumbum, mania de encolher a barriga a fim de parecer mais magrinha… Todos vilões da dor. “No consultório, atendo três mulheres para cada homem”, confirma o ortopedista Moisés Cohen, chefe do departamento de ortopedia e traumatologia da Unifesp e diretor do Instituto Cohen de Ortopedia, Reabilitação e Medicina do Esporte, em São Paulo. Isso sem falar no momento da gravidez – quando o peso corporal aumenta e a sobrecarga na coluna também – e no stress da vida moderna, que deixam a gente com a sensação de carregar o mundo nas costas e faz o corpo sofrer de verdade.

 

Procura-se alívio
Quem já deu um mau jeito nas costas ou sentiu a coluna travar de repente sabe o tamanho do incômodo. No auge da dor, vale tudo: analgésico, massagem, acupuntura, fisioterapia, repouso absoluto…Todas são alternativas válidas para o alívio do desconforto desde que adotadas com orientação médica. Também é importante descobrir a origem do problema, pois há casos em que a dor nas costas é um alerta de problemas respiratórios, renais e gastrointestinais ou hérnia de disco, que se forma quando os discos intervertebrais saem da posição normal e comprimem as raízes nervosas entre as vértebras da coluna. Descartadas essas opções, esqueça qualquer desculpa para não malhar. Exercitar-se é unanimidade entre os especialistas como uma ferramenta para fortalecer o corpo, aumentar a elasticidade dos músculos das costas e relaxar – e, portanto, prevenir e tratar a dor. Nossos especialistas apontaram as aulas mais indicadas para isso, mas, antes, um alerta: se a dor persistir, consulte um ortopedista ou médico do esporte a fim de investigá-la e encontrar a melhor solução.

 

Musculação
“É essencial para fortalecer o core (que engloba os músculos do abdômen, da parte de baixo das costas e dos quadris), responsável pela sustentação da coluna”, fala Antônio Caputo, educador físico especializado em reabilitação, do Rio de Janeiro. “Quando você reforça essa musculatura, equilibra a forças entre a parte da frente e a de trás do corpo, diminuindo o risco de dor nas costas.” A orientação de um professor é chave para evitar erros na execução e exagero nas repetições ou na escolha das cargas – o que pode piorar a situação, em vez de melhorar. Para quem está começando, pegar leve é a regra número um. “Uma boa ideia é apostar em exercícios que usam somente o peso do corpo, em vez de partir para as máquinas”, reforça Caputo.

 

Natação
A fama de aula completa não é à toa: ela alonga o corpo, tonifica os músculos, trabalha a respiração e desestressa – todos benefícios que se refletem em costas sem dor. O esporte leva vantagem também porque a flutuação quase anula a ação da gravidade e, com isso, a pressão na coluna. “A água aquecida relaxa, funciona como um analgésico natural e aumenta o bem-estar de quem sente dor”, acrescenta a professora de educação física Renata Rodrigues, da Cia. Athletica no Rio de Janeiro. Mas atenção antes de pular na água. “Dependendo da causa da dor, nados borboleta, peito e crawl devem ser evitados, pois podem forçar as costas e o pescoço”, avisa Renata.

 

Pilates
Mesmo quem procura o método por outras razões – barriga durinha, músculos desenhados, mais alongamento – acaba prevenindo (ou aliviando, caso já tenha) a dor na lombar. “Os movimentos focam a estabilização da coluna e trabalham flexibilidade, força e equilíbrio”, diz Rafaela Porto, de São Paulo, instrutora pelo método Stott Pilates. Isso faz do pilates uma atividade ótima tanto para fortalecer o corpo quanto para tratar a dor, seja qual for a origem. Antes de começar, converse com o professor para saber se é preciso restringir algum tipo de posição. Se não houver limitação, até as grávidas podem aproveitar a prática para ajudar no controle do peso, na hora do parto (o abdômen mais forte facilita a saída do bebê) e na volta ao corpo de antes.

 

Treinamento funcional
“Um dos segredos do sucesso da aula se deve à infinidade de movimentos possíveis e do uso de acessórios como elásticos e bolas para desafiar o corpo de forma dinâmica e de acordo com a condição física e o objetivo de cada um”, fala Jackeline Figueiredo, fisioterapeuta do Rio de Janeiro. Para quem sente dor ou tem algum problema de coluna, a atividade pode ser usada como reabilitação – foi essa a aplicação original do funcional, quando foi idealizado, há pelo menos duas décadas: recuperar atletas lesionados e prepará-los para continuar tendo um bom desempenho em suas modalidades.

 

Guarde suas costas
Desvendamos alguns mitos e verdades quando o assunto é dor e atividade física!

 

Correr é proibido para quem tem dor nas costas.
DEPENDE. Da intensidade da corrida, do peso da corredora, do jeito como você corre. Se você ainda está muito acima do peso (cerca de 10 quilos), é bom secar antes de começar a correr, pois o impacto da atividade pode levar a lesões nas costas. Também é bom fazer musculação para lombar, pernas e abdômen para reforçar a estrutura do corpo.

 

Quem tem hérnia de disco não pode fazer exercício.
MITO. Até algum tempo atrás, pensava-se que a cirurgia era a única solução para a hérnia, mas esse conceito está ultrapassado. Hoje, grande parte dos casos é resolvida só com exercícios, que têm que ser indicados individualmente.

 

Estalar a coluna é bom para colocá-la no lugar.
MITO. Essa não é a melhor maneira de colocar o corpo no eixo, muito menos com a ajuda do namorado, de uma amiga ou de qualquer pessoa que não tenha estudado e se preparado para dar o tranco do jeito certo, o que pode piorar (e muito) a situação. O desalinhamento pode acontecer por causa da contração da musculatura das costas, que provoca dor e faz você se entortar a fim de encontrar uma posição mais confortável.

 

Quem tem dor nas costas não pode fazer spinning.
MITO. Desde que a bicicleta seja regulada de acordo com a sua altura, não há impedimento. “A altura do guidão e do selim deve ser ajustada para que o corpo fique ereto, e as pernas, esticadas (sem hiperestender os joelhos) enquanto você pedala”, observa David Homsi. Também é bom manter o abdômen contraído e evitar carga muito pesada e pedaladas em pé.

 

Três pecados para a coluna
Conheça – e evite – os erros mais comuns na hora de fazer atividade física

 

Exagerar na carga
Aumentar bruscamente o peso usado nos exercícios também. “Quem quer levantar mais do que aguenta acaba sobrecarregando outras partes do corpo, além da coluna, para conseguir realizar o movimento”, fala o educador físico Antônio Caputo, do Rio de Janeiro. O certo é evoluir aos poucos.

 

Não estabilizar a coluna
Quadris encaixados e abdômen contraído protegem a lombar e minimizam o perigo de se machucar durante o exercício. “Flexionar os joelhos, encostar em uma parede e deitar em um banco reto são outras maneiras de preservar a coluna na musculação”, avisa David Homsi.

 

Agachar errado
Esse é o movimento mais simples que há, mas muita gente erra na execução. Moisés Cohen dá a dica para fazer com perfeição – e sem perigo – o exercício campeão para coxas e glúteos. “Mantenha as costas retas, sem empinar o bumbum, para não forçar a lombar”, diz. “Os joelhos não devem ultrapassar a ponta dos pés na hora do agachamento, pois, a partir desse ponto, você estará jogando a carga na articulação, e não mais na coxa”, completa.

 

Fonte: Boa Forma

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