AGORA QUE SÃO ELAS

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Regina Tavares

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em 27/jun/2014 - 14 Comentários

Por Profª Regina Tavares

Agora é que são elas! Será? Confesso que, ultimamente, tem sido difícil ser mulher; bancar a dita “Fêmea Alfa” e ainda acompanhar com amargura notícias recorrentes de discriminação, desrespeito e opressão ao gênero feminino pelo mundo afora, como no caso das meninas nigerianas sequestradas há mais de dois meses pelo grupo fanático islamita Boko Haram.

Somos maioria nas instituições de ensino, somos decisivas em inúmeras estruturas políticas e organizações empresariais, inclusive no Brasil, a exemplo de Graça Foster, presidente da Petrobrás, eleita a quarta executiva mais poderosa no mundo dos negócios, segundo o ranking elaborado pela revista Fortune.

 Fêmea-alfa

Desempenhamos papeis múltiplos com êxito: em casa como esposas, mães e gestoras do lar; no mercado de trabalho como líderes natas, funcionárias dedicadas e competentes; entre outros aspectos. Temos tentando não omitir nossa vaidade em detrimento das atribulações do cotidiano ao procurar novos “creminhos” anti-idade, ao manter a dieta mesmo distante da academia, ao privilegiar o uso do batom mesmo que seja com o auxílio do retrovisor do carro ou do espelho sacado da nécessaire em pleno metrô. A todo instante, pensamos como apimentar o casamento, preservar as relações afetivas, provocar a admiração de todos e todas.

E ainda assim, não estamos satisfeitas, não vivemos em plenitude. Algumas, apesar de bem-sucedidas no campo profissional, lamentam a ausência de um grande amor ou a inviabilidade da maternidade. Outras se sentem em débito com o marido e os filhos por dividirem seu precioso tempo com a carreira e seus objetivos de ascensão social. E há ainda aquelas, que optaram pela vida doméstica, mas temem se arrepender de tal decisão no futuro.

E de onde surge tamanho impasse?

Surge ao deixarmos que o trabalho nos defina e não o oposto, que nós definamos o trabalho. Talvez nossa falha esteja em perseguir uma versão caricata da pior faceta de nosso suposto oponente na guerra dos sexos: o homem. Até porque, quem disse que o homem das cavernas se enquadra ao século XXI.

O abandono das peculiaridades femininas só provocou lamentáveis semelhanças com o estereótipo do chefe datado pela revolução industrial. Tenho visto no cenário, sobretudo empresarial, um vale-tudo desmedido e isso não é nada bom. Será que vale engrossar a voz, abolir a saia e valorizar o tailleur de ombreiras elevadas? Vale rir de piadas machistas e negar veemente nossa intuição? Será que vale condenar comentários “de mulherzinha” sobre casa, família e amigos?

Devemos regressar ao nosso universo particular e resgatar a mulher que um dia se fez especial, inclusive nas organizações, não por sua semelhança com exemplos masculinos de liderança, mas justamente por sua voz dissonante numa reunião, por sua sensibilidade apurada para prever situações adversas, por sua percepção livre de preconceitos para antecipar tendências e desafios, por ser “ela” apenas.

Quer saber? Tem sido difícil, porém como diria Maria Bethânia, “eu gosto de ser mulher…”

Inté e boas férias!!!

Tempos modernos: do caos à criatividade

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Regina Tavares

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em 30/abr/2012 - 12 Comentários

Provavelmente, após ter lido o post anterior sobre trabalho e empregabilidade, as opiniões se dividiram: alguns de vocês julgaram a mensagem extremamente pessimista, enquanto outros vislumbraram novas formas de alcançar um lugar ao sol no mercado de trabalho. Pasmem! O cenário é mais favorável do que parece. É na crise (ou até no caos) que novas soluções criativas emergem e provocam verdadeiras revoluções.

O físico Ilya Prigogine ganhou o prêmio Nobel ao afirmar entre outras premissas que a ordem tem sua origem no caos, na crise. E se é verdade que as relações entre ordem e caos são mais complexas do que se supõe, então o desenvolvimento da ciência, da economia e das empresas não é linear. Ora o que já não foi criado a partir de um problema? Pense em objetos, processos, soluções, cargos, serviços etc. A crise é relevante para a própria evolução da humanidade.

Tomemos como exemplo a crescente complexidade do mercado de trabalho globalizado que, apesar de destruir empregos mecânicos e repetitivos, gera novas necessidades e funções que serão atendidas por pessoas conscientes deste universo instável e inquieto. Esta é a nova economia e a palavra do momento é criatividade.

Cientistas já admitem que a intuição, a emoção e, principalmente, a criatividade acompanham a lógica e o raciocínio metódico. A partir desta nova visão de mundo, as equipes de trabalho tornaram-se mais interdisciplinares e criativas. O desenvolvimento de uma rede conceitual e interativa entre economia, engenharia, psicologia, política, comunicação, entre outras áreas pode ser muito mais útil do que cada um na sua atuando de forma isolada em prol de questões universais como o aquecimento global.

A formação acadêmica na atualidade – inclusive na Universidade Cruzeiro do Sul – deve construir um novo significado para o trabalho. A ideia é profissionalizar-se sob um propósito emancipatório, transformador e revelador, afinal, a aceitação da realidade como ela é ou a passividade diante da crise enfrentada pelo mundo indicam uma vitória do pragmatismo e devem ser questionadas em um dos espaços propícios à reflexão: a Universidade. O estudante deve refletir sobre sua condição determinante na história. O seu trabalho é, sem dúvidas, a sua missão de vida. Pense nisso e crie novos estímulos para sua atuação profissional. Inté!

Trabalho 2.0: Como chegamos até aqui e qual será o próximo destino?

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Regina Tavares

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em 23/abr/2012 - 7 Comentários

Provavelmente, em uma happy hour qualquer pela cidade, amigos planejam um destino de viagem para o próximo feriado: o recesso do dia 1º de maio. São tantas opções de lazer que até deixamos de lado uma importante e necessária reflexão sobre o trabalho nosso de cada dia. Quero propor, nos próximos posts, que pensemos juntos a respeito do mundo do trabalho e do emprego. Você me acompanha?

Em meados da década de 1970, logo após a “década dourada” do capitalismo, as sociedades industriais ocidentais sofreram diversos impasses no que concerne à empregabilidade. O mercado de trabalho passou a se tornar altamente instável e competitivo.

Tal cenário se explica por inúmeros fatores, para citar alguns: força de trabalho excedente; enfraquecimento do poder sindical; inserção de novos trabalhadores como mulheres, idosos e imigrantes; convergência de segmentos profissionais; surgimento de novas profissões; flexibilização legislativa-trabalhista; virtualização de determinadas áreas; terceirização; quarteirização etc.

Você já deve ter notado que outras mudanças substanciais também perfilam o atual mercado de trabalho: se antes predominava a gestão familiar, hoje impera a profissionalização; se antes prevaleciam os empregos estáveis, hoje temos projetos e trabalhos temporários; se antes vivíamos em uma hierarquia rígida, hoje nos deparamos com organogramas flexíveis e assim por diante.

Definitivamente, não basta ter um diploma pendurado na parede. Aliás, alguns especialistas dizem que o diploma deveria ter prazo de validade. Afinal, quantos profissionais deixaram de lado a atualização de suas carreiras? Hoje, não basta ter competências, é preciso ser competitivo.

Sobre o impacto da globalização no mundo do trabalho não há muito o que dizer. Basta acessar a internet para saber o que acontece com quem está do outro lado do globo, sem o mínimo de dificuldade ou estranhamento.

A globalização com seu processo de aceleração constante modifica as noções de tempo e de espaço na humanidade. A velocidade crescente que envolve as comunicações, os mercados, os fluxos de capitais, as tecnologias e as trocas de ideias impõem a dissolução de fronteiras e de barreiras protecionistas. Além disso, no ambiente organizacional, a convivência com a mudança virou rotina e demonstrou que novas formas de relacionamento e comunicação são construídas constantemente.

Até quem trabalha de forma autônoma acaba transformado em microempresário e deve desenvolver habilidades específicas de gestão que envolvem o conhecimento de contabilidade, o pagamento de impostos, o treinamento de sua equipe, a definição de um planejamento estratégico etc.

Daí a exigência de um profissional com perfil multifuncional. Não se trata do chamado generalista, mas, sim, daquele capaz de se renovar diante dos desafios, independente das habilidades adquiridas em sua graduação.

Muito bem, diante deste cenário, quais são as alternativas para se trilhar com tranquilidade o caminho das pedras? Caro leitor, desconfio das fórmulas prontas, entretanto, verifico que hoje é necessário ter características especiais como visão totalitária do processo de trabalho, sensibilidade aguçada no relacionamento interpessoal, compreender a flexibilização legislativa-trabalhista em determinadas áreas, a virtualização de determinados setores da economia, as barreiras etárias impostas para alguns profissionais, entre outras questões.

Para atender as expectativas deste novo perfil empregador faz-se necessária a presença de um profissional altamente capacitado, criativo, habilidoso, crítico, entre outras qualidades.

O mercado de trabalho anseia por pessoas capazes de combinar habilidades e técnicas profissionais a interesses, gostos, preferências, valores éticos e aspectos mais subjetivos como respeito, humildade, motivação, afeto. Entre as redefinições do trabalho está o desenho de um novo significado para a sua função, muito mais baseado na responsabilidade social e na cidadania; regado de noções morais, deontológicas e éticas de acordo com a respectiva área; conscientização cidadã e uma visão holística e histórica do mundo. Ufa, sendo assim, mãos à obra!

Inté a próxima semana com a continuação desta conversa. Conto com você.

PROCESSO SELETIVO: VOCÊ ESTÁ PREPARADO?

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Regina Tavares

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em 21/nov/2011 - 10 Comentários

Dinâmica em grupo

Em posts anteriores falamos da importância do currículo para o processo seletivo na atualidade, hoje trago uma discussão sobre as demais etapas de seleção, são elas: dinâmica em grupo e entrevista. Você está preparado para encará-las?

Provavelmente, você deve conhecer alguém que adora e outro que simplesmente não suporta participar de dinâmica em grupo, ou seja, daquela ocasião em que se é empenhada avaliação do comportamento e das características pessoais dos candidatos para uma determinada vaga. Pois bem, está é uma das etapas mais importantes de um processo seletivo para ingresso em organizações de diferentes ramos e portes.

Neste momento do processo seletivo, vale dizer que serão selecionados os profissionais que melhor se adaptarem à cultura da empresa, à vaga etc. Sendo assim, quando você não for aprovado em um processo seletivo, em especial, numa dinâmica em grupo, esteja ciente de que você não é inferior ao candidato aprovado, apenas tem o perfil adverso daquele que o empregador idealizou. Se há alguma dica? Seja participativo, respeite os demais envolvidos e não se preocupe em eliminar os concorrentes.

As fases da dinâmica são:

• Apresentação
• Aquecimento
• Atividade principal

Na última fase da dinâmica em grupo há muitas formas de abordagem, as principais são:

1. Execução (Realização de determinada tarefa)
2. Comunicativa (Atenta-se à forma de expressão comunicativa e ao nível de atualização do candidato)
3. Situacional (Remete ao cotidiano da empresa ou a reflexão de melhores condições de trabalho na empresa)
4. Irreverente (Recorre ao humor para atingir objetivos específicos)

Geralmente, o avaliador observa:

• Trabalho em equipe
• Relacionamento interpessoal
• Integração
• Motivação
• Auto-estima
• Postura
• Percepção
• Atenção
• Concentração
• Agilidade
• Solução de problemas
• Iniciativa
• Pró-atividade
• Comunicação
• Equilíbrio
• Criatividade
• Liderança

Muito bem! Você passou pela dinâmica em grupo e agora será avaliado individualmente durante uma entrevista. Se você chegou até aqui, deve saber que tem grandes chances de ser o candidato escolhido, contudo, deve ter alguns cuidados primordiais.

Entrevista

• Antes da entrevista

Pesquise sobre a empresa. Pode ser na internet, não há problemas. Mas, procure conhecer seu histórico, seus ramos de atuação, suas principais características.
Estude seu currículo. Geralmente, o empregador fará questões pontuais sobre seu currículo no sentido de atestar a veracidade deste. Portanto, estude-o e o tenha em mãos durante a entrevista.

• No dia da entrevista

Saiba o nome e o cargo do entrevistador, o local, a data e o horário da entrevista. Não se atrase! O ideal é chegar dez minutos antes da hora marcada. Vista-se de acordo com o perfil da organização ou de sua profissão e por favor, desligue o celular. Isso mostra respeito e bom senso.

• Durante a entrevista

Esteja preparado para responder sobre sua pretensão salarial, disponibilidade para viagens e limitações de horário, perspectivas futuras, ambições e outras questões da mesma ordem. Evite comentários negativos ou queixas sobre o emprego anterior. Nunca “implore” pelo emprego. Seja simpático, positivo e demonstre entusiasmo em suas respostas.

As perguntas mais frequentes durante a entrevista são:

1. Por que você decidiu trabalhar na nossa empresa?
2. Quais são as suas principais qualidades?
3. Quais são os seus principais defeitos? Como você lida com eles?
4. Por que você saiu do seu último emprego?
5. Qual foi o ponto alto de sua carreira até agora?
6. O que você espera encontrar na nossa empresa?
7. Como você acha que poderia contribuir com a nossa empresa?
8. Você prefere trabalhar em equipe ou trabalhar sozinho?

Atente à comunicação não-verbal. Especialistas afirmam que 90% de nossa imagem pública dependem mais de como agimos e nos comportamos do que daquilo que realmente falamos. Fique atento para as orientações listadas abaixo e evite os erros mais comuns em comunicação não-verbal:

==> Gestos que conotem nervosismo e inibição;
==> Ajeitar a gravata;
==> Manusear chaveiro, caneta ou outro objeto;
==> Ajeitar o cabelo ou os óculos constantemente;
==> Coçar-se, pigarrear ou bocejar;
==> Movimentar as mãos excessivamente;
==> Mascar chiclete ou roer as unhas;
==> Consultar excessivamente o relógio.

Ao final da entrevista, pergunte sobre as próximas etapas do processo.

• Depois da entrevista

Envie uma carta de agradecimento após o processo seletivo, faça com que o empregador lembre-se de você em outros processos seletivos.
Bom, depois desta maratona de avaliações, basta ficar na torcida pela conquista da vaga.

Inté!

CORTISOL NO TALO

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Marcelo Paes Barros

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em 27/out/2011 - 20 Comentários

Tenho um desafio a vocês, nobres leitores e leitoras: em uma folha, criem três colunas. Nomeie uma “Pessoais”, outra “Profissionais” e, na terceira, “Prazerosas”. Em seguida, façam um exercício de memória e anotem nas respectivas colunas “pessoais” e “profissionais” TODAS as pendências – e eu digo, todas – que vocês têm em cada uma destas atividades. Listem contas a pagar, relatórios atrasados, reuniões na escola dos filhos, planilhas de orçamentos a calcular, matérias do BLOG para escrever (rs), etc. O balanço geral dessas colunas define seu atual grau de estresse.

Na verdade, dispondo da listagem das atividades pendentes, alguns autores e cientistas sociais já consideram que meio caminho foi percorrido para a solução destes problemas. A sugestão destes pesquisadores é que você, agora, numere as atividades conforme suas prioridades, iniciando por aquelas já pendentes e, em seguida, as com prazos a vencer (em ordem). Cabe uma ressalva: parabéns para você que não possui atividades com prazo vencido! Isso é bastante raro hoje em dia! Intercalando 5 atividades de estresse, inclua uma atividade “prazerosa” na sequência. Não quero impôr um regime restrito e irredutível de conduta pessoal – pois até isso mesmo seria estressante! – mas esta estratégia parece surtir grandes efeitos no dia a dia da nossa vida moderna.

Fisiologicamente, o estresse se manifesta a partir da liberação intensa de um hormônio chamado cortisol, com significativas contribuições da epinefrina (adrenalina). Hoje, os pesquisadores entendem que o cortisol representa o link entre o estresse emocional, a motivação para cumprirmos nossas atividades, manifestações fisiológicas de bem- ou mal-estar e a propensão às doenças. O aumento crônico nos níveis de cortisol circulante acarretam, dentre uma enorme série de sintomas, ao pronunciado aumento dos riscos de acidentes cardiovasculares, incluindo ataques cardíacos fulminantes e derrames. Estudos científicos mostram que ratos recém-nascidos que foram banidos do contato físico com a mãe desde as fases mais prematuras – embora nutridos normalmente com leite materno – apresentaram níveis significativamente maiores de cortisol que outros filhotes que contaram com o “aconchego” do contato materno desde o início. Extrapole esse fenômeno para o desenvolvimento emocional de uma criança tratada com carinho para aquela crescida em um ambiente mais hostil.

Do mesmo modo, tome muito cuidado em seu ambiente de trabalho, principalmente no meio corporativo. Faz parte da estratégia empresarial sobrecarregar propositalmente seus funcionários levando-os ao limite do adequado balanço eficiência/produtividade. Não adianta o funcionário produzir muito em tarefas de baixa qualidade. Também não funciona bem no meio corporativo entregar serviços com alto grau de preciosismo mas em um ritmo mais lento. Contudo, não se esqueça que esse é o lado do seu empregador. Esse ritmo imposto está, sem sombra de dúvidas, regulando seus níveis de cortisol e, portanto, seu bem-estar e sua propensão à doenças. O dia tem 24 h para todos nós mas somente você pode decidir como conduzí-las. Uma interessante história pode ilustrar esta perspectiva.

Um homem tinha que transportar dois gigantescos fardos de cereais para uma cidade vizinha e não sabia como fazê-lo. Conversando com um amigo próximo, o colega trouxe a solução: “Pô Zé, por que não disse logo? Eu tenho um burrico que pode fazer o transporte para nós.” O amigo aceitou a gentileza e na manhã seguinte estava lá o Zé, seus dois fardos, o amigo e seu burrico, já carregado com várias malas e baús. Cuidadosamente, seu amigo ajeitou os dois enormes fardos no lombo do burrico que até deu uma arreada na anca, mas restabeleceu-se e iniciou lentamente a jornada. O Zé ficou impressionado como um animalzinho daquele porte conseguia carregr tanto peso. No meio do percurso, o Zé não resistiu e perguntou ao amigo: “Pô Chico, me desculpe, mas tenho que te perguntar. Não é muito peso para o burrico? Como é que ele aguenta?”. “Simples”, respondeu o amigo Chico. “Quando ele não aguentar mais, ele simplesmente pára de andar…”

Por mais afinco e dedicação que você tenha a seu trabalho e às tarefas diárias, lembre-se que devemos lutar diariamente para controlar nossos níveis de cortisol em busca de uma vida mais prazerosa e menos estressante. Pense em uma caldeira à vapor cujo mostrador constantemente entra naquela faixa do vermelho. Acho que você não quer correr o risco de vê-la explodir, quer? Pense nisso…

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