TREINAMENTO BASE DE DADOS EBSCO CUSTOMER TRAINING

Com o objetivo de capacitar e aperfeiçoar o processo de busca e recuperação de informações na base de dados EBSCO, o UDF dará treinamento voltado à utilização da interface EBSCOhost. A plataforma de busca da base de dados é líder no mercado nacional e internacional no fornecimento de periódicos, livros eletrônicos e ferramentas científicas.

 

A partir desse treinamento, o aluno terá ampla visão sobre os tópicos avançados para executar uma busca com sucesso na plataforma.

 

De acordo com Vinícius Santos, Supervisor da biblioteca da Instituição, alunos e professores poderão, com mais facilidade, localizar imagens e artigos exclusivos do universo acadêmico: “Serão apresentadas as buscas avançadas e adicionais que estão presentes na interface como imagens e índices. O objetivo é instruir os participantes sobre buscas mais especializadas em buscadores adicionais que a própria plataforma oferece”, explica.

 

O treinamento será realizado no dia 02 de outubro a partir das 19h no espaço Web Class. Para participar, basta efetuar inscrição através da Área do Aluno.

 

Não perca!

Categoria: UDF pra você
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PESQUISA USA LASER PARA ACABAR COM A VONTADE DE COMER

A descoberta, que ativa alguns neurônios, pode parar o consumo de alimentos imediatamente

Cientistas descobriram um aglomerado de células cerebrais que conseguem frear a vontade de comer em camundongos. E uma boa notícia para quem tem dificuldade de evitar a porção extra: ativar esses neurônios pode parar o consumo de alimentos imediatamente, de acordo com o estudo publicado na revista Nature Neurosciences.

 

Foto: Getty Images

 

Segundos os cientistas do Instituto de Tecnologia da Califórnia, as células nervosas atuam como uma mesa de controle central, combinando e retransmitindo mensagens diferentes no cérebro para ajudar a reduzir a ingestão de alimentos.

 

Usando raios laser eles conseguiram estimular esses neurônios, levando a uma parada completa e imediata no consumo de alimentos. Os pesquisadores acreditam que a descoberta possa contribuir, no futuro, para tratamentos de obesidade e anorexia entre humanos.

 

“Foi incrivelmente surpreendente”, disse à BBC David Anderson, principal autor do estudo. “Foi como se você apertasse um interruptor e impedisse que os animais se alimentassem.”

 

Interruptor
Os pesquisadores utilizaram produtos químicos para imitar diferentes cenários – incluindo sensações de saciedade, mal-estar, náuseas e amargura. Eles descobriram que os neurônios estavam ativos em todas as situações, o que sugere que integram a resposta a diferentes estímulos.

 

As células trabalhavam rapidamente quando os ratinhos tinham consumido uma refeição completa, o que indica que elas também podem desempenhar um papel importante na prevenção de excesso de alimentação.

 

“Estas células representam o primeiro foco bem definido que inibe a alimentação no cérebro”, disse Anderson.

 

“É provável que células similares existam no cérebro humano. Se isto for verdade e se for possível provar que estão envolvidas na inibição do apetite das pessoas, elas poderiam proporcionar tratamento para muitas desordens alimentares.”

 

O próximo passo, segundo os pesquisadores, seria investigar como esse aglomerado de células interage com outros centros nervosos, já conhecidos, envolvidos na ingestão de alimentos.

 

Os neurônios estudados na pesquisa atual estão localizados em uma região do cérebro conhecida como amígdala – uma área que também está associada a emoções como estresse e medo.

 

“Esta é uma contribuição muito importante”, avaliou Mohammad Hajihosseini, da Universidade de East Anglia, Reino Unido, que não participou da pesquisa. “Os pesquisadores partiram de trabalhos anteriores e encontraram outro pedaço do quebra-cabeça no circuito longo e complexo envolvido no controle do apetite no cérebro. Uma das próximas perguntas a responder é se esses neurônios poderiam ser um importante elo entre a alimentação e as emoções.”

 

Fonte: Portal Terra

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SEMANA DA TECNOLOGIA VAI DISCUTIR EMPREENDEDORISMO E QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL

Nos dias 06 e 07 de maio acontecerá a Semana de Tecnologia do Centro Universitário UDF. O evento consiste em apresentar palestras e exposições de Empresas de Tecnologia sobre o tema “Empreendedorismo e a qualificação profissional – como obter uma boa colocação profissional ao concluir os Cursos?”.

 

 

Segundo o coordenador dos cursos de Tecnologia da Instituição, professor Jorge Santana, o foco é a aproximação dos acadêmicos com as empresas, em particular àquelas voltadas a área de Tecnologia da Informação. “O objetivo é aproximar os alunos com o mercado de trabalho, estimulando-os na busca de mecanismos que possibilitem o crescimento acadêmico e profissional”, explica.

 

 

Os palestrantes convidados são: João Mazzini (Gerente de Recrutamento & Seleção na CTIS), Ricardo Quezado (prof. Convidado), Fabrício Habib (Produt Manager da Samsung) e Marcos Martins (B2B Technology Manager da Samsung Eletrônicos). Na ocasião, os participantes poderão realizar entrega de currículos para criação de um banco de talentos.

 

Podem participar acadêmicos de todos os cursos da Instituição (inscrições na Área do Aluno), professores dos cursos de Graduação e Pós-graduação e estudantes do Pronatec. Estes deverão efetuar inscrições clicando nos nomes das palestras abaixo.

 

Veja abaixo o cronograma de realização do evento:

 

 

Dia 06/05 – Auditório Ed. 4R

Horário: 19h15 às 20h15

Palestras:

Sr JOÃO MAZZINI: CTIS – MERCADO DE TRABALHO: A IMPORTÂNCIA DA QUALIFICAÇÃO

 

Exposições:

- CTIS

- SAMSUNG

 

Dia 07/05 - Auditório ED. Sede

Horário: 19h30/22h00

Palestras:

Sr FABRÍCIO HABIB / MARCOS MARTINS: SAMSUNG – INOVAÇÃO E TECNOLOGIA.

Exposições:

CTIS

SAMSUNG

 

Dia 13/05 - Auditório ED. Sede

Horário: 19h15/20h15

Palestras:

Prof RICARDO QUEZADO: GESTÃO DE PROJETOS

 

Participe e traga seu currículo!

 

Categoria: UDF pra você
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USO EXCESSIVO DE SMARTPHONE PODE PREJUDICAR OS OLHOS

Pessoas que passam muito tempo "vidradas" em seus smartphones podem estar aumentando os riscos de danos aos olhos, advertem oftalmologistas britânicos

O alerta diz respeito também ao uso excessivo de outros dispositivos como computadores, tablets e TVs de tela plana, que pode provocar danos de longo prazo.

 

A advertência deriva de uma pesquisa britânica feita com 2 mil participantes, que indica que pessoas com menos de 25 anos checam seus telefones 32 vezes por dia.

 

“A luz azul violeta que brilha na tela dos smartphones é potencialmente perigosa e tóxica à parte de trás de seus olhos”, diz o oftalmologista Andy Hepworth.

 

“Por isso, uma longa exposição pode, potencialmente, causar danos aos olhos.”

 

Segundo ele, testes mostraram que exposição à luz azul violeta em excesso pode nos colocar em maior risco de degeneração macular, uma das principais causas de cegueira.

 

Olhos fixos na tela


Oftalmologistas afirmam também que, apesar da “boa” luz azul (azul turquesa) ser necessária para ajudar a regular o relógio biológico, acredita-se também que uma longa exposição à luz azul violeta pode afetar os padrões de sono e o humor.

 

“Embora não tenhamos certeza se há uma ligação direta entre essa exposição e problemas oculares, há fortes evidências de laboratório que podem, potencialmente, provar isso”, acrescentou Hepworth.

 

“É a combinação de não piscar o suficiente e colocar o dispositivo a uma distância menor do que você normalmente colocaria outros objetos. Isso força a vista.”

 

O levantamento, encomendado por um grupo de oftalmologistas independentes, descobriu que, em média, um adulto passa cerca de 7 horas por dia com os olhos fixos em uma tela, e quase metade deles se sente ansioso quando está longe de seu telefone.

 

Estatísticas também sugerem que 43% das pessoas com menos de 25 anos sentem uma verdadeira irritação, ou ansiedade, quando não podem checar seu telefone quando desejam.

 

Dores de cabeça


Alana Chinery, de 18 anos, nunca está longe de seu smartphone.

 

“Percebi que minha visão está ficando pior após longos períodos olhando para as telas do celular e do computador”, disse. “Eu estou tendo mais dores de cabeça.”

 

Amanda Saint, que também é oftalmologista, diz que o conselho é simples.

 

“Faça testes de vista regularmente, e faça pausas regulares quando estiver usando seu computador e dispositivos móveis.”

 

Fonte: IG

 

 

Categoria: Em pauta
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TRE MANTÉM ATÉ SEXTA ÔNIBUS PARA RECADASTRAMENTO BIOMÉTRICO NO DF

Prazo para regularizar situação junto à Justiça Eleitoral termina em março. Veículo atende entre 9h e 17h no estacionamento das Palmeiras.

O Tribunal Regional Eleitoral decidiu prorrogar o prazo para estadia do ônibus que oferece recadastramento biométrico aos eleitores que passarem pela Esplanada dos Ministérios. Ele vai ficar instalado nas proximidades do estacionamento das Palmeiras, atrás do Congresso Nacional, entre 9h e 17h, até 7 de fevereiro.

 

 

Para serem atendidos, os eleitores devem comparecer com um documento oficial de identificação e um comprovante de residência. A capacidade de atendimento, diária, é de cerca de 200 pessoas.

 

 

De acordo com o TRE, 75,5% dos 1,8 milhão de eleitores do DF já se recadastraram. O prazo para atualização junto ao tribunal é 31 de março deste ano.

 

Íntegra: G1

 

Categoria: Em pauta
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DISPOSITIVO AJUDA PAIS A ENCONTRAREM FILHOS PERDIDOS PELO CELULAR

Criado um equipamento para ajudar os pais a encontrarem os filhos, caso eles se percam.

Ele chama-se Guardian.

É uma espécie de pulseira – para as crianças – que envia informações para o smartphone dos pais, indicando a localização exata delas.

A pulseira pode ser colocada no braço, no pé, ou ficar presa à camiseta.

Ela é à prova d’água e tem um aplicativo pra iOS.

Com o Guardian, os pais podem conectar seus smartphones aos braceletes dos filhos e assim receber informação via Bluetooth 4.0.

Os pais podem configurar o sistema pra um perímetro de segurança (máximo de 70 metros) e, caso a criança saia ou seja levada pra fora desse espaço, o sistema manda uma notificação.

 

O Guardian também permite compartilhar a informação com outros pais que também tenham o aplicativo, para informar o “sumiço” da criança.

 

Assim, quem estiver mais próximo pode localizá-la, com a ajuda do Guardian, e o pai será avisado através da nuvem.

 

Veja como o sistema funciona no vídeo abaixo:

 

Com informações do Hypeness.

 

Íntegra Só notícia boa

Categoria: Acontece
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CONFIRA SETE DICAS PARA PROTEGER SUA REDE DE INTERNET SEM FIO

A empresa de segurança digital ESET reuniu em um relatório algumas dicas importantes para manter protegida uma rede de Internet Wi-Fi. Com o avanço da tecnologia de transmissão que chega cada vez mais aos lares dos brasileiros, muitas pessoas ainda desconhecem cuidados básicos que devem ser tomados na instalação deste tipo de rede sem fio.

 

A quantidade de dispositivos encontrados em residências e que podem utilizar o sinal sem fios vem crescendo muito. Entre smartphones, tablets, laptops, Smart TVs e vídeogames, a conexão de rede sem fio é a mais vantajosa, na medida em que todos os aparelhos poderão ser ligados em um mesmo roteador, sem a necessidade de fios, que, além de causar muita bagunça, poluindo o ambiente, limita a quantidade de dispositivos conectados à Internet.

 

As recomendações de segurança abaixo visam impedir que pessoas não autorizadas utilizem sua rede sem fio, evitando, assim, que pessoas mal-intencionadas realizem configurações maliciosas no roteador, com intuito de manipular informações pessoais ou configurá-lo para que o usuário acesse versões falsas de sites, utilizadas para roubar dados de acesso.

 

1. Utilizar WPA/WPA2 para encriptar a informação na rede;

WPA/WPA2 para encriptar a informação na rede (Foto: Reprodução/Cyber Shack)

 

Em algumas situações, roteadores que são dados como “brinde” por provedores de Internet não têm medidas de segurança configuradas por padrão e qualquer usuário pode se conectar à rede sem a necessidade de inserir uma senha. É muito importante se certificar de que estas configurações sejam ativadas para que o usuário tenha uma senha de acesso única e exclusiva. Para acessar as configurações, será necessário digitar o endereço dele no navegador de Internet; normalmente, o endereço é fornecido no manual do usuário. Caso haja alguma dúvida, contate a equipe de serviço técnico de seu provedor de Internet.

 

Há diversos tipos de encriptação de redes Wi-Fi, porém é recomendado selecionar WPA2 (ou WPA) sempre que ela esteja disponível no roteador. WEP é outra técnica de encriptação não recomendada, pois é considerada antiga e pode ser vencida com ferramentas como aircrack-ng. Além disso, considerando que o WPA pode ser atacado com o objetivo de desencriptar a senha, é essencial selecionar uma senha forte que frustre os ataques por dicionário ou força bruta.

 

2. Mudar o nome predeterminado da rede;

 

Mude o nome predeterminado para rede sem fio (Foto: Reprodução/E Guides)

 

Os roteadores configurados sem senha costumam também ter nomes para redes que não são os mais adequados. Quando o nome da rede corresponde ao fabricante ou ao modelo do roteador, esta fornece informações padrões para que criminosos ou pessoas mal-intencionadas a invadam, pois eles já conhecem as vulnerabilidades encontradas em diversos modelos de roteadores do mercado. Além disso, se o nome identifica o provedor de Internet, eles podem também deduzir qual é o modelo utilizado.

 

É altamente recomendado trocar o nome da rede por um nome que não passe qualquer tipo de informação técnica possível. Uma dica divertida seria utilizar nomes que de alguma maneira possam intimidar ou confundir alguém que esteja querendo atacar sua rede.

 

3. Desativar o Wi-Fi Protected Setup;

 

Desative o Wi-Fi Protected Setup (Foto: Reprodução/Mad Shrimps)

 

Alguns roteadores suportam o uso de WPS, que podem prejudicar a segurança. Esta configuração técnica liga um PIN de 8 números ao roteador que pode ser desencriptado por ataques de força bruta em questão de horas.

 

4. Ativar o filtro por endereço MAC;

 

Ative o filtro por endereço MAC (Foto: Reprodução/Billion)

 

Dispositivo com conexão sem fio contém uma placa de rede para que eles possam se conectar sem fios ao roteador Wi-Fi. Elas possuem um endereço associado que, assim como a impressão digital de uma pessoa, a identifica de forma única. Roteadores permitem especificar uma lista de endereços MAC de modo que somente esses dispositivos possam se conectar à rede, negando o acesso a todos os outros que não se encontrem na lista.

 

5. Desativar a exibição do nome da rede;


Desative a exibição do nome da rede (Foto: Reprodução/E Guides)

 

Caso a rede esteja escondida é muito mais difícil de ser atacada. Pensando nisso, evite o anúncio da rede. A única desvantagem desta abordagem é que, para que um novo dispositivo seja conectado, será necessário digitar o nome da rede manualmente.

 

6. Atualizar o firmware;

 

Mantenha a firmware do roteador atualizada (Foto: Reprodução/We got Served)

 

Mantenha o roteador atualizado. Os updates de firmware são lançados para corrigir erros críticos de segurança, e, normalmente, leva-se pouco tempo para atualizá-los. Este procedimento pode evitar ataques de pessoas que conhecem as vulnerabilidades do modelo de roteador utilizado.

 

7. Mudar a senha predeterminada de acesso às configurações do roteador.

 

Mude a senha predeterminada de acesso às configurações do roteador (Foto: Reprodução/Cyber Coyote)

 

Além da senha de rede, é necessário determinar uma nova senha que permite as alterações nas configurações do roteador. A maioria dos computadores atuais solicitam uma senha predeterminada, mas elas são de conhecimento público e não representam um nível maior de segurança. Quando uma pessoa consegue acessar estas configurações, poderá alterá-las para redirecionar o tráfego de internet e substituir sites legítimos por versões falsas.

 

Agora que você já conhece as principais dicas, utilize-as em sua rede para evitar qualquer tipo de problema. Lembre-se de que os riscos de ter outra pessoa utilizando a mesma conexão são maiores do que uma simples perda de velocidade de navegação.

 

Íntegra:  Techtudo

Categoria: Fique de Olho
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JOVENS BRASILEIROS TROCAM FACEBOOK POR APLICATIVOS DE MENSAGENS

Site deixa de ser elo entre amigos, dizem adolescentes do Brasil ao G1. Executivo da empresa admite que, nos EUA, jovem não é mais tão assíduo.

Executivos do Facebook começam a demonstrar preocupação porque os jovens dos Estados Unidos já não entram todo dia na rede social, fato exposto na divulgação do resultado financeiro no dia 30 de outubro. O Brasil parece seguir a mesma tendência.

 

A estudante Beatriz Bechelli, de 17 anos, prefere o Instagram ao Facebook. (Foto: Guilherme Zauith/G1)

 

“Eu não gosto mais do ‘Face’, perdi a vontade de usar. Eu comecei a achar as mesmas coisas dele, mas em outros lugares”, diz a estudante Manuela Borchardt, de 15 anos, três de Facebook, que mora em São Paulo.

 

Redes como Instagram, Twitter e aplicativos de mensagens como WhatsApp estão entre os favoritos nas telas dos smartphones dos adolescentes.

 

Adolescentes de três estados brasileiros ouvidos pelo G1 contam que continuam curtindo o Facebook, mas como ferramenta de estudos, para acompanhamento de provas e trabahos escolares, e raramente como diversão. “Eu usava mais para lazer, mas vem diminuindo mesmo. Agora com o Instagram, quem vai colocar foto no Facebook? Mas eu percebo que isso vem me ajudando na escola”, diz Beatriz Bechelli, estudante de 17 anos, de São Paulo, citando a rede social de fotos comprada pelo próprio Facebook em 2012.

 

“Eu acho que é uma coisa mais utilitária, tanto como acender ou apagar a luz”, palpita João Pedro Santana Macedo, de 16 anos, que mora em São Paulo. “Esse é o lado bom: quando eu preciso fazer algum trabalho”, complementa Giovanna de Cássia Gregodutti, de 13 anos, que também é da capital paulista.

 

Enquanto os estudos ficam na rede de Mark Zuckerberg, o lado mais social dos jovens se concentra nos aplicativos, especialmente os apps de mensagens como o WhatsApp e o Snapchat. Até o Twitter, apesar da limitação de caracteres, é uma opção entre os jovens entrevistados.

 

O Facebook evitou comentar se a fuga de usuários jovens que ocorre nos EUA se repete no Brasil e, como disse o diretor David Ebersman durante a divulgação do balanço da empresa em outubro, a empresa trabalha para garantir o “engajamento para públicos de todas as idades”.

 

Os jovens, porém, são os usuários que apontam tendências na rede. No Brasil, isso é ainda mais crítico, já que o país tem a segunda maior população de adolescentes noFacebook, com 12,2 milhões de usuários com idade de 13 a 17 anos, ou pouco mais de 14% dos 86 milhões de membros da rede social. O G1 conversou com 11 jovens brasileiros nesta faixa etária sobre uso de ferramentas sociais no dia a dia.

 

Privacidade
“Apesar de o Facebook ter virado quase uma extensão da sua vida, as pessoas perderam a noção do que é público e do que é privado”, analisa Beatriz. “Acho que a gente está usando [o Facebook] porque todo mundo tem e é uma maneira de juntar todas as plataformas, mas eu uso só para a escola e para meus interesses pessoais”, afirma a jovem que deseja estudar fora do país e encontra na rede social pessoas que já passaram pela experiência.

 

Larissa Nogueira Reis, de 16 anos, também de São Paulo, diz que o que a incomoda é o lado artificial dos usuários aflorado no site. “As pessoas ficam postando fotos como se a vida fosse uma maravilha. Outro dia eu vi uma foto de um casal e parecia que estava tudo bem, mas logo depois eles se separaram.”

 

“Tem gente desconhecida que eu não adicionei e fica comentando e curtindo minhas coisas. Postei uma foto e um cara que eu não conheço comentou ‘linda’”, diz Giovanna de Cássia.

 

O paulistano, Marcos Rossini Diniz, de 13 anos, também reclama da exibição em sua “timeline” de postagens de pessoas que não são seus contatos. “Não são meus amigos, mas pessoas de páginas que eu curto e eu acabo recebendo esses textos e vídeos.”

 

Para não enfrentar esses dissabores, os jovens preferem ter cada vez mais na ponta dos dedos aplicativos específicos para bater papo com os amigos. “Eu tenho muitos amigos que estão saindo do Facebook e estão preferindo outros apps como o WhatsApp, o Instagram e o Twitter”, diz Giovanna.

 

“Muita gente está deixando de usar o Facebook pra usar esses aplicativos, mas quem não tem smartphone vai usar o Facebook”, diz o gaúcho Caio Menezes, de 13 anos. Larissa Silva Faria, de 16 anos, também de São Paulo, diz preferir o WhatsApp, mesmo também tendo instalado no celular o aplicativo de mensagens do Facebook. “É mais prático, mais simples e trava menos.”

 

Fuga de jovens
Na avaliação dos criadores do aplicativo WeChat, concorrente do WhatsApp, os adolescentes, em geral, buscam ferramentas de comunicação rápida.

 

“Os jovens estão buscando alternativas ágeis e práticas para comunicação, que tenham mais funcionalidades e proporcionem uma boa experiência ao usuário, algo mais completo que uma rede social e que ofereça interação com seus contatos”, disse Katie Lee, executiva do WeChat, em entrevista por e-mail.

 

O paraense João Manoel Chagas, de 13 anos, lista ainda o Skype, que usa para falar com pessoas que conhece em jogos on-line. Segundo o jovem, com a possibilidade de ter conversas “cara a cara”, “no Skype você pode descobrir se a pessoa tem um caráter bom. No Facebook, a pessoa pode falar bem, mas ter um comportamento totalmente diferente das redes sociais”.

 

Para Staci Youn, gerente de comunicações do LINE, aplicativo de mensagens que também disputa espaço com WhatsApp e WeChat, a debandada dos jovens rumo aos apps de bate papo ocorre no mundo todo.

 

“Apenas olhando para o crescimento global de novos usuários no mundo todo e para outros apps de mensagens ganhando tração globalmente, podemos dizer que é um fenômeno global”, avalia.

 

Com 280 milhões de usuários no mundo todo, o LINE, de origem asiática, privilegia o envio de desenhos e animações para sinalizar emoções, algo que o próprio Facebook começou a adotar. “Enxergamos o mercado brasileiro como um impulsionador de tendências em muitos aspectos”, afirma.

 

Alessandra Paletta Giner, de 16 anos, diz usar o WhatsApp “todas as horas em que está acordada” e afirma que o Facebook está um “pouco chato”, mas há o lado positivo. “O negócio de você postar foto e vídeo do que você quiser é muito bom. É o único que une tudo”, diz.

 

Na visão da jovem, a necessidade de respostas rápidas pode ser o motivo pelo qual os adolescentes estão se afastando do Facebook. “A minha idade é uma idade que quer, tipo, tudo na hora. Se mandar um e-mail, a chance de alguém te responder em um minuto é muito pequena. Então, se você mandar alguma coisa que pode esperar até amanhã, para alguém da minha idade, é melhor nem mandar”, conclui.

 

Fonte: G1 (Íntegra)

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