VITAMINA D AUMENTA CHANCES DE SOBREVIVER A TIPOS DE CÂNCER

Um novo estudo concluiu que altos níveis do nutriente podem contribuir para a saúde de pacientes com câncer de mama, intestino e linfoma

A vitamina D vinda da luz do sol pode aumentar as chances de sobrevivência dos pacientes com câncer, especialmente de mama, intestino e linfoma, sugere uma nova pesquisa. O nutriente é fabricado pelo próprio corpo sob a pele em reação à luz do sol e é também encontrado em peixes como salmão e sardinha, além de ovos, cereais matinais e leite em pó. As informações são do Daily Mail.

 

O novo estudo, feito pelo Institute for Nutritional Sciences, descobriu que pacientes com câncer que têm níveis mais elevados da vitamina D quando são diagnosticados tendem a sobreviver e permanecer em remissão por mais tempo do que os que são deficientes do nutriente. A vitamina D ajuda o organismo a absorver o cálcio e o fósforo necessários para a saúde dos ossos e afeta uma grande variedade de processos biológicos pela ligação a uma proteína receptora de vitamina D. Esta proteína está presente em praticamente todas as células do corpo.

 

“Ao revisar os estudos que examinaram os níveis de vitamina D em 17.332 pacientes com câncer, descobrimos que o nutriente está associado a melhores resultados em vários tipos de câncer”, disse Hui Wang, um dos pesquisadores. “A conclusão sugeriu que a vitamina D pode influenciar no prognóstico das pessoas com câncer de mama, colorretal e linfoma, particularmente”, acrescentou.

 

A equipe analisou 25 estudos que mediam os níveis de vitamina D em pacientes com câncer no momento do diagnóstico e rastreou a taxa de sobrevivência. Os resultados mostraram que a maior quantidade do nutriente esteve associada a um aumento de 4% na sobrevivência entre pessoas com câncer. “Considerando que a deficiência em vitamina D é uma questão  mundial, é importante ter certeza de que todos apresentam níveis suficientes do nutriente”, concluiu Wang.

 

Fonte: Terra

 

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SITE LISTA 4 SINAIS DO CORPO QUE NÃO DEVEM SER IGNORADOS

A ciência vem fazendo grandes avanços no sentido de ligar os pontos e descobrir o que pode ampliar os riscos para uma série de doenças. E já sabe-se também que problemas de saúde aparentemente temporários, de insônia a baixos níveis de vitamina D, podem contribuir para sérios problemas de saúde.

 

O site do jornal Huffington Post reuniu quatro sinais de alerta que não devem ser ignorados. Confira.

 

Insônia

 

De acordo com uma pesquisa apresentada em 2012 na American Heart Association, as pessoas que sofrem de insônia são duas vezes mais propensas a sofrer de ataque cardíaco do que as pessoas que não têm problemas para dormir.

 

Os pesquisadores acreditam que ao passo que o déficit de sono de uma pessoa aumenta, pode acontecer o mesmo com sua pressão sanguínea, podendo trazer inflamação nas paredes vasculares. A pressão do sangue pode aumentar depois de uma única noite de sono mal dormida.

 

Estresse

 

O fato de que o estresse faz mal para sua saúde não é exatamente uma surpresa, mas um novo estudo mostra como ele também pode ter um impacto duradouro no cérebro. Pesquisadores rastrearam mulheres próximas dos 40 anos e descobriram que aquelas que vivenciaram um grande número de fatores desencadeadores do estresse (problemas no trabalho, divórcio, doenças na família) se mostraram mais propensas a desenvolver demência em idades mais avançadas.

 

O estresse crônico pode impulsionar a produção de componentes inflamatórios e danificar áreas do cérebro ligadas à memória.

 

Alto consumo de refrigerante

 

Depois de analisarem 14 estudos, pesquisadores da Columbia University’s Mailman School of Public Health descobriram que as pessoas que consumiam mais de 250 ml de refrigerante açucarado por dia apresentaram um risco 19% maior para o desenvolvimento de câncer pancreático, uma das doenças mais mortais.

 

O caminho que o açúcar faz depois que você toma um refrigerante faz com que o pâncreas aumente a produção de insulina. Como resultado, as células do pâncreas podem ser expostas a uma maior concentração de insulina do que as outras células do corpo. Isso pode criar um desequilíbrio que, acredita-se, pode impulsionar o câncer.

 

Vitamina D

 

Enquanto os médicos acreditaram por anos que a deficiência da vitamina D poderia aumentar o risco de infecções respiratórias, um estudo finlandês feito em 2013 mostrou que as pessoas com menores níveis deste tipo de vitamina estão 2,6 vezes mais suscetíveis à pneumonia. Isto sugere que a vitamina D é essencial para fortalecer o sistema imunológico.

 

Tudo o que é preciso fazer, neste sentido, é tomar pelo menos 15 minutos de sol três vezes por semana. Simplesmente abrir a cortina não é suficiente – os raios ultravioleta que o seu corpo precisa não chegam a penetrar pela janela.

 

Vale lembrar que, além de tentar driblar ou evitar os fatores acima, fazer exercícios é extremamente importante para prevenir doenças. Um relatório de 2013 mostrou que as atividades físicas são tão eficazes quanto os remédios na prevenção de doenças coronárias e diabetes.

 

Fonte: Terra

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NUTRIÇÃO PARA A OSTEOARTRITE E ARTRITE REUMATOID

Texto elaborado pelo departamento científico da VP Consultoria Nutricional

 

 

Apesar de a Osteoartrite e Artrite Reumatoide serem doenças que ocorrem nas articulações, elas têm uma diferença principal. Enquanto a Osteoartrite é uma inflamação relacionada com desgaste das articulações por um problema mecânico (ou seja, sobrecarga constante da referida articulação), a Artrite Reumatoide é caracterizada como uma doença sistêmica e autoimune, ou seja, o organismo começa a não reconhecer o próprio organismo, causando uma resposta do sistema de defesa, que ataca a própria articulação.

 

 

Como temos fisiopatologias diferentes, essas condições devem ser tratadas diferentemente. A Osteoartrite deve ser tratada, primeiramente, evitando mais ainda a sobrecarga da articulação afetada. Portanto, é fundamental evitar um exercício repetido ou posição constante que sobrecarregue a articulação. Com isso, é importante manter um peso saudável para esta finalidade. O tratamento medicamentoso, muitas vezes, fica circulante entre anti-inflamatórios e analgésicos. Porém, a nutrição também pode ajudar.

 

 

Estudos têm mostrado que a utilização de ômega-3 (EPA e DHA), presentes em peixes, pode auxiliar como coadjuvante ao tratamento, apesar de que o excesso de gordura na dieta pode ser um fator de risco para o desenvolvimento da Osteoartrite. Portanto, um equilíbrio de gordura na dieta, com gorduras ricas em ômega-3, é uma boa estratégia. Aminoácidos, como a glucosamina e condroitina, além de antioxidantes, também entrariam neste contexto por favorecerem a recuperação da articulação e o tratamento da Osteoartrite.

 

 

Já a Artrite Reumatoide é uma doença autoimune. Então, é importante considerar diversos aspectos, como os nutrientes que servirão como matéria-prima para formação de tecidos e nutrientes anti-inflamatórios para controle deste problema.

 

 

É preciso pensar na ativação constante deste sistema de defesa que está agredindo as articulações.  Para isso, é importante verificar se há presença de alimentos potencialmente alergênicos que levam à super estimulação do sistema de defesa, piorando a causa. Qualquer alimento que provoque este tipo de reação no indivíduo, virtualmente pode prejudicar o seu estado; e, na identificação desse possível alérgeno alimentar, uma dieta de exclusão é indicada.

 

 

A vitamina D, sintetizada a partir da exposição solar, é moduladora do sistema imune, estando relacionada com o controle e prevenção da Artrite Reumatoide e uma série de outras doenças. O ômega-3 aqui também é tão importante quanto na Osteoartrite, pela questão anti-inflamatória.

 

 

Portanto, além do tratamento medicamentoso, é preciso pensar na alimentação e em cuidados nutricionais no tratamento e prevenção da Osteoartrite e Artrite Reumatoide. Desta forma, será possível melhorar a qualidade de vida destes indivíduos que sofrem constantemente com estas doenças.

 

 

Referências Bibliográficas

  1. SRIDHAR, M.S.; JARRETT, C.D.; XEROGEANES, J.W.; LABIB, S.A. Obesity and symptomatic osteoarthritis of the knee. J Bone Joint Surg Br;  94(4):433-40, 2012.
  2. LOPEZ, H.L. Nutritional interventions to prevent and treat osteoarthritis. Part I: focus on fatty acids and macronutrients. PM R; 4(5 Suppl):S145-54, 2012.
  3. JARGIN, S.V. Supplementation of glycosaminoglycans and their precursors in osteoarthritis versus diet modification. Int J Rheum Dis; 15(3):e45-6, 2012.
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7.       EL-CHAMMAS, K.; DANNER, E. Gluten-free diet in nonceliac disease. Nutr Clin Pract; 26(3):294-9, 2011.

8.       HVATUM, M.; KANERUD, L.; HÄLLGREN, R.; et al. The gut-joint axis: cross reactive food antibodies in rheumatoid arthritis. Gut; 55(9):1240-7, 2006.

9.       ANTICO, A.; TAMPOIA, M.; TOZZOLI, R.; et al. Can supplementation with vitamin D reduce the risk or modify the course of autoimmune diseases? A systematic review of the literature. Autoimmun Rev; 2012 Jul 7 [Epub ahead of print].

 

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