TUDO BEM EM PARAR UM POUCO

Hey, você! Isso mesmo, você: universitário. Você que começou o curso agora ou você que já está terminando, você já percebeu o quanto algumas vezes temos de ir num ritmo tão acelerado? Ultimamente tenho percebido o quanto nós somos pressionados no meio acadêmico e com as expectativas do mercado de trabalho…

Às vezes, passamos por um semestre, tendo que conciliar estudo, família, trabalho… Claro, são muitas matérias, avaliações, mas para além disso, nos vemos pressionados pela sociedade para apresentarmos sempre mais que o outro, salas abarrotadas de pessoas e cada um com sua própria realidade.

O universo acadêmico tem dessas, às vezes nos vemos diante de colegas que insistem em querer mostrar algum tipo de prova de que são “melhores”, às vezes nós nos pegamos sendo o colega que quer ser visto como “melhor”. Nos envolvemos nesse modelo produtivista, nos colocamos diante de situações desgastantes, tendo de ler sempre mais, tendo de escrever mais ou melhor, tendo de conquistar uma nota maior, ou mesmo conseguir sempre os elogios dos professores.

Uma frase que sempre levo comigo do Neil deGrasse Tyson, astrofísico e cientista brilhante é:

“O conhecimento nos dá poder para influenciar eventos.”

O que eu quero dizer com isso é que, a partir do momento em que você possui o conhecimento de como uma determinada realidade funciona, sabe o que está acontecendo, nos dá enormes possibilidades, dentre elas a de mudar e moldar essa realidade.

Então, pare, pense, analise, reflita: como você quer viver a sua vida universitária? Esse é um momento único, mesmo que faça outros cursos, cada vivência na sua vida é única, logo não faz sentido passar por esse momento sem se deliciar com ele. Esteja você começando agora ou mesmo que você esteja terminando o curso, aproveite ele, aproveite cada momento, seja mais humano e menos máquina. O conhecimento não é um produto a ser comercializado, algo a ser colocado em uma prateleira como um pote de milho qualquer, seu conhecimento é fruto do seu trabalho, tenha respeito por ele e tenha respeito por você.

O seu conhecimento faz parte de você, ele constitui um pedaço da sua identidade, do seu passado, do seu presente e do seu futuro, se você vai nutrir algo assim, o melhor adubo que recomendo é a paixão, paixão ao se descobrir os pequenos detalhes do seu curso aos poucos e com o tempo essa paixão acaba se concretizando e se transformando em um amor e não existe nada melhor do que amar aquilo que se estuda, aquilo que se conhece.

 

Angelita Aparecida F de Souza – 7° semestre
Jader Silva Tabosa – 7° semestre
Wellinton Luiz de Souza – 7° semestre
Orientadora: Roberta Ladislau Leonardo

 

Categoria: Retrato
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OIT DIZ QUE 90% DOS TRABALHADORES DOMÉSTICOS NÃO TÊM PROTEÇÃO SOCIAL

Maioria está concentrada na América Latina e Ásia

A OIT publicou estas novas estimativas, segundo as quais 80% dos trabalhadores domésticos são mulheres.

 

Os estudos e avaliações sobre as condições neste setor são difíceis porque o trabalho é realizado em domicílios privados e com frequência para mais de um empregador, há uma rotação elevada, os pagamentos são com dinheiro, os salários irregulares e, em geral, não há contratos envolvidos.

 

Além disso, a quantidade de horas média trabalhadas está entre “as mais longas e imprevisíveis”, com um maior controle de horários entre os empregados que vivem fora do lugar de trabalho.

 

Tudo isso apesar de ser uma fonte significativa de emprego: 4% da força de trabalho mundial, não mais de 1,5% na Europa, 6% na América Latina e no Caribe e 7,7% no mundo árabe.

 

Segundo a OIT, 68% dos trabalhadores domésticos se encontram na América Latina e Ásia, onde identificou “grandes problemas na proteção social” para este grupo, embora também tenha encontrado problemas em países industrializados.

 

Em um estudo, a organização afirmou que 39% dos trabalhadores domésticos na Espanha e França estão excluídos da cobertura da seguridade social, enquanto na Itália 60% não estão registrados ou não são cotados pelo sistema.

 

A situação é ainda pior para os trabalhadores domésticos imigrantes, que são estimados em 11,5 milhões, como se reflete no feito de que 14% dos países que oferecem alguma cobertura social aos domésticos não reconhecem os mesmos direitos dos trabalhadores nacionais aos imigrantes.

 

Ao explicar as conclusões do estudo, o economista principal da OIT, Fabio Durán-Valverde, disse que não há um modelo perfeito que responda às necessidades dos empregados domésticos, embora “a cobertura obrigatória seja um elemento crucial para alcançar uma cobertura adequada”.

 

Esta cobertura obrigatória deveria incluir -mencionou- incentivos fiscais, planos de registro, campanhas de sensibilidade dirigidas aos empregados e empregadores, assim como sistemas de cheques de serviços.

 

Em geral, as remunerações neste setor representam “menos da metade do salário média do mercado” e em alguns casos extremos, como o do Catar, não supera 20%.

 

Em tudo isso influencia o baixo nível de educação e qualificação, a pouca valorização social deste trabalho e o pouco poder de negociação dos trabalhadores.

 

Fonte: G1

Categoria: Em pauta
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BRASÍLIA É A CIDADE QUE MAIS ATRAI PROFISSIONAIS GRADUADOS, APONTA IPEA

As cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro foram as principais "exportadoras de cérebros" para a capital federal

O número de pessoas que atravessaram as fronteiras de seus municípios com a finalidade de trabalhar ou estudar cresceu de 7,4 milhões, em 2000, para 15 milhões, em 2010. No passado, o movimento migratório era comum entre as pessoas de baixas escolaridade e renda, mas, agora, são os profissionais com formação de nível superior que saem de suas localidades de origem. Divulgado ontem, o estudo Cidades em movimento: desafios e perspectivas das políticas públicas, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), apontou ainda que Brasília foi a cidade que mais atraiu diplomados três anos atrás: 42,9 mil imigrantes com esse perfil, ou seja, 17,3 mil a mais que a quantidade de emigrantes.

 

 

As cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro foram as principais “exportadoras de cérebros” para a capital federal: da primeira vieram 122 mil diplomados e da segunda, 20,2 mil. Essas pessoas chegaram a Brasília atraídas, sobretudo, pelas oportunidades no funcionalismo público — lideram a lista dos queridinhos os órgãos chamados de elite, como Ministério Público da União (MPU), Banco Central, Tribunal de Contas da União (TCU), Tesouro Nacional, Senado e Câmara dos Deputados. “Esses deslocamentos apontam que o dinamismo da economia brasileira favorece a mobilidade, a formação escolar, a capacitação profissional e a inserção no mercado de trabalho”, explicou Marcelo Neri, presidente do Ipea e ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE).

 

Íntegra Correio Web com adaptações

Categoria: Em pauta
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APPLE ABRE 1.500 VAGAS E QUER BRASILEIROS: OPORTUNIDADE

Se você sonha em trabalhar na Apple, esta pode ser a grande oportunidade.

 

A gigante tecnológica norte-americana está procurando mais de 1.500 novos colaboradores para trabalhar nos quatro cantos do mundo, incluindo Estados Unidos, China, Abu Dhabi, México, Canadá, Irlanda, entre outros.

 

As vagas são para as mais diversas áreas, principalmente engenharia de software, onde a Apple quer contratar 632 novos trabalhadores.

 

Para operadores são 314 vagas e para Sistemas de Informação e Tecnologia, 200

 

Só na última semana, foram lançadas 800 novas oportunidades de emprego na empresa da maçã.

 

A Apple quer reforçar a aposta nos EUA, para onde quer recrutar 1421 dos novos trabalhadores.

 

O restante das vagas são para Argentina, Austrália, Áustria, Bélgica, Brasil, Canadá, Chile, China, República Checa, Dinamarca, França, Alemanha, Hungria, Japão, Índia, Itália, México, Irlanda, Holanda, Turquia e Inglaterra.

 

Se interessou?

 

Então clique aqui para ver as vagas oferecidas (em inglês) e se candidatar a uma delas.

 

É possível fazer a pesquisa por país, conhecimentos linguísticos e área profissional.

 

Com informações do Boas Notícias.

Categoria: UDF pra você
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DIVERSOS SETORES COMEÇAM A CONTRATAR TRABALHADORES TEMPORÁRIOS

Setor de eventos, comércio e indústria oferecem chances temporárias, com chances de efetivação

Profissionais desempregados e jovens à procura do primeiro trabalho formal têm uma ótima chance com as contratações temporárias que começam já neste mês no comércio, no setor de eventos e na indústria. Enviar um currículo sucinto e direto e causar boa impressão na entrevista são os primeiros passos para garantir uma das vagas. Quem pretende ser efetivado precisa mostrar interesse pelo trabalho e saber receber bem os clientes.

 

Júnior e Gleide conseguiram ficar no emprego depois do período de experiência

 

A bolsa emprego da Secretaria de Trabalho do DF (Setrab), que raramente passa de mil vagas, já registra aumento no número de oportunidades nas últimas semanas. O Sindicato do Comércio Varejista do Distrito Federal (Sindivarejista) estima a criação de 5,8 mil vagas. No ano passado, 20% foram efetivados e a expectativa para este ano é de que a porcentagem seja ainda maior com a proximidade dos grandes eventos internacionais. “As lojas provavelmente vão manter esses profissionais para que o quadro já esteja preparado a atender a clientela”, argumenta o presidente do sindicato, Antonio Augusto de Moraes.

 

A maioria das vagas, de acordo com o sindicato, são para vendedores, balconistas, caixas, estoquistas, motoristas e para a área administrativa, principalmente em funções que exigem o domínio de informática. As lojas de departamento são as que mais contratam e começam a chamar os candidatos na segunda quinzena de outubro. A partir de novembro, as empresas de médio e de pequeno porte iniciam as contratações. O maior número de ofertas está concentrado no Plano Piloto e em Taguatinga.

 

 

Íntegra Correio Web

Categoria: Acontece
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EMPREGO EM PAÍSES AVANÇADOS SÓ VOLTA A NÍVEL PRÉ-CRISE EM 2018, DIZ OIT

Países em desenvolvimento e emergentes devem atingir nível em 2015. No Brasil, alta do salário mínimo e o 'Bolsa Família' reduzem pobreza, diz.

Do G1, em São Paulo (Íntegra)

 

Cinco anos após a crise financeira internacional, o emprego no mundo segue desigual, segundo relatório divulgado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) nesta segunda-feira (3).

 

De acordo com a OIT, nos países emergentes e em desenvolvimento, o emprego deve retornar aos níveis pré-crise em 2015. Nas economias desenvolvidas, no entanto, esse nível só deve ser retomado após 2017.

 

Pelas estimativas de crescimento atuais, o nível de emprego nas economias avançadas deve recuperar os níveis pré-crise em 2014. “Entretanto, considerando o crescimento da população economicamente ativa, o nível de emprego não vai se recuperar até 2018”, diz a OIT.

 

Entre os países analisados, 30% já têm níveis de emprego superiores aos registrados em 2007. Em 37%, houve melhora, mas insuficiente. Nos outros 33%, as taxas de emprego seguem em queda.

 

“No nível global, o número de desempregados continuará a crescer a menos que haja uma mudança de curso política. O desemprego global deve chegar a 208 milhões de pessoas em 2015, comparado aos pouco mais de 200 milhões no momento da publicação (do relatório)”, afirma a OIT.

 

Desigualdades de renda aumentaram nas economias avançadas ao longo dos últimos dois anos

 

Globalmente, segundo o estudo, as taxas de desemprego permanecem “teimosamente” altas. “Em 2012, o desemprego global chegou a 5,9%, 0,5 ponto percentual acima da taxa de 5,4% de antes da crise. Mas o desemprego global voltou a subir novamente no final de 2011, aumentando em mais de 3 milhões de pessoas ao longo de 2012, para 195,4 milhões de desempregados”. Em 2018, esse número deve chegar a 214 milhões.

 

Para que o nível de emprego mundial retorne ao registrado antes da crise, são necessários mais de 30 milhões de postos de trabalho.

 

A organização ressalta que, nos últimos cinco anos, houve um crescimento de 60% no desemprego de longo prazo (mais de 12 meses) nos países avançados e em desenvolvimento.

 

Brasil
Para o Brasil, o relatório aponta que, entre as economias da América Latina que estão no grupo de rendimento médio superior, o crescimento do tamanho da classe média foi particularmente alto no país (alta de 16 pontos percentuais) entre 1999 e 2010. “Os níveis de pobreza também caíram consideravelmente”, diz.

 

O relatório cita que o país implementou ambiciosas políticas de trabalho e social, como o aumento do salário mínimo, extensão da proteção social (como o Bolsa Família), e ampliou os investimentos em saúde, educação e infraestrutura.

“No Brasil, o aumento do salário mínimo nacional e o ‘Bolsa Família’ (programa de transferência de renda) são duas das medidas mais amplamente creditadas para explicar a redução da pobreza, o que tem abastecido o motor econômico do país”, diz o relatório.

 

Emergentes, em desenvolvimento e avançados
Nos países emergentes e em desenvolvimento, a situação do emprego é “mais positiva que o cenário global”, diz o relatório. Em 13 dos 18 países sobre os quais há informações disponíveis, as taxas de emprego superaram as de antes da crise em 2012. Em apenas quatro, foi registrada queda. Em 11, houve recuperação insuficiente.

 

“Em geral, essas economias foram menos afetadas em termos de destruição de emprego durante a crise, mas foram impactadas pela desaceleração no crescimento do emprego”, diz a OIT.

 

Nesses países, no entanto, o emprego informal segue alto, representando mais de 40% em dois terços dos avaliados.

 

Nas economias avançadas a situação é considerada mais problemática. Entre as 37 avaliadas, em apenas seis (Alemanha, Hungria, Israel, Luxemburgo, Malta e Suíça) o emprego recuperou seu nível pré-crise. Em 35% dos países, houve recuperação insuficiente desde 2007. Em quase metade das economias avançadas, tem havido queda do emprego desde o começo da crise.

 

Qualidade do trabalho
A OIT verificou que houve piora na qualidade do trabalho tano em países avançados quanto emergentes e em desenvolvimento entre 2007 e 2011. Em Israel, por exemplo, o valor médio da hora de trabalho caiu 2,5%. Na Alemanha, houve recuo no gasto com benefícios sociais.

 

Na Grécia, houve alta na incidência de emprego temporário, acompanhada pela redução no valor da hora trabalhada.

 

Desigualdades de renda
Segundo a OIT, o “fosso” entre ricos e pobres na maioria dos países de baixa e média renda continua a ser grande. Muitas famílias que conseguiram elevar-se acima da linha de pobreza estão em risco de voltar à situação anterior.

 

Nos países em desenvolvimento e emergentes, o tamanho do grupo de renda média aumentou de 263 milhões em 1999 para 694 milhões de 2010. “No entanto, um ‘grupo flutuante’ de vulneráveis – aqueles que estão acima do nível de pobreza – passou de 1,117 milhões em 1999 para 1,925 milhões em 2010, principalmente em economias de baixa e baixa e média renda”.

 

Por outro lado, as desigualdades de renda aumentaram nas economias avançadas ao longo dos últimos dois anos. Segundo o relatório, as desigualdades de renda aumentaram entre 2010 e 2011 em 14 das 26 economias avançadas pesquisadas, incluindo a França, Dinamarca, Espanha e Estados Unidos.

 

Em muitas economias avançadas, os grupos de renda média estão encolhendo – em parte, pelo desemprego de longa duração. Na Espanha, o tamanho do grupo de renda média caiu de 50% em 2007 para 46% até o final de 2010. Nos Estados Unidos, 7% da população tiveram aumento de seu patrimônio líquido durante os dois primeiros anos da recuperação. Já os restantes 93% viram seu patrimônio declinar.

 

“O tamanho cada vez menor de grupos de renda média das economias avançadas é uma questão preocupante, não só para a inclusão dessas sociedades, mas também por razões econômicas. Decisões de investimento de longo prazo por parte das empresas também dependem da proximidade dos grupos de renda média grandes e estáveis que estão em situação de consumir”, disse Raymond Torres, diretor do Instituto Internacional de Estudos do Trabalho, o braço de pesquisa da OIT.

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DESEMPREGO ATINGE 73,4 MILHÕES DE JOVENS NO MUNDO

Segundo pesquisa, 12,6% dos jovens estão sem trabalho. Crise é maior na Europa; no Brasil, desemprego nesta faixa vem caindo.

Do G1, em São Paulo (Íntegra)

 

Cerca de 73,4 milhões de jovens entre 15 e 29 anos estão desempregados no mundo, diz estudo divulgado nesta quarta-feira (8) pela Organização Internacional do Trabalho (OIT). O número representa 12,6% da população desta faixa etária. De acordo com o estudo, o desemprego entre jovens aumenta a cada ano. O número para 2013 é 3,5 milhões maior em relação a 2007, quando 11,7% dos jovens estavam desempregados), e está perto dos níveis alcançados no pior momento da crise econômica, em 2009. No Brasil, no entanto, o índice de jovens desempregados vem diminuindo.

 

À procura de emprego, jovens espanhóis encaram
filas para entrar em uma agência de  trabalho
(Foto: Sergio Perez / Reuters)

 

 

Segundo o relatório da OIT, chamado “Tendência mundiais do emprego juvenil 2013 – Uma geração em perigo”, o mundo tem hoje, entre jovens e adultos, 201,5 milhões de desempregados, sendo os 73,4 milhões de jovens e mais 128 milhões de adultos acima de 29 anos sem trabalho, o que representa 4,6% do total da população adulta economicamente ativa.

 

As maiores taxas foram registradas no Oriente Médio (28,3%) e no norte da África (23,7%), e as menores foram na na Ásia Oriental (9,5 %) e Ásia Meridional (9,3%). Na América Latina e Caribe, este índice é de 13,2% dos jovens.

 

“Estes números evidenciam a necessidade de enfocarmos em políticas que promovam o
crescimento, a melhoria da educação e os sistemas de qualificação, além do emprego
juvenil”, declarou José Manuel Salazar-Xirinachs, Subdiretor Geral de Políticas da OIT.

 

Desemprego cai no Brasil
Embora o estudo mostre um aumento do desemprego entre jovens no mundo, especialmente em países de economia avançada, o Brasil apresenta resultados positivos, segundo a OIT. Nos últimos anos, o índice de jovens brasileiros desempregados foi caindo a cada ano, passando de 22,6% em 2002 para 13,7% em 2012.

 

O desempenho do Brasil contrasta com o de países da Europa. No Reino Unido, o desemprego que era de 11,9% em 2002, passou para 21,3% dos jovens em 2012. Na França, o índice saltou de 18,3% em 2002 para 22,9% em 2012. Os maiores índices de desemprego entre jovens na Europa estão na Itália (34,4%), Portugal (38,7%), Espanha (52,2%) e Grécia (54,2%).

 

Nos Estados Unidos, o desemprego atinge 16,3% dos jovens. No Canadá, 14,4%. No Japão e na Alemanha, 8,2%. No México, 9,7%. No Chile, 15,8%.

 

Trabalho temporário
Aqueles que encontram trabalho estão obrigados a ser menos exigente quanto ao tipo de emprego que exercem, incluindo trabalho em tempo parcial ou temporário, já que necessitam desesperadamente de renda. “Os empregos seguros são menos acessíveis para os jovens de hoje, que têm como única opção o trabalho temporário ou de meio período”, diz Salazar-Xirinachs.

 

O estudo da OIT mostra ainda que aumentou no mundo o número de jovens que estão desempregados há mais de seis meses. “As consequências a longo prazo disso é a perda da experiência de trabalho e o enfraquecimento de sua capacidade de profissional”, diz o consultor. “Para um jovem, ficar sem emprego nos primeiros anos de carreira, pode ter consequências em seu salário e enfraquecer suas perspectivas de renda, ainda décadas mais tarde”.

Categoria: Em pauta
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CONSULTORIA LISTA HÁBITOS QUE MAIS IRRITAM OS CHEFES NO ESCRITÓRIO

Fofocas, atrasos em reuniões e sujeira nas mesas estão entre práticas mais criticadas por gerentes de empresas na Grã-Bretanha.

Você se atrasa para reuniões e não resiste a participar da última fofoca do escritório? Então saiba que você pode estar deixando muitos chefes irritados.

 

Chegar atrasado e deixar sujeira na mesa são alguns dos hábitos mais criticados (Foto: PA)

 

Pelo menos é isso o que constatou uma consultoria britânica, que entrevistou 2 mil gerentes na Grã-Bretanha para identificar os hábitos mais irritantes no local de trabalho.

 

Segundo o Institute of Leadership & Management (ILM), as práticas que mais incomodam são:

 

- Chegar atrasado em reuniões (citado por 65% dos gerentes)

 

- Deixar pratos e outros recipientes sujos sobre a mesa após o almoço (63%)

 

- Fofocar sobre os colegas (60%)

 

- Discutir abertamente assuntos confidenciais da empresa (54%)

 

- Mandar um e-mail para alguém sentado bem na sua frente (56%)

 

- Deixar o celular tocar alto (42%)

 

- Fazer muitos intervalos para fumar (39%)

 

- Ir trabalhar doente, em vez de ficar em casa (34%)

 

- Levar os filhos pequenos ao trabalho (27%)

 

O mau uso dos e-mails está entre os hábitos mais irritantes no escritório, diz o levantamento – segundo o qual 57% dos entrevistados odeiam aquelas mensagens coletivas, enviadas para todo o escritório.

 

“Pense nas melhores formas de se comunicar”, sugere o relatório do ILM. “E-mails muitas vezes são impessoais e pouco claros. Às vezes, a interação cara a cara ou o bom e velho telefonema podem ser mais apropriados.”

 

Roupas impróprias e jargão
Roupas inadequadas e o uso excessivo de jargão também prejudicam o ambiente de trabalho, aponta a pesquisa britânica.

 

Quase um em cada quatro entrevistados se queixou do fato de colegas exagerarem no emprego de termos como “pensar fora da caixa” e “vamos manter contato”, entre outras expressões típicas do universo dos escritórios.

 

“Muitas vezes essas expressões são vagas e imprecisas”, queixou-se um trabalhador britânico entrevistado pela BBC.

 

Para o ILM, o uso excessivo de jargão “aliena as pessoas e nem sempre é a melhor forma de se comunicar”.

 

No que diz respeito ao vestuário, 27% dos gerentes entrevistados disseram terem sido forçados a dar bronca em seus funcionários que usaram, por exemplo, roupas muito ousadas ou sandálias muito informais.

 

Pequenas mudanças
Essas pequenas irritações no ambiente profissional podem prejudicar o rendimento, mas soluções simples fazem grande diferença, de acordo com a pesquisa.

 

O hábito de levar um bolo para os colegas aniversariantes ou preparar-lhes chá e café melhora a convivência para praticamente a maioria dos entrevistados.

 

“A pesquisa mostra que gestos simples significam muito no escritório, como ouvir um ‘obrigado’ após realizar uma tarefa e dar-se ao trabalho de dizer ‘oi’ e ‘tchau’ aos colegas”, diz o ILM.

 

Fonte: G1 (Íntegra)

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