DISTRITO FEDERAL É MODELO PARA CAMPANHA NACIONAL DE VACINAÇÃO CONTRA HPV

Na Região Centro-Oeste, o Distrito Federal saiu na frente e fez, pela primeira vez, no ano passado, a campanha de vacinação de adolescentes de 11 a 13 anos contra o HPV. E teve sucesso na empreitada, disse à Agência Brasil o secretário adjunto de Saúde, Elias Fernando Miziara. “Nossa expectativa maior era atingir uma cobertura, da população de 11 a 13 anos, de 80%. E fechamos o ano com 79,45%, o que é praticamente a meta. Então, tivemos sucesso”.

 

Miziara acrescentou que o dado mais importante é que havia muitas dúvidas, antes de começar a imunização, em relação ao grau de apoio que a população daria. “Tinha a questão dos pais, a questão dos religiosos”. Foi feito um trabalho preparatório, envolvendo professores, religiosos, famílias e entidades sociais. “O resultado disso é que na primeira dose, tivemos uma adesão perto de 95%. Isto é, a adesão da população à vacina ficou entre 94% e 95%”.

 

Miziara explicou que a diferença para o resultado final da vacinação (79,45%) decorre de vários fatores. “As meninas , muitas vezes, esquecem, não tomam (a vacina), ficam com medo, ou acham que já estão vacinadas”. Ele lembrou que na segunda dose, a cobertura foi 89%. “Se a gente considerar que duas doses podem ser suficientes, como o Ministério da Saúde está prevendo que pode ser, a nossa taxa de cobertura acabará subindo para 90%”.

 

Para 2014, dentro da campanha nacional de vacinação, serão imunizadas no Distrito Federal meninas na faixa de 9 a 11 anos. “Toda a população que, no ano passado, tinha 10 anos e agora terá 11, deverá ser atendida pelo programa. E mais, a inclusão das faixas de 9 e 10 anos”. O secretário adjunto de Saúde observou que as meninas que, eventualmente, tomaram as duas doses no ano passado e não fizeram a terceira imunização, poderão fazê-lo agora.

 

Íntegra: Correioweb

Categoria: UDF pra você
Tags: , , , , , , ,
Comentar

VACINA BRASILEIRA CONTRA DENGUE COMEÇA A SER TESTADA NO PAÍS EM OUTUBRO

Medicamento está sendo desenvolvido para combater, em uma única dose, os quatro tipos da doença já identificados no mundo

São Paulo – O Instituto Butantã, em parceria com a Universidade de São Paulo (USP), inicia em outubro os testes em seres humanos de uma vacina contra a dengue. A vacina está sendo desenvolvida para combater, em uma única dose, os quatro tipos da doença já identificados no mundo. Segundo Alexander Precioso, diretor de Ensaios Clínicos do Butantã, nenhum outro país tem uma vacina como essa.

 

 

A vacina começou a ser desenvolvida em 2006, juntamente com os institutos nacionais de Saúde dos Estados Unidos. Os vírus foram identificados no país norte-americano e, posteriormente, transferidos para o Butantã, em 2010. A técnica utiliza o chamado vírus atenuado. “Isso ignifica que o próprio vírus da dengue é modificado para que seja capaz de fazer com que as pessoas produzam anticorpos, mas sem desenvolver a doença”, explicou Precioso.

 

Os cientistas já testaram a vacina em mais de 600 norte-americanos. “Os estudos lá mostraram que é uma vacina segura e que foi capaz de fazer com que as pessoas produzissem anticorpos contras os quatro vírus”, disse ele. O pesquisador explicou ainda que, nesses voluntários, não foram observados efeitos colaterais importantes, apenas dor e vermelhidão no local da aplicação, sensação comum para vacinas. Porém, como os Estados Unidos não são uma região endêmica para a dengue, nenhum voluntário que recebeu a imunização havia contraído a doença antes. No Brasil, os testes vão envolver também pessoas que já tiveram dengue.

 

O cientista disse que, com base em estudos publicados no Sudoeste Asiático e nos Estados Unidos, pacientes com histórico de dengue poderão receber a imunização sem risco à saúde. “No início do desenvolvimento da vacina lá [nos Estados Unidos], algumas pessoas receberam vacina monovalente, só de um tipo, e depois outra dose de um vírus diferente, para ver se quem já tinha o passado de dengue correria risco”, explicou.

 

Em uma primeira etapa dos testes brasileiros, que começam nesta semana, serão recrutados 50 voluntários da capital paulista, todos adultos saudáveis e que nunca tiveram dengue, com idade entre 18 e 59 anos, de ambos os sexos. Eles vão ser imunizados em duas doses, com intervalo de seis meses entre elas.

 

A próxima etapa vai incluir pessoas com histórico de dengue e a vacina será aplicada em dose única. Serão 250 voluntários da capital paulista e da cidade de Ribeirão Preto, no interior do estado. “Nós trabalhamos com a hipótese de que ela [vacina] será trabalhada em uma dose, mas nos primeiros 50 voluntários serão duas doses”, disse Precioso.“Os resultados de lá [Estados Unidos] demonstraram que a vacina já atua apenas com uma dose. Como ela vai ser, pela primeira vez, utilizada em uma região endêmica de dengue, vamos avaliar os dois esquemas [uma ou duas doses] e os dois tipos de população [já tiveram ou nunca tiveram dengue]”, acrescentou.

 

A terceira e última fase vai recrutar pessoas de diversas partes do país, de várias idades. “Ela vai gerar o resultado de que nós precisamos para solicitar o registro na Anvisa e, a partir daí, a vacina estará disponível”. A previsão dos pesquisadores é de que a vacina chegue à população em cinco anos.

 

Fonte: Íntegra Correio Web

Categoria: Em pauta
Tags: , , , ,
Comentar

VACINA BRASILEIRA CONTRA O HIV COMEÇARÁ A SER TESTADA

São Paulo – Uma vacina brasileira contra o vírus HIV começará a ser testada em macacos a partir de setembro. O imunizante, que começou a ser desenvolvido em 2001, conseguiu bons resultados nas avaliações feitas em camundongos. “Nos camundongos nós tivemos uma resposta muito forte, muito intensa, que agora a gente vai desafiar para saber se essa resposta é forte assim nos macacos”, explicou um dos responsáveis pelo projeto, o pesquisador da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), Edecio Cunha Neto.

 

Vacina brasileira contra o HIV começará a ser testada (De Fatto/Creative Commons)

 

 

O estudo está sendo conduzido pelo Instituto de Investigação em Imunologia, vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). Os trabalhos também são conduzidos pelos pesquisadores da FMUSP Jorge Kalil e Simone Fonseca.

 

A nova fase de testes é decisiva, uma vez que os macacos têm o sistema imunológico muito mais próximo do humano do que os camundongos. “Se no macaco nós tivermos uma resposta da força que nós tivemos no camundongo, nós temos um candidato à vacina muito poderoso”, diz Cunha. Nesta fase, a vacina será ministrada a quatro animais e os pesquisadores precisarão de ao menos seis meses para começar a avaliar os resultados.

 

O vírus causador da aids tem uma série de características que dificultam a criação de uma vacina, apesar das intensas pesquisas desenvolvidas em todo o mundo para isso. Uma delas é a grande variação do genoma nas diversas variedades do vírus. Segundo Cunha, essa diferença pode chegar a 20%. “Para nós contornarmos isso, nós selecionamos ‘regiões’ do HIV que eram muito conservadas, que não mudavam de um vírus para o outro”, explicou.

 

Os pesquisadores tiveram que identificar dentre esse material genético que não variava os elementos que são reconhecidos pelo sistema imunológico da maior parte da população. “Nós conseguimos fazer isso com auxilio de programas de computador e testes químicos e biológicos”, disse o pesquisador, explicando o processo de elaboração da vacina.

 

A partir daí, foi desenvolvido um imunizante que aumenta a resposta do corpo à ação do HIV, atenuando os efeitos da doença. “Essa vacina não é capaz de bloquear ou neutralizar os vírus totalmente. Ela é capaz de atenuar a infecção, reduz a quantidade de vírus que vai replicar”, diz Cunha.  Com isso, a pessoa infectada teria menos sintomas da doença e uma capacidade muito menor de contaminar outras pessoas. “Isso ia significar, ao longo do tempo, a diminuição de centenas de milhares ou milhões de casos novos de HIV na população”.

 

De acordo com o pesquisador, com a tecnologia atual, esse é o único modelo viável de imunização. A vacina que bloqueia completamente a ação do vírus “nem em modelo animal tem obtido sucesso”.

 

Após o teste com o primeiro grupo de macacos, a vacina passará por uma nova fase de testes, também em símios, com uma amostragem maior. “Vai ter pequenas variações na vacina e vai ter vários grupos de quatro animais cada um para ver qual variação que tem a resposta mais forte”, detalha Cunha. A partir daí será possível passar para os testes em humanos.

 

O pesquisador ressalta, no entanto, que a avaliação de eficácia em larga escala dependerá de “uma decisão política” para o desenvolvimento dessa tecnologia no Brasil, devido aos custos envolvidos. Seriam 10 mil pessoas avaliadas por cinco anos, com um investimento que varia de R$ 100 milhões a R$ 200 milhões. “ Não é um recurso que um fundo de pesquisa vai financiar”, enfatiza. Até agora foram investidos, segundo Cunha, R$ 1 milhão no projeto. Os testes em macacos deverão demandar  mais R$ 2 milhões, segundo a estimativa do especialista.

 

Edição: Fábio Massalli

 

  • Direitos autorais: Creative Commons – CC BY 3.0

 

Fonte: EBC (Íntegra)

Categoria: Em pauta
Tags: , , , , ,
Comentar

DISTRITO FEDERAL COMEÇA VACINAÇÃO CONTRA HPV EM ESCOLAS

Paula Laboissière - Agência Brasil 01.04.2013 - 08h19 | Atualizado em 01.04.2013 - 09h10

Brasília – Meninas de 11 a 13 anos que estudam em escolas públicas e particulares do Distrito Federal (DF) começam a ser vacinadas hoje (1º) contra o papilomavírus humano (HPV). A meta é imunizar 64 mil alunas até o dia 26 deste mês.

 

A meta é imunizar 64 mil alunas até o dia 26 deste mês. É preciso receber as três doses, com intervalo de 60 e 180 dias após a primeira aplicação (Foto: Ascom Prefeitura de Votuporanga / Creative Commons)

 

 

As estudantes que fazem parte do público-alvo da campanha só poderão ser vacinadas mediante a apresentação do documento de identidade e do termo de autorização, assinado pelos pais ou por responsáveis.

 

A Secretaria de Saúde ressaltou que para garantir a efetividade da vacina é preciso receber as três doses, com intervalo de 60 e 180 dias após a primeira aplicação.

 

O calendário de vacinação foi elaborado de acordo com o período escolar, respeitando o período de férias. A segunda dose será aplicada de 3 a 28 de junho e a terceira, entre 30 de setembro e 1º de novembro.

 

A vacina protege contra quatro tipos do HPV (6, 11, 16 e 18). A doença é a principal causadora do câncer de colo do útero, que mata cerca de 90 mulheres por ano apenas no DF. O objetivo da campanha é assegurar proteção antes do início da vida sexual, diminuindo as chances de uma futura infecção.

 

O governo do Distrito Federal informou que, a partir de 2014, a imunização contra o HPV será exclusiva para meninas de 11 anos.

 

Edição: Graça Adjuto

Fonte: EBC na Rede (Íntegra)

Categoria: Acontece
Tags: , , , ,
Comentar

VACINA CONTRA A AIDS: TESTES EM HUMANOS COMEÇAM NAS PRÓXIMAS SEMANAS

Os primeiros testes clínicos, em humanos, da vacina contra a Aids, começam nas próximas semanas em Marselha, no sul de França.

 

 

Erwann Loret foto/AFP

 

 

As experiências vão contar com a colaboração de 48 voluntários soropositivos e prometem trazer uma nova esperança na luta contra o HIV.

O anúncio foi feito esta semana pelo coordenador da pesquisa, Erwann Loret.

O teste clínico foi autorizado dia 24 de Janeiro pela Agência Nacional de Segurança do Medicamento (ANSM) de França.

Os pesquisadores esperam que a vacina venha a substituir os coquetéis de antirretrovirais, cujos efeitos colaterais são muito incômodos.

Segundo Loret, “o alvo [da vacina] é uma proteína denominada Tat (transativador de transcrição viral)”, que funciona como uma espécie de “guarda-costas das células infetadas”.

Quando esta proteína assume o organismo não consegue nem reconhecê-la, nem neutralizá-la, e é este fato que a vacina tentará reverter.

Os primeiros resultados preliminares deverão ser conhecido dentro de cinco meses, portanto até o meio do ano.

Os participantes vão ser vacinados três vezes, com um mês de intervalo entre cada dose e, em seguida, deverão suspender o tratamento durante dois meses.

“Se após estes dois meses, a taxa de vírus no sangue for indetectável”, então o estudo terá cumprido os critérios estabelecidos pela Onu/Aids, explicou Loret, citado pela AFP.

Apesar de se tratar de um anúncio animador, o especista defendeu que é necessário cautela, já que a vacina não tem sucesso garantido e que “atualmente estão sendo realizados no mundo pelo menos 25 testes com vacinas anti-VIH”.

Ele disse que a vacina não representa o fim da Aids.

“É preciso sermos prudentes com as mensagens que transmitimos aos pacientes e ao grande público”.

Em 2011, 34 milhões de pessoas viviam no mundo com HIV e 2,5 milhões contraíram o vírus.

Desde que foi descoberta, a Aids causou mais de 30 milhões de mortes e estima-se que, a cada ano, 1,8 milhões de pessoas percam a vida devido à doença, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

 

Íntegra Só notícia boa

Categoria: Em pauta
Tags: , , , ,
1 Comentário

VACINA CONTRA INTOLERÂNCIA AO GLÚTEN SERÁ TESTADA EM HUMANOS: DOENÇA CELÍACA

Uma vacina capaz de curar a intolerância ao glúten está mais perto, e poderá revolucionar a vida dos pacientes que sofrem de doença celíaca.

 

O medicamento poderá travar a reação do organismo à proteína, que está presente em quase tudo que é saboroso, como pão, massas, bolos e até salsichas.

 

A vacina está sendo desenvolvida por uma companhia norte-americana, a Immusant Inc., e foi testada com sucesso em laboratório.

 

Em breve terão início os ensaios em humanos.

 

A “NexVax2″, como foi batizada, reprograma o sistema imunitário e evita que este desencadeie um ataque em resposta à ingestão de glúten.

 

De acordo com o jornal britânico Daily Mail, o remédio, que deverá ser administrado por uma série de injeções, contém pequenos fragmentos das proteínas responsáveis pela reação excessiva do sistema imunitário durante o processo digestivo.

 

Elas vão “ludibriar” o organismo até que este passe a aceitar o glúten como não sendo prejudicial à saúde.

 

Os testes clínicos vão começar pelos EUA, Austrália e Nova Zelândia com mais de 100 pacientes.

 

Segundo um porta-voz da Immusant Inc., a companhia espera que a “NexVax2 reduza dramaticamente a resposta do sistema imunitário ao glúten, para que as pessoas retomem uma dieta normal e voltem a sentir-se saudáveis”.

 

A doença celíaca é uma doença autoimune que afeta milhões de pessoas todo o mundo.

 

Atualmente não há tratamento para a patologia, que, em reação à ingestão de glúten, provoca sintomas como vômitos ou diarréia, que podem durar vários dias, aumentando também o risco de osteoporose, infertilidade e câncer no intestino.

 

Fonte: Íntegra Só notícia boa

Categoria: Em pauta
Tags: , ,
Comentar

VACINA GRATUITA CONTRA O HPV

Proposta foi aprovada pelo senado

 

 

Mês passado, falamos no blog, sobre a vacina gratuita contra o HPV .

 

 

A proposta já tinha sido aprovada pela Comissão de Direitos Humanos e agora foi aprovada pela Comissão de Assuntos Sociais do Senado (CAS), mas com uma mudança no projeto. Agora somente as meninas de 9 a 13 anos terão direito à vacina. Antes a proposta incluía também mulheres até 40 anos. A alteração foi feita pela senadora Marta Suplicy (PT/SP), antes de deixar o cargo para assumir o Ministério da Cultura. A escolha dessa faixa etária se dá pela maior eficácia da vacina antes do início da vida sexual.

 

 

Fonte: Agência Senado

 

Categoria: Em pauta
Tags: , , , ,
Comentar

VACINA GRATUITA CONTRA HPV

O vírus é responsável por quase 5 mil mortes/ano

Acaba de ser aprovado pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado, o projeto onde mulheres entre 9 e 45 anos poderão ser vacinadas gratuitamente contra o vírus transmissível através de contato sexual, papilomavírus humano (HPV) pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

 

 

O objetivo é combater o HPV, principal causador do câncer do colo de útero. O vírus é o segundo tumor que mais atinge as mulheres, o primeiro é o câncer de mama. São 18.430 novos casos da doença e 4.800 mortes por ano.

 

As vacinas disponíveis hoje para combater o vírus, são oferecidas apenas em clínicas particulares, chegando a custar R$ 1.500,00, valor referente a três doses.

 

O projeto da senadora Vanessa Grazziotin, do PCdoB do Amazonas, ainda precisará ser aprovado pela Comissão de Assuntos Sociais, pela Câmara dos Deputados, pelo Congresso e depois aprovado pela presidente Dilma.

 

Fonte: Só notícia boa

Categoria: Acontece
Tags: , , ,
Comentar
Termo de Uso de Conteúdo –

Nós permitimos e incentivamos a reprodução do conteúdo deste blog, desde que as condições determinadas abaixo sejam respeitadas.
Qualquer utilização que não respeite este Termo será considerada violação de propriedade intelectual e estará sujeita à todas as sanções legais.
Você pode copiar, distribuir e exibir o conteúdo, sob as seguintes condições:


Atribuição

Você deve dar crédito ao autor original sempre que o conteúdo possuir autoria. Veja o exemplo abaixo.
Por: (inserir o nome do autor)


Origem


A fonte deve ser citada da seguinte forma: Fonte: UDF.Blog (com o  link http://blog.udf.edu.br/)


Utilização do conteúdo


É vedada a criação de obras derivadas do conteúdo do UDF.Blog.
Você não pode alterar, transformar ou criar outra obra com base nesta.
Você não pode utilizar o conteúdo para finalidades comerciais ou publicitárias.


Política de Privacidade


Todas as informações fornecidas por você serão utilizadas para sua identificação.
Seus dados não serão vendidos ou compartilhados com terceiros sem sua prévia autorização.
Caso tenha solicitado, usaremos seus dados para mantê-lo informado sobre serviços, novidades e benefícios. Você sempre terá a opção de cancelar o recebimento de tais mensagens.


Condições gerais para os comentários


Buscando manter um relacionamento mais próximo e oferecer a possibilidade de participação dos usuários em nossos conteúdos, comentários são permitidos e bem-vindos em nosso blog.
Eles estão sujeitos a aprovação e serão publicados sempre que de acordo com as seguintes condições:

Os conteúdos dos comentários publicados são de responsabilidade dos usuários, não tendo nenhuma interferência ou opinião do UDF Centro Universitário.