SOBRE O INFINITO E OUTRAS COISAS

Depois de apresentar a exposição individual Apoteose em 2014 e participar de outras duas coletivas em Goiânia e São Paulo neste ano, o jovem artista brasiliense Thales Fernando, conhecido como POMB, apresenta sua segunda individual em Brasília. À convite do SESC, o artista preparou a mostra Sobre o infinito e outras coisas, uma reflexão sobre sustentabilidade e relações interpessoais na pós-modernidade. Não fique de fora dessa, confira!

 

Qual dia?

08 a 30 de junho de 2015

Qual o horário?

de segunda a sexta, das 8 às 19 horas

Onde vai ser?

SESC Estação 504 Sul (W3 Sul, Quadra 504/505, Bloco A, Brasília/DF)

Quais as atrações?

Sobre o infinito e outras coisas

Qual o valor do ingresso?

Entrada franca

 

*Valores sujeito a alterações sem aviso prévio.

 

Mais informações:

Telefone: (61) 3217-9101

Censura: Livre

 

Fonte: Sou Brasília

Categoria: Cult
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FÓRUM GLOBAL DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL REÚNE LÍDERES NA DINAMARCA

Na semana em que o Conselho da União Europeia decide sobre as metas do clima e energia para os países europeus nos próximos dez anos, cerca de 300 líderes de alto nível estão reunidos hoje e amanhã em Copenhague, capital da Dinamarca, para a quarta edição do Fórum Global de Desenvolvimento Sustentável (3GF). O tema este ano é Mudando Padrões de Produção e Consumo por Meio de uma Ação Transformadora.

 

Representantes do China, México, Etiópia, Quênia, Catar e Dinamarca fazem parte da reunião com o tema ‘Mudando Padrões de Produção e Consumo por Meio de uma Ação Transformadora’

 

Criado em 2011, o fórum conta com a parceria de seis governos: Dinamarca, China, México, Etiópia, Quênia e Catar. Grandes empresas multinacionais, como Hyundai, Samsung e Siemens também são parceiras, além de organizações como a Agência Internacional de Energia (IEA, a sigla em inglês), o Pacto Global das Nações Unidas e a Corporação Financeira Internacional do Banco Mundial (IFC, da sigla em inglês).

 

Na abertura do evento nesta segunda-feira (20/10), a primeira-ministra da Dinamarca, Helle Thorning-Schmidt, enfatizou a importância do fórum como um espaço de debate entre governos e iniciativa privada na busca de parcerias e políticas globais que garantam o desenvolvimento sustentável. Ela convocou os líderes presentes a “tomar as decisões certas, que garantam um futuro de oportunidades para as próximas gerações”.

 

O diretor-geral de Questões Globais do Ministério de Relações Exteriores do México, Roberto Dondisch, lembrou que na 21ª Conferência do Clima (COP 21), a se realizar em dezembro de 2015, em Paris, as nações discutirão os termos de um novo acordo climático global. “A cooperação entre nações desenvolvidas e nações em desenvolvimento, agora, é fundamental para a construção de políticas sustentáveis no futuro. Queremos aprimorar a nossa sinergia agora”, afirmou. Também citando a COP 21, o subchefe da Administração Nacional de Energia da China, Liu Qi, destacou a importância da construção de uma economia global de baixo carbono, com a redução da emissão de gases de efeito estufa.

 

O fórum contará com plenárias, seções temáticas especiais e rodadas de conversação entre governos e iniciativa privada. Hoje, os participantes conhecerão projetos bem-sucedidos de cidades sustentáveis e discutirão com consumidores de classe média dos países parceiros, convidados pela organização do evento, sobre como atender as expectativas dos cidadãos sem comprometer as oportunidades para as futuras gerações.

 

Nos dias 23 e 24 de outubro, um dia depois do encerramento do 3GF, o Conselho da União Europeia decidirá se aprova o pacote de medidas sobre Clima e Energia 2030. O marco regulatório, que foi apresentado pela Comissão Europeia em janeiro, tem como meta principal reduzir em 40% (em relação a 1990) a emissão de gases de efeito estufa até 2030. Outro objetivo é diminuir a dependência energética da Europa, que importa mais de 50% da energia que consome.

 

O marco regulatório busca incluir os países da União Europeia entre as economias de baixo carbono, tornando, com isso, o sistema energético do bloco econômico mais competitivo, seguro e sustentável. Além da meta de reduzir em 40% a emissão de gases de efeito estufa em 15 anos, o plano prevê a ampliação, em 27%, do consumo de energias renováveis, o aumento da eficiência energética das empresas em no mínimo 30% e reformas no sistema de emissões de créditos de carbono, para torná-lo mais eficaz.

 

Fonte: Agência Brasil

Categoria: Acontece
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SEMANA DA RESPONSABILIDADE SOCIAL NO UDF.

Pensando em estimular, entre os alunos e comunidade, a participação em ações socialmente responsáveis, o UDF realizará de 15 a 20 de setembro a Semana da Responsabilidade Social. Neste período, a Instituição promoverá, junto aos acadêmicos e a comunidade externa, atividades voltadas à inclusão social, ao desenvolvimento econômico e social, a defesa do meio ambiente, a integração com a comunidade, a preservação da cultura local e regional, entre outras atividades.

 

Ao longo de toda a semana, haverá palestras, estandes, talk-shows, cursos e muitas outras atividades inteiramente gratuitas. Alunos, professores e coordenadores são voluntários no projeto, que aproxima cada vez mais a instituição de ensino da comunidade.

 

O evento faz parte da 10ª campanha da Responsabilidade Social do Ensino Superior Particular promovido pela Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior – ABMES. Internamente, a ação faz parte do projeto UDF Sustentável.

 

A campanha

 

A Campanha da Responsabilidade Social é resultado das ações que muitas instituições praticam durante todo o ano. Isto significa que a Responsabilidade Social deve permear todos os projetos e atividades das instituições visando contribuir para: a inclusão social; o desenvolvimento econômico e social; a defesa do meio ambiente; a preservação da cultura local e regional; a integração com a comunidade, entre outras. A campanha, antes realizada em apenas um dia, estendeu-se para uma semana inteira.

 

O evento foi criado após a sanção da Lei 10.861/2004, que institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes). Pela lei, a prática da Responsabilidade Social conta na avaliação das instituições.

 

Confira aqui a programação completa e participe desta ação.

Categoria: UDF pra você
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APRENDA COMO CULTIVAR ALIMENTOS ORGÂNICOS EM ESPAÇOS REDUZIDOS DA CASA

Ter uma horta com espécies variadas e alimentos sempre fresquinhos não precisa ser privilégio das moradias com quintais

Ter uma horta com espécies variadas e alimentos sempre fresquinhos para enriquecer o sabor das receitas não precisa ser privilégio das moradias com quintais. Isso é o que afirma Marizeth Estrela, paisagista, especialista em jardinagem orgânica e Feng Shui. Para Marizeth, uma parede é espaço suficiente para fazer uma horta vertical e ter ao alcance das mãos alimentos saudáveis e colhidos na hora.

 

Para escolher onde a horta será montada, é preciso avaliar o espaço e a luminosidade disponíveis. “É importante dar prioridade a áreas com incidência de luz solar pela manhã, próximas a janelas ou mais ventiladas”, alerta a paisagista.

 

Escolhido o local, é necessário fixar uma treliça de ferro ou madeira na parede para o cultivo da horta. A treliça precisa ser colocada de forma que possa ficar com, pelos menos, 5 cm de distância da parede, para evitar problemas com infiltração e também garantir a boa ventilação das espécies. Em alguns espaços, o ideal é que seja feita uma impermeabilização na parede por profissionais qualificados.

 
Para o plantio, a dica da especialista é a escolha de vasos de acordo com a decoração do ambiente. Preferir as opções com características em comum, como cor, material e formato é garantia para acertar. Quem não quer investir em vasos plásticos pode utilizar garrafas PET cortadas ao meio, canos de PVC ou vasos de barro. A montagem da horta vertical na treliça é feita com ganchos metálicos em formato de S. Esse tipo de gancho pode ser feito manualmente com arame, sem prejuízo ao resultado final. Eles são usados para fixar os vasos na treliça, mantendo-os suspensos.

 

Quanto às espécies, Marizeth recomenda a escolha de hortaliças variadas. “Variedades como alface, tomilho limão, manjericão, orégano, sálvia, alecrim, pimenta, cebolinha, hortelã, salsa, são as mais indicadas para o plantio. Frutos de pequeno porte, como o tomate-cereja, também se adaptam a solos com pouca profundidade”, explica. Segundo a paisagista, é natural que as raízes cresçam com o tempo, requerendo a poda e o replantio, mas esse é um cuidado eventual.

 

A recomendação de Marizeth é de que a terra escolhida seja um substrato orgânico, pronto para o uso. “Em um vaso, com profundidade de cerca de 30 cm, pode-se iniciar o plantio colocando 1/3 de argila expandida; o restante pode ser completado com terra adubada ou o substrato, cobrindo as raízes das mudas. Na hora de plantar, caso haja ervas daninhas ou outras invasoras, basta arrancá-las com as mãos”.

 

De acordo com a paisagista, uma rega diária é suficiente para as mudas se desenvolverem. Borrifar a água sobre as espécies ou molhar as mãos na água e sacudi-las sobre as culturas imitando o efeito da chuva é uma alternativa para não machucar as mudas mais sensíveis, como a alface, o tomilho e a hortelã. “A terra deve estar úmida, nunca encharcada. Esse cuidado na quantidade de água favorece a cultura e também evita que a água da rega escorra pela parede”, lembra Marizeth.

 

Para evitar a presença de insetos nocivos próximos às espécies cultivadas na horta vertical, o recurso utilizado pela paisagista é incluir na horta variedades como tagetes, gerânios, hortelã, citronela ou arruda. “Essas plantas funcionam como repelentes naturais”, ensina.

 

As hortas verticais são fáceis de fazer e não demandam muitos recursos, inclusive de disponibilidade de tempo do dono da casa. A alternativa para obter alimentos frescos, livres de substâncias nocivas à saúde, também pode dar um novo ar ao interior do imóvel, deixando o espaço mais convidativo e agradável. O bem-estar inclui quem pratica a atividade, que pode ser tida como um lazer, para relaxar e afastar preocupações.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Correio Braziliense

 

Categoria: Acontece
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EM MEIO AO TEMPO SECO, APRENDA A ECONOMIZAR ÁGUA E ENERGIA

Como consequência do período de seca que atingiu o Brasil durante o mês de fevereiro, jogando para baixo o nível de reservatórios como o da Cantareira, em São Paulo, diminuir o consumo e – sobretudo – o desperdício de água neste verão virou palavra de ordem na casa de muita gente para afastar de vez a ameaça de racionamentos.

 

 

Além disso, é fundamental que haja, também, a economia de energia elétrica, que é influenciada pela queda dos sistemas de abastecimento hídrico. Isso porque, segundo informações da Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo (Arsesp), a matriz energética brasileira é preponderantemente originada de usinas hidrelétricas. Contudo, é a própria energia que, em muitas ocasiões, faz funcionar o bombeamento de água nas adutoras que abastecem as cidades.

 

 

No entanto, o que se vê é a falta de controle sobre o consumo de ambas. Por essa razão, algumas medidas preventivas precisam ser tomadas, sobretudo nesta temporada.  Em casa, por exemplo, o banho deve ser rápido, pois cinco minutos são suficientes para higienizar o corpo. Além disso, vale a pena fechar o registro do chuveiro enquanto o corpo é ensaboado para ajudar a reduzir o consumo tanto de água quanto de energia. Já na hora de escovar os dentes, convém molhar a escova e fechar a torneira durante a limpeza.

 

 

De manhã, logo ao acordar, também é importante lavar o rosto e fazer a barba rapidinho, pois um minuto de torneira meio aberta já representa o gasto de 2,5 litros de água. Na cozinha, antes de lavar a louça, a dica é remover, primeiro, os restos de comida dos pratos e panelas com esponja e sabão e, só depois, enxaguá-los. Além disso, é de bom tom usar regador para molhar as plantas, vassoura para limpar a calçada e o pátio de casa, assim como balde e pano para lavar o carro.

 

 

Para economizar os gastos nas contas de luz, recomenda-se, também, novos hábitos, como juntar bastante roupa suja para lavar tudo de uma vez na máquina, aproveitar ao máximo a iluminação natural, utilizar lâmpadas fluorescentes em ambientes que necessitam de mais claridade, colocar a chave do chuveiro na posição “verão”, não deixar aparelhos elétricos ligados na tomada desnecessariamente porque, mesmos desligados, consomem energia e utilizar o ferro de passar roupa uma única vez por semana.

 

 

Íntegra: Terra

 

Categoria: Acontece
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PROJETO DE MEMORIAL SUSTENTÁVEL PARA VÍTIMAS DA KISS É REMODELADO

Artista plástico apresentou maquete durante congresso em Santa Maria. Novo projeto propõe espaços maiores, com salas e uma 'arena'.

Concebida há cerca de sete meses, a ideia de construir um memorial autossustentável para ocupar o espaço do prédio onde funcionava a boate Kiss, em Santa Maria, ganhou nova forma. Durante o congresso que lembra um ano do incêndio que matou 242 pessoas, uma nova maquete foi apresentada a familiares e autoridades, desta vez com um espaço mais amplo. O projeto contemplará uma espécie de arena para receber eventos culturais e espirituais.

 

“Antes era só a cobertura. A ideia original era construir algo mais baixo. Seria uma espécie de cúpula. Mas a associação queria algo mais amplo”, detalhou o autor do projeto, o artista plástico santa-mariense Mauro Possobon, que atualmente reside na Flórida (EUA). A instalação de duas salas, uma para a Cruz Vermelha e outra para a Associação de Familiares de Vítimas e Sobreviventes da Tragédia de Santa Maria (AVTSM), também está prevista no novo projeto.

 

Projeto foi apresentado em congresso que marca um ano da tragédia (Foto: Mauro Possobon/Divulgação)

 

Outra novidade é a possiblidade de instalação de 242 tubos, que receberiam luz natural, a partir da posição do sol, cada vez que um deles fizesse aniversário. Um sistema de laser artificial garantiria a homenagem em dias de tempo fechado. De acordo com Possoboni, o memorial será revestido com cimento armado em pré-moldado. Cristais e granito também seriam usados na obra.

 

A construção mantém a proposta divulgada no ano passado, de criar estruturas com fontes de água, iluminação e plantas vivasna estrutura de dois andares, que incluiria um jardim. Para homenagear as vítimas, o objetivo de Possobon é construir garrafas de vidro que ficariam acopladas umas às outras, onde os familiares escreveriam mensagens. Além disso, a associação projeta a representação de 242 degraus.

 

Durante o congresso, o presidente da AVTSM, Adherbal Ferreira, admitiu que o memorial fosse instalado em outro local, mas a possibilidade desagrada Possobon. “Lá é um local santo. Será lá que as pessoas irão lembrar a perda de quem morreu. Acho que precisa ser lá”, destaca.

 

Não há ainda, no entanto, uma data para o projeto sair do papel, já que o prédio onde funcionava a boate segue interditado por decisão da Justiça. Ainda há a possibilidade de uma reconstituição ser realizada no local.

 

Entenda
O incêndio na boate Kiss, em Santa Maria, na Região Central do Rio Grande do Sul, ocorreu na madrugada do dia 27 de janeiro de 2013. A tragédia matou 242 pessoas, sendo a maioria por asfixia, e deixou mais de 630 feridos.

 

O fogo teve início durante uma apresentação da banda Gurizada Fandangueira e se espalhou rapidamente pela casa noturna, localizada na Rua dos Andradas, 1.925.

 

O local tinha capacidade para 691 pessoas, mas a suspeita é que mais de 800 estivessem no interior do estabelecimento. Os principais fatores que contribuíram para a tragédia, segundo a polícia, são: o material empregado para isolamento acústico (espuma irregular), uso de sinalizador em ambiente fechado, saída única, indício de superlotação, falhas no extintor e exaustão de ar inadequada.

 

Ainda estão em andamento dois processos criminais contra oito réus, sendo quatro por homicídio doloso (quando há intenção de matar) e tentativa de homicídio, e os outros quatro por falso testemunho e fraude processual. Os trabalhos estão sendo conduzidos pelo juiz Ulysses Fonseca Louzada. Sete bombeiros também estão respondendo pelo incêndio na Justiça Militar. O número inicial era oito, mas um deles fez acordo e deixou de ser réu.

 

Entre as pessoas que respondem por homicídio doloso (com intenção), na modalidade de “dolo eventual”, estão os sócios da boate Kiss, Elissandro Spohr (Kiko) e Mauro Hoffmann, além de dois integrantes da banda Gurizada Fandangueira, o vocalista Marcelo de Jesus dos Santos e o funcionário Luciano Bonilha Leão. Os quatro chegaram a ser presos nos dias seguintes ao incêndio, mas a Justiça concedeu liberdade provisória aos quatro em maio do ano passado. Entre os bombeiros investigados, está Moisés da Silva Fuchs, que exerceu a função de comandante do 4° Comando Regional de Bombeiros (CRB) de Santa Maria.

 

Atualmente, a Justiça está em fase de recolher depoimentos dos sobreviventes da tragédia. O próximo passo será ouvir testemunhas. Os réus serão os últimos a falar sobre o incêndio ao juiz. Quando essa fase for finalizada, Louzada deverá fazer a pronúncia, que é considerada uma etapa intermediária do processo.

 

Se o magistrado “pronunciar” o réu, ele vai a júri (a pronúncia é a ordem para ir a júri). Outra possibilidade é a chamada desclassificação, quando o juiz não manda o réu para júri, mas reconhece que houve algum tipo de crime. Nesse caso, a causa será julgada sem júri. Também existe a chance de absolvição sumária dos réus. Em todas as hipóteses, cabe recurso.

 

No âmbito das investigações, três delas estão sendo conduzidas pela Polícia Civil. Além dos documentos sobre as licenças concedidas à boate Kiss, um inquérito apura as atividades da empresa Hidramix, responsável pela instalação de barras antipânico na boate, e outro analisa uma suposta fraude no documento de estudo de impacto na vizinhança do prédio onde ficava a casa noturna. O Ministério Público, por sua vez, investiga as responsabilidades de servidores municipais na tragédia.

 

Íntegra: G1

Categoria: Em pauta
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ESTUDANTE DO DF TRANSFORMA GURGEL ANO 90 EM CARRO ELÉTRICO

Veículo é carregado na tomada, anda 40 min sem parar e faz até 70 km/h. Projeto custou R$ 70 mil; consumo é menor que de micro-ondas, diz jovem.

Isabella Formiga Do G1 DF (Íntegra)

 

Após três anos de pesquisa, planejamento, e muito trabalho, o estudante de engenharia mecânica Ewerson Freitas, de 20 anos, conseguiu concluir a adaptação de um carro movido à energia elétrica no Distrito Federal. Segundo o jovem, o carro anda 40 minutos sem parar e chega a fazer 70 km/h com seis baterias de 12 volts. Com a carga cheia, ele percorre cerca de 45 quilômetros. Além de reduzir a emissão de gases e poluentes, o carro não tem ruídos e vibrações.

 

O estudante Ewerson Freitas e o carro movido a energia elétrica que adaptou durante três anos (Foto: Divulgação)

 

“Funciona 100% elétrico, tem o rendimento perfeito”, diz o estudante. “O consumo dele é mais baixo que de um microondas ligado, o equivalente a uma televisão de médio porte.”

 

As baterias, que levam 10 horas para serem carregadas, ficam localizadas na parte da frente e no porta malas do carro. Para recarregá-las, basta ligar o carro a uma tomada. “É a mesma coisa que pegar e ligar a geladeira na tomada. Tem uma extensão de cinco metros”, diz. “Pego a extensão, ligo na tomada e carrego.”

 

Veículo do modelo Gurgel foi adaptado para andar movido
à energia elétrica (Foto: Divulgação)

 

Com o apoio de um empresário que conheceu em uma feira de ciências, Ewerson comprou por R$ 6 mil um veículo do modelo Gurgel, dos anos 90, e substituiu o motor convencional dele.

 

O custo do total do projeto, diz o estudante, foi de R$ 70 mil, entre peças, horas trabalhadas e experimentação. O jovem diz que utilizou 90% de peças nacionais e diversas peças de sucata para a produção do motor. “Muita coisa encontramos no ferro velho e alteramos. Fomos montando um Frankenstein, pegando pedaços”, disse.

Ewerson diz que a grande motivação para adaptar um carro movido a baterias foi a questão ambiental. “A ideia principal dele é ser um carro que não seja poluente, que não tenha emissão de gases poluentes, que seja um carrinho urbano, mesmo”, diz. “Não adianta dizer que é ambientalista e usar uma caminhonete poluente gigante e ir sozinho para o trabalho.”

 

O estudante diz, no entanto, que não pode usar o carro para andar na cidade porque não tem a documentação adequada. “Por ser um carro convertido, existe um projeto burocrático imposto pelo governo”, diz. “Para os especialistas no assunto, ter alterado as peças originais do carro pode comprometer, dar problemas. Se eu fizer um carro meu do zero, é muito mais fácil com a documentação do que pegar um carro de montadora e converter ele, burocraticamente falando”.

 

Agora, Ewerson pretende fazer melhorias no carro que apelidou de “Gurgelzinho”, ou “Gugu”. O jovem diz que sonha em abrir uma empresa no segmento de veículos elétricos no futuro, mas que não quer perder o foco. “São só sonhos”, diz.

Categoria: Acontece
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NOVO CONTROLE-REMOTO A LUZ SOLAR É DESENVOLVIDO NO BRASIL

Controle não leva pilhas

O bom e velho controle remoto, inventado em 1956, vai ganhar um bom aliado

Até hoje, todos os controles existentes no mercado necessitam de pilhas ou baterias para funcionarem.

E quando elas acabam dão um desconforto daquels para o usuário.

Pensando em criar um controle remoto que não necessite ser carregado por pilhas ou baterias, o inventor José Carlos Bedran, desenvolveu um “Dispositivo móvel recarregável à luz solar”.

É um ontrole remoto para aparelhos eletrônicos, em geral, com uma placa que faz a captação da luz solar e iluminação ambiente convencional e a transforma em energia que alimenta o controle remoto.

Ele tem ainda uma placa interna que armazena a energia durante o dia, permitindo que o controle remoto funcione com a energia armazenada, evitando a utilização de baterias ou pilhas convencionais.

O projeto, além de poder ser desenvolvido em diversos formatos e tamanhos, contribui para o desenvolvimento sustentável.

O inventor Bedran está em busca de parceiros para ajudar a desenvolver modelos.

“O interessante deste projeto é que pode ser utilizado para diversas finalidades diferenciadas, além de possuir também, uma placa para captação de energia solar e até mesmo iluminação interna convencional” afirma.

 

Íntegra: Só notícia boa

Categoria: Acontece
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