BEBIDA ALCOÓLICA NÃO DIMINUI CONSCIÊNCIA, MAS INIBE REMORSO

Pesquisa mostra que a consciência sobre os erros não diminui, mas o sentimento de culpa e vergonha, sim

Pode ser fácil culpar o álcool por ligações ou mensagens inesperadas para um ex, por exemplo, mas um novo estudo mostrou que essa não é uma desculpa aceitável.

 

Sentimentos como culpa e remorso são inibidos pelo consumo de álcool, diz estudo

 

Os pesquisadores da University of Missoury, liderados pelo professor Bruce Bartholow, sugerem que o álcool não inibe a capacidade de as pessoas saberem o que estão fazendo, mas inibe o sentimento de culpa, remorso ou vergonha. O estudo mediu as respostas baseando-se em padrões cerebrais.

 

Os pesquisadores dividiram os 67 participantes em três grupos e pediram que um ingerisse álcool antes de completar tarefas de reconhecimento de erros em um computador. Aqueles que beberam álcool se mostraram tão conscientes diante dos erros quanto o grupo de sóbrios, com a diferença que o primeiro grupo mostrou se importar menos, segundo informações do site do jornal britânico Daily Mail.

 

A um grupo – formado por homens e mulheres – foi dado refrigerante; outro grupo tomou um placebo e um terceiro ingeriu vodca com tônica.

 

Cada um deles tinha que completar uma tarefa de reconhecimento de erros. De acordo com as conclusões, os três grupos estavam conscientes sobre os erros, embora a preocupação ou o remorso com os erros tenha se mostrado menor entre os que ingeriram bebida alcoólica.

 

Fonte: Portal Terra

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ESTÁ DIFÍCIL PERDER OS ÚLTIMOS QUILINHOS? ENTENDA O MOTIVO

Se a pessoa mantém a atividade física e a dieta equilibrada, está perdendo gordura, mesmo que não note na balança, porque os músculos que adquiriu pesam mais que a gordura

Ao iniciar qualquer dieta para perda de peso, os primeiros quilos parecem dar adeus rapidamente, o que aumenta a confiança e determinação para manter os hábitos saudáveis. No entanto, quando está quase perto do “peso ideal”, se torna difícil eliminar o pouco que resta. Já passou por isso? Entenda o motivo e saiba como se sair bem dessa, com explicações da especialista em gestão de peso Sally Norton, listadas no site Female First:

 

Primeiro, não entre em pânico! Isso acontece com todos. O resto de peso extra é realmente o mais difícil de perder porque é nesse momento em que o corpo queima muito menos calorias porque está mais leve. Isso acontece porque 60% a 75% das calorias que queima são eliminadas pelas funções diárias, não pelo exercício, e você queima menos quando pesa menos justamente porque precisa de menos energia para mover o corpo.

 

Foto: Getty Images

 

O corpo também precisa de tempo para se ajustar e chega até a tentar impedi-lo de perder mais peso, alterando níveis hormonais para incentivá-lo a comer mais e fazer menos exercícios.

 

A boa notícia é que, se você mantém a atividade física e a dieta equilibrada, você está sim perdendo gordura, mesmo que não note na balança. Isso porque os músculos que adquiriu pesam mais que ela. Estar tonificado e em forma é mais importante que estar mais leve, certo?

 

Certifique-se que seu objetivo de perda de peso é realista. Se você tem mais músculos, você talvez seja destinado a um peso maior. Não se esqueça, trata-se de um peso saudável e sustentável. Cheque, portanto, suas medidas de cintura e quadril regularmente, porque elas sim são um reflexo melhor de sua saúde.

 

Mantenha a rotina saudável e saiba que, quanto mais músculos construir, mais calorias vai queimar, e o exercício vai aumentar a “gordura marrom”, que queima mais calorias. Seja paciente e não desanime.

 

Fonte: Terra Saúde

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PÓS-GRADUAÇÃO, POR QUE FAZER?

 

Sobre o Coordenador:

 

Homero Bernardo atua no curso de Acupuntura e Práticas de Saúde e Longevidade e é fisioterapeuta com especialização em fisioterapia desportiva, Acupuntura e Yoga. Além de vários cursos de formação no Brasil, fez cursos complementares de acupuntura também no México e na China. Abriu a Escola de Formação em Acupuntura em 1990 e hoje, além de atuar como coordenador e docente do curso no UDF, dirige uma clínica conceituada e ministra palestras e seminários baseados nessas ciências milenares para a melhoria da qualidade de vida das pessoas.

 

 

Sobre o(s) curso(s):

 

Pós-Graduação Lato Sensu em Acupuntura e Práticas de Saúde e Longevidade no UDF.

 

Público-alvo:

 

Profissionais da área de saúde: fisioterapeutas, psicólogos, educadores físicos, enfermeiros, biólogos, farmacêuticos, médicos, odontólogos, fonoaudiólogos, biomédicos, veterinários, entre outros. Para todos os profissionais da área de saúde que queiram incorporar em sua vida os ensinamentos da Medicina Chinesa.

 

 

Os diferenciais do(s) curso(s):

 

O curso de Pós-Graduação em Acupuntura prima desenvolver no aluno habilidades para exercer a técnica em sua área de formação, aplicando o conhecimento do diagnóstico energético funcional da Acupuntura para a elaboração de um plano de tratamento que utiliza diversas técnicas da Medicina Tradicional Chinesa como: Acupuntura, Moxabustão, Ventosaterapia, Eletroacupuntura, Laseracupuntura, Fitoterapia, Dietoterapia Chinesa, Auriculoacupuntura, Guashá, técnicas corporais, entre outras. É estimulado o serviço de atendimento à população carente no ambulatório do UDF e está inserido no currículo encontros e vivências práticas em contato com a natureza. O curso possui um convênio educacional com a Universidade de Nanjing, na China, onde os alunos são levados regularmente para complementação de estudos.

 

Mais informações: Através do email “posgraduacao@udf.edu.br ” ou pelo site www.udf.edu.br

 

Seu conhecimento no curso certo:

No UDF, é possível viver a experiência de tratar pessoas da comunidade e ter a chance de aprender e se aperfeiçoar em uma profissão que ajude as pessoas a terem mais saúde e qualidade de vida.

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CONHEÇA MÉDICO QUE SALVOU 50 MILHÕES DE VIDA COM RECEITA CASEIRA

A fórmula, hoje, é mundialmente conhecida: uma solução simples de açúcar, sal e água. Uma mistura que pode ter salvado até 50 milhões de pessoas.

 

Encontrar um equilíbrio entre esses elementos foi o feito essencial dela, e o médico Norbert Hirschhorn teve um papel-chave na descoberta das medidas certas na preparação do soro caseiro.

 

Um caso emblemático: depois de dois dias sofrendo diarreia, um bebê egípcio de três meses não tinha forças nem para levantar a cabeça e mamar no peito da mãe.

 

Médicos temiam pelo pior: a diarreia grave é uma das principais causas de morte em países em desenvolvimento.

 

Com um tratamento simples, pouco mais de quatro horas depois ele estava bem o suficiente para retomar a amamentação – tudo graças a uma solução barata de açúcar e sal.

 

Hirschhorn descreve a transformação causada pela terapia de reidratação oral como incrível.

 

“Você entra em uma sala e a criança ou o adulto está perto da morte. Eles têm olhos fundos, respiram acelerado, a pele e as unhas estão azuladas”, conta.

 

Ver alguém se recuperar é “como ver Lázaro voltar dos mortos – um milagre”, diz ele.

 

Medida certa

 

Hirschhorn se envolveu em pesquisas sobre terapia de reidratação oral em 1964.

 

Ele prestava serviço militar nos Estados Unidos no serviço público de saúde e foi enviado para o que é hoje Bangladesh, que padecia de uma grave epidemia de cólera.

 

A cólera causa diarreia grave e pacientes rapidamente perdem muita água e sais. Os infectados ficam extremamente desidratados e podem entrar em choque e morrer em poucas horas.

 

Na região, até 40% dos moradores que não tratavam cólera estavam morrendo.

 

À época, o tratamento de reidratação era administrado por via intravenosa no hospital. Era caro, e muitas vezes, inalcançável para os que mais precisavam dele.

 

O objetivo era encontrar uma maneira de dar o tratamento por via oral e assim ajudar muito mais gente.

 

Outros haviam tentado no passado encontrar o equilíbrio certo de açúcar, sais e água para um tratamento oral. Hirschhorn trabalhava com o capitão Robert Phillips, que havia tentado ele próprio, sem sucesso, sua própria mistura anos antes. Vários pacientes morreram durante os testes.

 

Phillips estava muito receoso em deixar Hirschhorn realizar sua própria pesquisa.

 

“Ele já havia tentado a solução quando estava na Marinha em Taiwan e nas Filipinas, mas não acertou na medida, que era muito concentrada, e piorou as coisas”, disse Hirschhorn.

 

O trabalho de Hirschhorn se baseou nos estudos de Phillips e de outro colega, David Sachar. Sachar havia mostrado que o corpo poderia transportar sódio assim que glicose fosse adicionada – algo fundamental no combate à desidratação.

 

Mas a medida correta era fundamental: a quantidade maior ou menor de qualquer um dos ingredientes poderia fazer com que a solução não apenas não funcionasse, mas causasse danos mais graves.

 

“As proporções são cruciais. Para obter a absorção ideal de água, você precisa da mesma quantidade de glicose e sódio”, disse Hirschhorn.

 

Foi um estudo pequeno, de apenas oito pacientes, no qual a terapia de reidratação foi aplicada usando uma sonda nasogástrica, que provou que a combinação funcionava.

 

Hirschhorn disse que havia descrença de que uma mistura tão simples pudesse ser tão eficaz. “Sua simplicidade era sua própria inimiga. Levou muito tempo, muito tempo para convencer os pediatras de que fosse segura.”

 

A publicação científica Lancet descreveu a terapia de reidratação oral como “potencialmente o avanço médico mais importante” do século 20.

 

O Unicef, fundo da ONU para infância, disse que nenhuma outra inovação médica do século “teve o potencial de evitar tantas mortes em um curto período de tempo e custo tão pequeno”.

 

Agora, a eficácia é mundialmente conhecida e usada por médicos em clínicas e em casas por pais.

 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) adverte que a diarreia é a segunda principal causa de morte de crianças menores de cinco anos, responsável pela morte de cerca de 760 mil crianças por ano.

 

E qual é a sensação de saber que seus esforços ajudaram a salvar mais de 50 milhões de pessoas?

 

Hirschhorn conta a história de uma viagem ao Egito, muitos anos depois de seu trabalho clínico.

 

Durante uma conversa com um taxista, descobriu que o filho dele havia sido salvo por reidratação oral quando criança. O garoto cresceu para virar um jovem estudante, realizando seus próprios estudos científicos nos EUA.

 

“Essa troca”, diz Hirschhorn, ainda visivelmente emocionado, “teve um impacto grande em mim, tanto quanto todas as estatísticas juntas”.

 

Fonte: Saúde Terra

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PESQUISA USA LASER PARA ACABAR COM A VONTADE DE COMER

A descoberta, que ativa alguns neurônios, pode parar o consumo de alimentos imediatamente

Cientistas descobriram um aglomerado de células cerebrais que conseguem frear a vontade de comer em camundongos. E uma boa notícia para quem tem dificuldade de evitar a porção extra: ativar esses neurônios pode parar o consumo de alimentos imediatamente, de acordo com o estudo publicado na revista Nature Neurosciences.

 

Foto: Getty Images

 

Segundos os cientistas do Instituto de Tecnologia da Califórnia, as células nervosas atuam como uma mesa de controle central, combinando e retransmitindo mensagens diferentes no cérebro para ajudar a reduzir a ingestão de alimentos.

 

Usando raios laser eles conseguiram estimular esses neurônios, levando a uma parada completa e imediata no consumo de alimentos. Os pesquisadores acreditam que a descoberta possa contribuir, no futuro, para tratamentos de obesidade e anorexia entre humanos.

 

“Foi incrivelmente surpreendente”, disse à BBC David Anderson, principal autor do estudo. “Foi como se você apertasse um interruptor e impedisse que os animais se alimentassem.”

 

Interruptor
Os pesquisadores utilizaram produtos químicos para imitar diferentes cenários – incluindo sensações de saciedade, mal-estar, náuseas e amargura. Eles descobriram que os neurônios estavam ativos em todas as situações, o que sugere que integram a resposta a diferentes estímulos.

 

As células trabalhavam rapidamente quando os ratinhos tinham consumido uma refeição completa, o que indica que elas também podem desempenhar um papel importante na prevenção de excesso de alimentação.

 

“Estas células representam o primeiro foco bem definido que inibe a alimentação no cérebro”, disse Anderson.

 

“É provável que células similares existam no cérebro humano. Se isto for verdade e se for possível provar que estão envolvidas na inibição do apetite das pessoas, elas poderiam proporcionar tratamento para muitas desordens alimentares.”

 

O próximo passo, segundo os pesquisadores, seria investigar como esse aglomerado de células interage com outros centros nervosos, já conhecidos, envolvidos na ingestão de alimentos.

 

Os neurônios estudados na pesquisa atual estão localizados em uma região do cérebro conhecida como amígdala – uma área que também está associada a emoções como estresse e medo.

 

“Esta é uma contribuição muito importante”, avaliou Mohammad Hajihosseini, da Universidade de East Anglia, Reino Unido, que não participou da pesquisa. “Os pesquisadores partiram de trabalhos anteriores e encontraram outro pedaço do quebra-cabeça no circuito longo e complexo envolvido no controle do apetite no cérebro. Uma das próximas perguntas a responder é se esses neurônios poderiam ser um importante elo entre a alimentação e as emoções.”

 

Fonte: Portal Terra

Categoria: Acontece
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DIETAS MUITO RESTRITIVAS PODEM AUMENTAR CHANCES DE INFECÇÃO

Certas tensões, como fome, podem prolongar a vida, mas prejudicam a função imunológica

Dietas muito restritivas, como a 5:2, em que as pessoas consomem apenas 25% das calorias diárias em dois dias da semana, podem até aumentar a longevidade, mas isso tem um custo: 20% mais chances de ter infecções. Essa é a constatação de uma pesquisa da Universidade de Bath, na Inglaterra. Os dados são do jornal Daily Mail.

 

Foto: Getty Images

 

Especialistas descobriram que os genes das moscas de frutas que são ativados por uma infecção fúngica são muito semelhantes ou idênticos aos genes ativados em pessoas quando restringem sua dieta. Quando expostas à doença causada por fungos, as vidas das moscas foram prolongadas 14%, mas a análise de 30 mil exemplares mostrou que a susceptibilidade a outras infecções aumentou em 20%.

 

“Sabemos que certas tensões, como a fome ou a exposição a patógenos, podem prolongar a vida e aumentar a fertilidade, mas descobrimos que, ironicamente, isso tem um porém em termos de função imunológica”, contou o professor de biologia e bioquímica Nick Priest, que liderou o estudo. “Nossos resultados não são tão surpreendentes. Sabemos há décadas que os ratos esfomeados são mais propensos a sucumbir a infecções graves.”

 

O profissional também afirmou que há benefícios claros em dietas como a 5:2, mas é preciso pensar no longo prazo e em seus efeitos colaterais. “Isso mostra que mesmo a fonte da juventude deve vir com uma etiqueta de aviso”, finalizou.

 

Fonte: Saúde Terra

Categoria: Acontece
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TRATAMENTO A LASER DIMINUI EXCESSO DE SUOR NAS AXILAS

A enfermeira Bernice Thompson desenvolveu hiperidrose após ser mãe e enfrentou por dois anos constrangimentos por conta do suor exagerado

A enfermeira Bernice Thompson de Cardiff desenvolveu hiperidrose após o nascimento de sua filha, há três anos e meio. Desde então, ela passou a sofrer com o excesso de suor e manchas nas roupas que a deixavam constrangida. O uso de diversas marcas de desodorante foi inútil para o problema de Bernice. Após mais de dois anos sem encontrar uma solução, ela descobriu um tratamento a laser que prometia matar as glândulas sudoríparas nas axilas e mostrou bons resultados. As informações são do Daily Mail.

 

Enfermeira passava constrangimentos no trabalho por ficar com a roupa molhada

 

Bernice fez tratamentos com botox, que deu resultado a curto prazo, mas não resolveu o problema. “Eu me sentia completamente envergonhada sobre como as manchas iriam aparecer em meu jaleco. Eu sabia que os pacientes pensariam que eu estava suja e poderiam até sentir o cheiro”, contou.

 

Com o novo procedimento, porém, ela conseguiu trabalhar sem que uma gota de suor fosse vista em seu uniforme. O problema de hiperidrose nas axilas respondeu bem ao laser e ainda ajudou na diminuição de pelos na região, segundo relatou a enfermeira.

 

O procedimento, que custa cerca de R$ 11 mil,  geralmente dura uma hora e um segundo procedimento é normalmente recomendado cerca de três meses depois para criar resultados permanentes.

 

Fonte: Portal Terra

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QI GONG: UMA PRÁTICA PARA A SAÚDE

Qi Gong (lê-se em português Ti kun) É um termo de origem chinesa que se refere ao trabalho/exercício (Gong) de cultivo da Energia Vital (Qi), para sua melhor circulação no corpo.

 

O Qi Gong não foi criado por um único indivíduo e resulta de milhares de anos de experiências dos chineses no uso da energia para tratar doenças, promover a saúde e a longevidade, melhorar as habilidades de luta, expandir a mente, alcançar diferentes níveis de consciência e desenvolver a espiritualidade. As diversas técnicas de Qi Gong desenvolveram-se separadamente em diversos locais da China, mas em muitos casos se influenciaram mutuamente.

 

O termo Qi Gong é relativamente recente, data do início do século XX, sendo aplicado hoje a múltiplos exercícios para desenvolvimento da força (física, energética, mental e espiritual) ou para fins terapêuticos, mediante a utilização do Qi.

 

Diversos estudos científicos sobre a eficiência das práticas de Qi Gong e seus princípios estão sendo realizados atualmente. Durante os primeiros anos da década de 1970 foram realizadas pesquisas pioneiras sobre o Qi Gong, que comprovaram seus efeitos no corpo humano e a existência do “Qi” através de métodos científicos ocidentais.  Destas se destaca a de Gu Hansen e Lin Houshen, do Instituto de Qi Gong e Medicina Chinesa de Shangai, que comprovaram que o Qi pode ser medido por sensores infravermelhos; seus resultados foram aceitos e debatidos com entusiasmo pela maioria da comunidade científica internacional.

 

O curso de Pós-Graduação em Acupuntura oferecido pelo UDF/Instituto Ta consta em seu currículo a disciplina de Prática de Qi Gong para harmonização interna dos estudantes, futuros terapeutas.

 

A Autora

 

Elizabeth Dias Parente. Graduada em Ciências Sociais e Educação Física. Especialista em Metodologia do Ensino da História e Esporte Escolar. Extensão Universitária em Dança Circular. Formação em Dança Sênior, Lian Gong em 18 Terapias, Qi Gong e  Tai Chi Chuan. Estudo de Ballet Clássico e Contemporâneo por 10 anos. Docente há 25 anos. Experiência de 15 anos como professora do Ensino de 3º grau em IES da rede particular de ensino. Atua como tutora à distância e supervisora de disciplinas em EAD pela UAB/UnB desde 2011.

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