AÇAÍ

* Texto elaborado pela empresa VP Consultoria Nutricional parceira do curso de pós-graduação em Nutrição do UDF.

 

Você já deve ter ouvido falar do Açaí e seus benefícios, mas também que ele é um alimento altamente calórico. No entanto, o que é verdade e o que é incorreto afirmar sobre este alimento?

 

O Açaí (Euterpe oleracea) é uma fruta característica da Amazônia – porém não é tão fácil encontrá-la para ser consumida no restante do Brasil e do mundo. O que é facilmente encontrado são os produtos derivados da polpa do açaí, que é vastamente utilizada na produção de sorvetes, geleias e licores. Porém, são mais conhecidos seus produtos pasteurizados quando adicionados xarope de guaraná e doce de leite, ou mesmo o açaí em pó.

 

Devemos então ter isso em mente: o açaí possui diversos efeitos; porém, ao se adicionar xarope de guaraná, doce de leite, entre outros produtos, há uma redução na sua qualidade nutricional e, muitas vezes, ficam mais calóricos e com menos benefícios. Cuidado com adição deste tipo de produto, pois pode fornecer muito mais açúcar e calorias do que deveria ser consumido.

 

A fruta açaí tem uma grande concentração de polifenóis, substâncias antioxidantes e anti-inflamatórias que auxiliam no controle e prevenção de uma série de doenças. O ser humano já tem uma ótima capacidade antioxidante que ajuda a combater os malefícios das toxinas ambientais e orgânicas; porém, com a utilização do açaí, a nossa capacidade antioxidante pode dobrar e até triplicar. É uma proteção excelente contra o excesso de radicais livres que causam lesões nas células que, por sua vez, estão relacionadas com envelhecimento precoce da pele e diversos tipos de cânceres, entre outras doenças.

 

O consumo de 100g da polpa do açaí por duas vezes ao dia, em estudos, já foi associado com redução da glicemia, insulina e LDL-colesterol, mostrando ser um alimento excelente para o controle destas alterações metabólicas.

 

Não apenas a fruta, mas também o extrato da fruta apresenta melhora na composição de gorduras do sangue, atenuando a formação de aterosclerose, mostrando ser uma opção a mais para o tratamento e prevenção de doenças cardiovasculares e da síndrome metabólica.

 

Além de todos estes benefícios, também foi demonstrado que o consumo do suco de açaí, misturado com outras frutas, conseguiu diminuir a dor e melhorar a movimentação em atividades da vida diária de pacientes com limitação de movimento, em comparação com um grupo que recebeu o suco de frutas sem a polpa do açaí.

 

Portanto, é preciso ter cuidado na forma em que é utilizado o açaí. A fruta, a polpa e o extrato são as melhores formas de se consumir. Porém, como o sabor pode não ser muito agradável, uma ótima opção é misturar com outras frutas para adoçar naturalmente o produto. Evite adicionar produtos, como xaropes, açúcar, doce de leite e outros adoçantes que não são saudáveis, mas não deixe de aproveitar os inúmeros benefícios desta fruta.

 

Referências Bibliográficas.

 

Informativo Técnico Rede de Sementes da Amazônia. Açaí Euterpe oleracea. 18(1679-8058), 2008.
MERTENS-TALCOTT, S.U.; RIOS, J.; JILMA-STOHLAWETZ, P.; et al. Pharmacokinetics of anthocyanins and antioxidant effects after the consumption of anthocyanin-rich acai juice and pulp (Euterpe oleracea Mart.) in human healthy volunteers. J Agric Food Chem; 56(17):7796-802, 2008.
UDANI, J.K.; SINGH, B.B.; SINGH, V.J.; BARRETT, M.L. Effects of Açai (Euterpe oleracea Mart.) berry preparation on metabolic parameters in a healthy overweight population: a pilot study. Nutr J; 12;10:45, 2011.
FEIO, C.A.; IZAR, M.C.; IHARA, S.S.; et al. Euterpe oleracea (açai) modifies sterol metabolism and attenuates experimentally-induced atherosclerosis. J Atheroscler Thromb; 19(3):237-45, 2012.
JENSEN, G.S.; AGER, D.M.; REDMAN, K.A.; Pain reduction and improvement in range of motion after daily consumption of an açai (Euterpe oleracea Mart.) pulp-fortified polyphenolic-rich fruit and berry juice blend.  J Med Food; 14(7-8): 702-11, 2011.
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GUIA DE CARREIRA: RELAÇÕES INTERNACIONAIS

Profissão exige interesse por economia, política, direito e história. Eventos esportivos e questões ambientais prometem alavancar mercado

O profissional formado em relações internacionais está habilitado a negociar interesses e fazer a intermediação de acordos entre diversas partes. Pode trabalhar para países, estados, prefeituras, empresas privadas e ONGs, seja buscando recursos, fechando parceiras ou projetos com diferentes objetivos.

 

Esse profissional é parceiro do formado em comércio exterior e vice-versa, principalmente no setor privado, apesar de as profissões serem confundidas. Enquanto o primeiro atua mais na parte estratégica e de planejamento dos negócios, o segundo cuida dos trâmites operacionais.

 

 

 

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SEMANA UNIVERSITÁRIA UDF

Alunos, professores e comunidade debatem sobre a sustentabilidade

A Semana Universitária foi um sucesso! Cerca de dois mil alunos se inscreveram para participar das palestras, oficinas e mesas-redondas. Durante os cinco dias do evento, mais de cinco mil pessoas circularam pelas dependências do Edifício Reitor Rezende Ribeiro de Rezende. Somente na Palestra Magna ‘Diálogo dos Poderes’ mais de dois mil alunos estiveram presentes debatendo a sustentabilidade.

Para a equipe de organização, a Semana Universitária cumpriu seu objetivo de proporcionar uma prática acadêmica diferenciada. O evento contou com a presença de mais de 100 palestrantes de diferentes órgãos e instituições públicas e privadas, cada um agregando maior conhecimento dentro de sua área. A Semana ocupou mais de 30 salas em cada turno. E durante o evento houve exposição de arte, com direito à pintura de tela ao vivo, exposição de produtos artesanais reciclados e espaço para massagem.

Os alunos tiveram uma grande oportunidade de enriquecer seu conhecimento, desenvolvendo aspectos novos dentro do currículo de cada curso. E aqueles que não estavam presentes, puderam acompanhar as atividades e entrevistas exclusivas com palestrantes em tempo real, pelas redes sociais do UDF.

Os alunos inscritos nas atividades irão receber certificado que irá validar as horas de palestras. E você participou da Semana Universitária? Deixei aqui seu comentário sobre o evento.

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SEMANA UNIVERSITÁRIA

Pessoal, amanhã tem a abertura oficial da Semana Universitária. A partir das 19h30, no Hall Principal do Edifício Reitor Rezende Ribeiro de Rezende, o UDF recebe a Ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira, o Senador Rodrigo Rollemberg e o Ministro do Superior Tribunal de Justiça, Adilson Vieira.

Já na quinta-feira, entre diversas atividades é possível assistir a palestra com a Promotora de Justiça de Defesa do Meio Ambiente e Patrimônio Cultural do DF, Kátia Cristina Lemos que irá falar sobre o papel do Ministério Público e a problemática ambiental. À noite, os desafios de sustentabilidade nos meios urbanos serão discutidos com o Embaixador de Tawain.

Na sexta-feira, representantes da OAB/DF irão avaliar a responsabilidade social sobre os recursos hídricos. E em outra palestra o debate irá abordar os principais projetos brasileiros de gerenciamento sustentável das águas com a representante da Agência Nacional de Águas, Cristianny Villela Teixeira.

Durante a Semana Universitária também serão exibidos filmes sobre a temática do meio ambiente. No hall de entrada do Edifício Sede, acontece a exposição do artista André Cerino “Cores do Cerrado” e o Encontro do BSB Sustentável, que apresenta peças de artesanatos feitas com material reciclado.

Você pode conferir a programação completa da Semana Universitária e fazer a sua inscrição no site do evento

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SUSTENTABILIDADE ALÉM DA PROPAGANDA

Toda empresa já sabe. Investir em sustentabilidade é uma boa ideia. Pesquisas demonstram que o interesse pelos negócios verdes é alto, falta apenas colocar em prática. E enquanto muitos planejam e descobrem a melhor maneira de produzir gerando o menor impacto possível, muita gente vai direto ao ponto: a propaganda.

O importante, nesses casos, é dizer que faz parte do movimento, afinal quem levantaria bandeira contra a sustentabilidade? Grandes empreendimentos imobiliários, bairros novos, indústria automobilística, todos eles são favoráveis à sustentabilidade.

Mas alto lá, não basta apenas fazer propaganda, é preciso colocar a mão na massa. De qual sustentabilidade estamos falando quando, por exemplo, falamos de carros? Ou quando discutimos sobre construções gigantescas?

Sustentabilidade tem a ver com repensar todas essas nossas práticas, que um dia ficarão no passado. Sustentabilidade é o transporte coletivo, se possível público e de qualidade. Sustentabilidade é a geração de energia limpa, gestão correta de resíduos, consumo consciente, desenvolvimento econômico, social e ambiental para todos.

E para pensar melhor essa tal de sustentabilidade, é que as questões que envolvem o contexto urbano serão discutidas aqui no UDF Centro Universitário, na próxima semana. Vamos debater problemas e soluções com quem entende do assunto. Não perca!

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SEMANA UNIVERSITÁRIA – SUSTENTABILIDADE

O termo sustentabilidade passou a ser algo muito presente no nosso cotidiano, já reparou? Fala-se em proteção de florestas, preservação de espécies e cuidado com o meio ambiente. O interesse pela sustentabilidade aumentou, mas mesmo assim, muitas pessoas ainda se perguntam o que exatamente isso representa.

A Sustentabilidade está relacionada ao uso consciente dos recursos de que dispomos.  A questão sustentável se preocupa principalmente com o mundo que deixaremos para as próximas gerações.  Por isso, as nossas ações precisam ser pautadas pelo cuidado e atenção com a natureza, nosso grande legado.

É claro que a preocupação com o meio ambiente continua sendo um termo muito amplo, então vamos lá. A sustentabilidade pode estar na moda, na alimentação, na política, economia e, principalmente nas pequenas ações nossas do dia a dia. Comprar apenas o que irá ser consumido, separar o lixo, desligar a luz, economizar água, são ações simples, porém eficazes, pois estão relacionadas a grandes cadeias produtivas.

Discutir sustentabilidade é pensar o dia de amanhã, e é pensando em um melhor amanhã que a Semana Universitária do UDF deste ano será voltada ao tema “Sustentabilidade”.  Participe, vamos juntos debater, sugerir e construir um ambiente sustentável.

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ÓLEO DE KRILL

* Texto elaborado pela Nutricionista Barbara Rescalli Sanches, aluna bolsista do curso de pós-graduação em Fitoterapia Funcional.

Há uma novidade entre os óleos: mais um que veio para a turma dos ditos “saudáveis”.

Já foi a época que óleo era sinônimo de gordura ruim, pois hoje em dia se sabe da variedade de funções que um óleo de boa qualidade pode trazer ao organismo.

O óleo de Krill é mais um óleo que vem mostrando benefícios à saúde. Também é rico em EPA e DHA, que são as formas ativas do ômega-3, encontradas no óleo de peixe; porém, não tem uma concentração tão grande quanto neste último, mas isso não impede de também mostrar benefícios à saúde e até mostrar mais ação que no óleo de peixe, conforme mostrado nos últimos estudos.

Rico em ômega-3, o óleo de Krill também mostrou benefícios na prevenção de doenças cardiovasculares e diminuição do risco de desenvolver a temida síndrome metabólica. O óleo de krill mostrou-se efetivo na diminuição da formação de gorduras pelo fígado e ,consequentemente, teve auxilio na diminuição de colesterol total, LDL-c e triglicérides, mais que o óleo de peixe, além de aumentar o HDL-c (“bom colesterol”), diminuir a esteatose hepática (gordura do fígado) e glicemia.

Também já foram identificados benefícios em pacientes com artrite reumatoide, diminuindo a inflamação e sintomas da doença. Pessoas com cólicas e sintomas de TPM também já podem contar com mais este aliado no controle destas alterações, utilizando o óleo de krill.

Uma alteração presente nos obesos é o estímulo e a grande quantidade de receptores para endocanabinoides, sendo que o óleo de krill também mostrou que pode auxiliar na diminuição dos precursores e na biossíntese deste endocanabinoide, ou seja, talvez também possa ajudar em pacientes acima do peso.

E para finalizar com chave de ouro, este óleo ainda conta com uma boa concentração de fosfatidilcolina, um nutriente de extrema importância para o funcionamento cerebral.

Claro que ainda não temos tanto estudos quando comparado com o óleo de peixe, mas as pesquisas são promissoras e os resultados encontrados nos trazem uma sensação otimista de que poderemos contar com mais um óleo no controle de alterações metabólicas, promovendo um organismo cada vez mais saudável.

Referências bibliográficas.

1. PISCITELLI, F.; CARTA, G.; BISOGNO, T. et al. Effect of dietary krill oil supplementation on the endocannabinoidome of metabolically relevant tissues from high fat-fed mice. Nutr Metab; 13;8(1):51, 2011.
2. ULVEN, S.M.; KIRKHUS, B.; LAMGLAIT, A. et al. Metabolic effects of krill oil are essentially similar to those of fish oil but at lower dose of EPA and DHA, in healthy volunteers. Lipids; 46(1):37-46, 2011.
3. Ferramosca A, Conte L, Zara V. A krill oil supplemented diet reduces the activities of the mitochondrial tricarboxylate carrier and of the cytosolic lipogenic enzymes in rats. J Anim Physiol Anim Nutr; Epub ahead of print, 2011.
4. BANNI, S.; CARTA, G.; MURRU, E. et al. Krill oil significantly decreases 2-arachidonoylglycerol plasma levels in obese subjects. Nutr Metab; 30;8(1):7, 2011.
5. WINTHER, B.; HOEM, N.; BERGE, K. et al. Elucidation of phosphatidylcholine composition in krill oil extracted from Euphausia superba. Lipids; 46(1):25-36, 2011.
6. TANDY, S.; CHUNG, R.W.; WAT, E. et al. Dietary krill oil supplementation reduces hepatic steatosis, glycemia, and hypercholesterolemia in high-fat-fed mice. J Agric Food Chem; 14;57(19):9339-45, 2009.
7. DEUTSCH, L. Evaluation of the effect of Neptune Krill Oil on chronic inflammation and arthritic symptoms. J Am Coll Nutr; 26(1):39-48, 2007.
8. BUNEA, R.; EL FARRAH, K.; DEUTSCH, L. Evaluation of the effects of Neptune Krill Oil on the clinical course of hyperlipidemia. Altern Med Rev; 9(4):420-8, 2004.
9. SAMPALIS, F.; BUNEA, R.; PELLAND, MF, et al. Evaluation of the effects of Neptune Krill Oil on the management of premenstrual syndrome and dysmenorrhea. Altern Med Rev; 8(2):171-9, 2003.
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NUTRIENTES E ENVELHECIMENTO DA PELE

* Texto elaborado pela Nutricionista Barbara Rescalli Sanches, aluna bolsista do curso de pós-graduação em Fitoterapia Funcional.

A cada ano que passa, aparecem diversos tratamentos novos para tentar retardar o envelhecimento precoce da pele – mas por que nossa pele envelhece? Há a degeneração natural das células com a idade, mas a pele é o primeiro tecido a dar os sinais de envelhecimento: primeiro porque é visível aos nossos olhos e segundo porque sofre muito com os fatores externos de agressão.

Como a beleza “ideal” é a busca por um corpo saudável parecido com jovens, a pele ganha uma atenção redobrada. Alguns cientistas dizem que a partir dos 19 anos já começamos a envelhecer, outros prolongam esta data aos 30 anos de idade, mas o que melhor se percebe é a questão hormonal. Enquanto há um aumento que acompanha o desenvolvimento e manutenção dos níveis hormonais, principalmente de estradiol endógeno (principal hormônio anabolizante das mulheres), a recuperação da pele se sobrepõe aos danos; porém, com a queda hormonal, esta recuperação já não é tão eficiente e com o tempo os sinais de envelhecimento começam a aparecer.

Há uma série de nutrientes e mudanças no comportamento que podem auxiliar na prevenção do envelhecimento precoce. Não é só o sol o único fator que causa o envelhecimento da pele, apesar de ser fator muito importante – para este problema crie o hábito de evitar o sol mais forte durante o dia e sempre passar protetor solar recomendado por um dermatologista.

Eliminar o fumo e evitar temperaturas extremas como muito frio e vento também são dicas para serem seguidas. Diminuir o estresse do dia a dia o quanto puder também vai contribuir para a beleza da pele, pois o estresse e produção de radicais livres (“lixos do organismo”) podem causar danos às células do corpo, inclusive à pele, sendo que a longo prazo começam a aparecer as indesejáveis rugas.

Pensando nisso, podemos melhorar a alimentação ou até mesmo utilizar suplementação para garantir uma série de nutrientes que irão agir como varredores dos radicais livres, prevenindo o dano causado por estes.

A vitamina A e os carotenoides, que tem potencial para formar vitamina A no organismo, são conhecidos como a vitamina da pele, pois auxiliam na restauração e regeneração necessária para o crescimento da pele. A vitamina A é encontrada em peixes e os carotenoides em abóbora, manga, e verduras verde-escuras.

O licopeno, também um carotenoide, apesar de não ter o potencial de ser convertido em vitamina A, é um antioxidante que previne os danos causados pela exposição solar e está presente em alimentos de coloração vermelha, principalmente tomate e seus subprodutos, melancia e goiaba. A vitamina E é um potente antioxidante encontrado em óleo de linhaça, azeite de oliva , salmão, gema de ovo e vegetais em geral.

A vitamina C auxilia no aumento da firmeza da pele, pois participa da formação das fibras colágenas. Este nutriente é encontrado em frutas cítricas, goiaba, água de coco, salsinha e cebolinha fresca, por exemplo. Juntamente com a vitamina C, o silício encontrado na aveia e no chá de cavalinha é fundamental para a formação do colágeno da pele, sem contar no papel importante dos aminoácidos, principalmente a lisina, encontrada em carnes brancas ou vermelhas e grãos integrais que irão fornecer matéria-prima para a construção de uma pele saudável.

Outro fator importante para a prevenção de rugas é a hidratação da pele: então, além de hidratar-se bem durante todo o dia, é preciso também de gorduras de boa qualidade, como o ômega-3, encontrado em peixes, óleo de canola e linhaça, que irão fazer parte de uma barreira na pele que impedirá a perda de água para o ambiente. As aquaporinas, canais feitos de proteínas que controlam a entrada e saída de água da pele, dependem de dois nutrientes fundamentais para contração e relaxamento desta estrutura: o cálcio (presente em vegetais verde-escuros, brócolis, couve-flor e gergelim) e magnésio (encontrado em cereais integrais, grãos e oleaginosas).

Portanto, os nutrientes, além de fazerem parte de uma construção de pele saudável, ainda podem minimizar os efeitos danosos de outras causas que favorecem o envelhecimento da pele. Com isso, é possível perceber como a alimentação pode fazer uma grande diferença no tratamento e prevenção das rugas e sinais de envelhecimento, garantindo também um organismo saudável em sua plenitude.

Referências Bibliográficas:

1. OKIGAMI, H.; MONÇÃO, C.P. A busca pelo Equilíbrio Bioquímico. São Paulo: Ed. Fapes, 2011.
2. DIAS, A.M.P.S.P. Monografia: Nutrição e a pele. Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação – UNIVERSIDADE DO PORTO. Porto, 2008.
3. TESTON, A.P.; NARDINO, D.; PIVATO, L. Envelhecimento cutâneo: teoria os radicais livres e tratamento visando a prevenção e o rejuvenescimento. Rev UNINGÁ, 24:71-92, 2010.

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