VENDAS NA PÁSCOA CAEM 9,6% E TÊM PIOR RESULTADO DESDE 2007, MOSTRA SERASA

O comércio faturou 9,6% a menos na Páscoa deste ano em comparação ao mesmo período do ano passado, de acordo com o Indicador de Atividade do Comércio da empresa de consultoria Serasa Experian. Os dados, colhidos de 21 a 27 de março, representam o pior desempenho da série, iniciada em 2007. Ao considerar apenas o final de semana da Páscoa (25 a 27 de março), a queda alcançou 9,9% em relação aos mesmos dias de 2015.

 

Na cidade de São Paulo, as vendas na semana da data comemorativa caíram 11,6% em relação ao mesmo período do ano passado. Só no fim de semana, na capital paulista, as vendas apresentaram queda de 8,4%.

 

Economistas da Serasa avaliam que o aprofundamento da recessão econômica, o desemprego em trajetória de elevação e a queda do poder de compra dos consumidores devido à inflação provocaram os resultados negativos.

 

Fonte: Agência Brasil

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VENDAS NO DIA DOS PAIS TÊM PIOR RESULTADO DESDE 2005

Juros altos, inflação e demissões reduzem o apetite do consumidor por compras a prazo e de alto valor

RIO – Acompanhando o que ocorreu no Dia das Mães, na Páscoa e no Dia dos Namorados, o desempenho do varejo no Dia dos Pais decepcionou. Entre os últimos dias 3 e 9, as vendas recuaram 5,1% no país frente a igual período do ano passado, registrando a primeira queda desde que o Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio para a data foi criado, em 2005. Já o levantamento do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostrou queda de 11,21% — o pior desempenho nos últimos seis anos — entre 2 e 8 de agosto.

 

O resultado deste ano marcou a primeira queda do indicador da Serasa Experian em dez anos. Até então, o menor crescimento havia sido registrado em 2006, com alta de 2% frente ao ano anterior, enquanto o maior ocorrera em 2011, com expansão de 8,8%. Em 2014, as vendas no Dia dos Pais cresceram 2,1% em relação a 2013, segundo esse indicador.

 

No fim de semana passado, quando o consumidor foi às compras de última hora para presentear os país, houve queda de 1,4% nas vendas do varejo em relação ao mesmo período de 2014, de acordo com o levantamento da Serasa Experian.

 

Já os dados do SPC Brasil e da CNDL mostraram que entre os últimos dias 2 e 8, as consultas para vendas a prazo — que sinalizam o ritmo do movimento no comércio — caíram 11,21%. No ano passado, as vendas na semana que antecede o Dia dos Pais já haviam registrado queda de 5,09%. Nos quatro anos anteriores, no entanto, o resultado foi positivo, com crescimento de 3,78% em 2013; de 4,75% em 2012; de 6,86% em 2011; e de 10% em 2010.

 

As intenções de vendas parceladas também recuaram no Dia dos Namorados (-7,82%), na Páscoa (-4,93%) e no Dia das Mães (-0,59%), segundo levantamento do SPC Brasil.

 

Presidente da CNDL, Honório Pinheiro considera que o fraco resultado do varejo no Dia dos Pais é uma consequência do desaquecimento da economia, influenciado principalmente pela escalada dos juros, pela inflação acima do teto da meta — que corrói o poder de compras do brasileiro — e pelo aumento da massa de trabalhadores desempregados.

 

Pesquisa recente feita pelo SPC Brasil já apontava a preferência pelo pagamento à vista, o que potencializa a queda mostrada pelo indicador de consultas para vendas a prazo, optando por itens mais baratos e pelo pagamento à vista.

 

— Menos confiante do que em anos anteriores, os brasileiros optaram pelas compras à vista e por itens de mais baixo valor, motivados, principalmente, pelo encarecimento dos juros, pela escassez de crédito e pela preocupação em comprometer menos o próprio orçamento com compras parceladas — afirma Pinheiro.

 

Economistas da Serasa Experian também consideram que a crise econômica, marcada pela alta da inflação, dos juros no crediário, pelo aumento do desemprego e pela queda da confiança dos consumidores, afetou negativamente o desempenho do comércio varejista no data comemorativa.

 

O Dia dos Pais é a quarta data comemorativa que mais movimenta o varejo em volume de vendas e faturamento, atrás de Natal, Dia das Mães e Dia dos Namorados. Segundo levantamento do SPC Brasil, os presentes mais procurados neste ano foram roupas, calçados e acessórios, como cintos, óculos, relógios, meias e gravatas.

 

Fonte: O Globo

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PRODUÇÃO DE VEÍCULOS CAI 7% EM MARÇO ANTE 2014, APONTA ANFAVEA

1º trimestre fecha em baixa de 16,2%, com 663,10 mil unidades.

A produção de automóveis, ônibus e caminhões no Brasil registrou queda de 7% em março, apontou a associação das fabricantes (Anfavea) nesta terça-feira (7). No período, foram produzidas 253,6 mil unidades, frente a 272,8 mil no mesmo mês de 2014.

 

Em comparação a fevereiro, quando a indústria teve 206,3 mil veículos produzidos, houve crescimento de 22,9%.

 

Trimestre ‘extremamente ruim’

 

De janeiro a março, o setor produziu 663,10 mil veículos, o que representa queda de 16,2% no acumulado, ao comparar com o mesmo período de 2014, que chegiu a 791,67 mil veículos.

 

“Foi extremamente ruim”, resumiu o presidente da Anfavea, Luiz Moan.

 

As vendas caíram 17% no primeiro trimestre, em conformidade com o que foi divulgado pela federação dos concessionários, a Fenabrave, no último dia 1º.

 

Previsões mais pessimistas para o ano

 

Com o desempenho abaixo do esperado, a Anfavea reviu as previsões para o ano. Em dezembro passado, a entidade estimou alta de 4,1% na produção, com 3,276 milhões de unidades, e vendas estáveis em 2015.

 

 

No entanto, as novas estimativas da associação esperam queda de 10% na produção total, sendo 9,3% de baixa, para carros, e 22,5%, no setor de caminhões e ônibus.

 

Em relação às vendas, a queda prevista é de 13,2% no total, com 12,3% em carros e 31,5%, no caso de caminhões e ônibus.

 

Caminhões têm grande queda

 

A associação dos fabricantes destacou a queda nas vendas de caminhões no Brasil. De acordo com a entidade, houve queda 46,7% entre março de 2015, com 7.374 unidades produzidas, e o mesmo mês de 2014, quando 13.844 caminhões foram produzidos.

 

Na comparação anual, a baixa é de 49,3%, já que a indústria registrou 21.696 caminhões fabricados no 1º trimestre de 2015, contra 42.794 unidades no mesmo período de 2014.

 

Testes com a nova gasolina

 

Anfavea diz que já terminou os testes de durabilidade dos motores a gasolina com o percentual de etanol aumentado e enviou o relatório ao grupo de trabalho interministerial, que fará análise e tirará conclusões. O grupo deveria se reunir nesta terça-feira, mas o encontro foi adiado.

 

“Aceitamos o desafio e fizemos os testes de forma acelerada, isto quer dizer que dividimos entre as montadoras”, disse Moan.

 

Fonte: G1

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